Colégio Machado Ruivo vai construir novas instalações e alargar a oferta educativa

Trinta e sete anos após abrir as suas portas em Famalicão, o Colégio Machado Ruivo vai abrir em setembro de 2019 uma nova escola.

Num terreno com 9.723 m2, na fronteira entre Antas e Requião, paredes meias com o Parque da Devesa, o novo edifício contempla 20 salas de atividades, zonas administrativas, refeitório para 190 alunos, ginásio, salão polivalente, enfermaria, laboratórios, recreios e parque de estacionamento para 31 viaturas.

As novas instalações com capacidade para 375 alunos ficam preparadas para receber desde o pré-escolar ao secundário.

A obra tem um custo de 2,3 milhões de euros.

O projeto foi apresentado esta segunda feira na Casa das Artes de Famalicão.

Famalicão celebra centenário da Batalha de La Lys com homenagem a ex-combatentes

A 9 de abril de 1918, mais de um milhar de portugueses perdeu a vida naquela que ficou conhecida como a Batalha de La Lys, durante a Primeira Guerra Mundial.

Cem anos passados, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vai homenagear os mais de quinhentos soldados, cabos, sargentos e oficiais famalicenses que participaram neste combate, considerado um dos maiores desastres militares da história de Portugal.

As comemorações decorrerão no dia 9 de abril e terão como ponto alto a inauguração da exposição “A I Grande Guerra e a sua repercussão em Vila Nova de Famalicão”, para a qual a autarquia famalicense espera contar com a colaboração de familiares e amigos dos expedicionários naturais do concelho, desafiando-os a ceder, a título de empréstimo, fotografias, cartas, uniformes, entre outros objetos pessoais dos ex-combatentes para que venham a integrar a mostra.

Os objetos deverão ser entregues até dia 23 de março, no Museu Bernardino Machado, local que acolherá a exposição. Entretanto, a Câmara Municipal já disponibilizou para consulta online, em www.vilanovadefamalicao.org, o nome dos mais de 500expedicionários famalicenses que combateram na Batalha de La Lys.

Concentração de Basquetebol em Famalicão

Realizou-se no passado domingo, no Pavilhão da Escola Secundária Camilo Castelo  Branco,  a 10ª Concentração de Basquetebol Sub-10, organizada pelo Famalicense Atlético Clube.

Estiveram presentes perto de uma centena de mini-atletas das equipas do Famalicense Atlético ClubeBasquete Clube de BarcelosBasquetebol Vitória SCSC Maria Da Fonte BasquetebolGDAS Grupo Desportivo André Soares e SC Braga Basquetebol.

Incêndio deixa mulher desalojada em Esposende

Um incêndio destruiu uma habitação e deixou uma mulher desalojada, esta segunda feira de manhã, na Rua Padre Torres, na freguesia de Forjães, em Esposende.

Quando os Bombeiros Voluntários de Esposende chegaram ao local, a habitação já estava totalmente tomada e consumida pelas chamas.

A única moradora e proprietária da casa, uma idosa de 82 anos, não sofreu ferimentos.

O adjunto de comando dos BVE, Júlio Melo, diz que a casa «vai ter que ser parcialmente demolida». «Não oferece qualquer condição de segurança», referiu.

 

Primeira Gala Sport Kempo Thunderbolt

Decorreu no passado sábado em Vil de Matos, Coimbra, no Pavilhão de Sant`Ana, a 1ª Gala de Rumble Kempo e Kempo Contact da Sport Kempo Thunderbolt.

A Gala contou com vários atletas Campeões Nacionais e Internacionais onde se destacaram dois atletas da Associação Zen, com dois pódios.

Nuno Alves, conquistou a medalha de prata em Kempo Contact e Adriana Barroso conquistou também a medalha de prata, em Rumble Kempo.

A arbitragem esteve a cargo do árbitro internacional Armando Alves , Mestre da Associação Zen de Artes Marciais dos B.V.Famalicenses, sendo auxiliado por mais três árbitros nacionais e internacionais.

Famalicão entrou na rota internacional da criação da arte circense

O artista de circo canadense, Ezra Weill, terminou, na passada sexta-feira, a sua residência artística nas instalações do Instituto Nacional de Artes Circenses, em Vila Nova de Famalicão.

Ao longo de cerca de um mês, Ezra Weill do Circo Natural da América desenvolveu todo o processo de criação artística da nova peça que levará a cena a vários países do mundo, durante o verão.

As residências artísticas são apenas uma das múltiplas facetas do trabalho desenvolvido pelo INAC que tem como primeira missão formar artistas, capazes de uma abordagem pluridisciplinar que assegure o surgimento e a afirmação das novas estéticas.

A dinâmica que a escola de circo tem trazido ao concelho de Vila Nova de Famalicão nos últimos meses, acolhendo não só artistas de circo internacionais para a realização de residências artísticas, mas também alunos de vários países do mundo justificou a visita que o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, realizou à instituição na passada sexta-feira, incluindo-a no Roteiro pela Inovação.

“Vila Nova de Famalicão entrou definitivamente na rota internacional da criação da arte circense e isso deve-se ao trabalho que está a ser desenvolvido aqui no INAC”, afirmou o autarca que foi surpreendido pela apresentação, em primeira mão, de um trecho do espetáculo de Ezra Weill, ficando completamente rendido à criatividade do artista.

“Estas residências artísticas funcionam, acima de tudo, como um espaço de partilha entre artistas, mas também são uma forma de intercâmbio com os artistas a darem aulas aos nossos alunos e participarem do trabalho que estamos a desenvolver”, explicou Bruno Machado, diretor do INAC.

O INAC surgiu, em 2015, na Maia, da necessidade de formar artistas e criar o seu próprio espaço em Portugal, mas foi em Famalicão que encontrou o terreno fértil para germinar. “Tínhamos a ambição de vir para Famalicão porque existe aqui um centro culturalmente muito forte e em crescimento com escolas de teatro, como o ACE, e de música como a Artave e como trabalhamos todas as áreas cénicas e performativas, faz todo o sentido trabalhar com estes parceiros”,explicou Bruno Machado.

Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal elogiou o trabalho desenvolvido pelo INAC, “um projeto diferente e diferenciador, que rompe com uma visão clássica da arte circense, colocando-a no contexto contemporâneo”.

“Queremos potenciar todos os eventos e manifestações culturais não só na ótica recreativa e formativa, mas também na ótica profissional”, salientou Paulo Cunha, reforçando a convicção de que o conceito de indústria criativa não está ligado só ao que é clássico e convencional. “A Cultura há-se ser cada vez mais uma ferramenta ao serviço da criação de riqueza, do produtividade e da empregabilidade”, acrescentou.

A única escola de circo contemporâneo do Norte do país conta atualmente com um corpo docente com formação em artes circenses e com cerca de 30 alunos oriundos de Espanha, França, Costa Rica, Finlândia e Colômbia entre muitos outros que frequentam o Curso Profissional de Circo, de dois anos e com uma carga de oito horas por dia. Este ano, saem da escola os primeiros artistas de circo formados, sendo que alguns vão seguir os estudos superiores, enquanto outros vão ingressar no mercado de trabalho, como trapezistas, acrobatas, malabaristas, contorcionistas, etc. As inscrições para o próximo ano letivo do curso profissional já estão abertas e as provas de acesso decorrem em maio.

“O circo saiu das tendas e veio para a escola”, explicou Bruno Machado, salientando que “tem havido um crescimento do circo contemporâneo, onde aliamos a técnica com o trabalho artístico e o trabalho de criação e pesquisa”.

Para além do Curso Profissional de Circo e das residências artísticas, o INAC tem outras vertentes nomeadamente para quem quer ter aulas regulares de circo (para todas as idades, desde o 3 anos). Em colaboração com a autarquia desenvolve o projeto de inclusão social “Um por Todos” onde trabalha com pessoas portadoras de multideficiência do concelho.

Para breve, o INAC pretende também iniciar um curso com formação de nível 4, com equivalência o 10.º, 11.º e 12.º anos. A escola tem em desenvolvimento o processo europeu de certificação, recebendo em breve a visita da Federação das Escolas de Circo que garantirá a certificação aos alunos.

O projeto integra ainda uma plataforma artística dirigida por uma companhia “Um por Um” que se dedica à criação artística, servindo também de suporte para os alunos que terminam o seu percurso formativo e não têm capacidade para criar a sua companhia.