Dezoito pessoas vão ser julgadas em Guimarães por pertencerem a uma alegada rede de tráfico de droga. Segundo o jornal O Minho, o grupo, composto por doze homens e seis mulheres, operava a partir da freguesia de Calendário e usava um sistema de entrega ao domicílio semelhante ao da Uber, exclusivo aos clientes mais fiéis.
O Ministério Público acusa o grupo de associação criminosa, tráfico de droga e branqueamento de capitais, com atividade entre 2023 e maio de 2024. As entregas partiam de quatro locais em Pelhe, com destaque para a “Casa do Marucho” e a “Rampa de Pelhe”.
Cinco dos arguidos estão em prisão preventiva, incluindo o casal apontado como líder da rede. Alguns dos envolvidos já tinham cumprido penas por tráfico. O MP afirma que os lucros da venda de heroína, cocaína e haxixe eram dissimulados para entrarem no circuito legal.
O caso foi investigado pela PSP de Famalicão e envolve cerca de 140 testemunhas.








