Famalicão: Mathias de Amorim castigado com dois jogos

O médio do FC Famalicão é baixa certa para os próximos dois jogos (Aves SAD e Sporting) da equipa de Hugo Oliveira. Mathias de Amorim foi expulso, na jornada passada, em Barcelos, ainda na primeira parte com o Gil Vicente. Para além deste castigo, o jogador terá de pagar uma multa de 1.122 euros.

A ausência do médio, que esta época jogou 22 das 23 partidas realizadas pelo Famalicão, é um “problema” para o meio campo famalicense. Hugo Oliveira poderá optar uma de quatro possibilidades para jogar ao lado de Tom van de Looi. Otar Mamageishvili, Marcos Peña, Gonzalo Pastor ou Pedro Santos.

O FC Famalicão recebe, na próxima jornada da I Liga, o Aves SAD. O jogo é segunda-feira, às 18h45, no Estádio Municipal.

Jogador do Aves SAD que fraturou a perna vem hoje para o hospital de Famalicão

Antoine Baroan, jogador da Aves SAD que, na noite desta quinta-feira, fraturou a perna esquerda na partida da Taça de Portugal, com o Sporting, será transportado, esta sexta-feira, para o Hospital de Famalicão.

Após a grave lesão, o jogador foi estabilizado pelas equipas médicas presentes no estádio e seguiu para o Hospital de São José, em Lisboa, onde foi observado e sujeito ao processo de estabilização. Antoine Baroan passou a noite naquela unidade hospitalar e vem, esta sexta-feira, para o Hospital de Famalicão. Posteriormente ficará a cargo do departamento clínico da AVS Futebol SAD.

Recorde-se que na próxima segunda-feira, a formação da Vila das Aves joga no Estádio Municipal, com o FC Famalicão, partida da 21.ª jornada da I Liga.

4 vantagens de investir em aforro digital

A digitalização dos serviços financeiros tem avançado sobre produtos antes associados a processos presenciais e burocráticos. Neste movimento, o aforro digital passa a ocupar um lugar de destaque entre as opções de poupança pública, ao permitir que cidadãos invistam em títulos do Estado através de plataformas online.

A modalidade tem vindo a ser apontada como uma alternativa que combina características tradicionais do aforro com ferramentas digitais que facilitam o acompanhamento e a gestão dos investimentos.

Num contexto de maior atenção à organização das finanças pessoais, o aforro digital surge como resposta à procura por soluções simples, acessíveis e alinhadas com os hábitos digitais da população. Seguem-se as principais vantagens associadas a este tipo de investimento.

1- Acesso facilitado e menos burocracia

Uma das principais vantagens do aforro digital está na facilidade de acesso. O investidor pode realizar a subscrição e a gestão dos títulos sem necessidade de deslocação a pontos de atendimento físico. Todo o processo ocorre em ambiente online, desde o registo inicial até à consulta de saldos e rendimentos.

A redução da burocracia também merece destaque. Operações que antes exigiam formulários em papel ou atendimento presencial passaram a ser feitas de forma mais directa, o que poupa tempo e simplifica a relação do cidadão com os produtos de poupança do Estado. Para quem vive longe dos centros urbanos ou tem uma rotina menos flexível, esta mudança representa um ganho significativo.

2- Transparência e controlo das aplicações

O ambiente digital oferece ao investidor maior visibilidade sobre o próprio dinheiro. Através das plataformas oficiais, é possível acompanhar o histórico de aplicações, verificar valores investidos, rendimentos acumulados e eventuais resgates efectuados.

Este nível de transparência contribui para um controlo mais rigoroso das finanças pessoais. Ao concentrar todas as informações num único canal, o aforro digital reduz a dependência de comprovativos físicos e minimiza o risco de perda de dados. Para muitos investidores, especialmente os menos experientes, esta clareza ajuda na tomada de decisões e no planeamento financeiro de médio e longo prazo.

3- Segurança associada aos títulos do Estado

Outra vantagem frequentemente associada ao aforro digital está ligada à natureza do próprio produto. Os títulos de aforro continuam a ser instrumentos de dívida pública, o que significa que o risco está directamente relacionado com a capacidade de pagamento do Estado emissor.

A digitalização não altera essa característica. Pelo contrário, tende a reforçar a confiança ao integrar os investimentos em sistemas oficiais, com mecanismos de identificação e protecção de dados. Embora nenhum sistema esteja imune a falhas, o uso de plataformas institucionais reduz a exposição a intermediários e concentra as operações em ambientes regulados.

4- Inclusão financeira e diversificação de perfis

O aforro digital também contribui para ampliar o alcance da poupança pública. Ao eliminar barreiras geográficas e simplificar processos, a modalidade atrai perfis de investidores que antes não se interessavam ou não tinham facilidade em aplicar em títulos do Estado.

Jovens adultos, trabalhadores com rotinas digitais e pessoas que já utilizam serviços bancários online encontram no aforro digital uma alternativa compatível com os seus hábitos. Ao mesmo tempo, o investimento mantém características conhecidas, como valores de entrada acessíveis e regras claras de funcionamento, o que favorece a diversificação da base de aforradores.

No conjunto, as vantagens do aforro digital mostram como a adaptação tecnológica pode renovar instrumentos tradicionais sem alterar a sua essência. Ao combinar segurança, simplicidade e maior autonomia para o investidor, a modalidade reforça o papel da poupança pública num ambiente financeiro cada vez mais digital, aproximando o Estado dos cidadãos e modernizando a forma de investir.

Material Roubado: Venda na Feira de Famalicão deu prisão a duas mulheres e um homem

O Tribunal de Braga condenou duas mulheres e um homem a penas de prisão efetiva por um roubo ocorrido em Barcelos, depois de parte da mercadoria ter sido colocada à venda na feira de Famalicão.

Os factos remontam a julho de 2023, quando os arguidos se deslocaram a Lijó, no concelho de Barcelos, fingindo querer adquirir peças de vestuário a uma comerciante do ramo têxtil. No local, acabaram por roubado cerca de três mil peças de roupa, avaliadas em cerca de seis mil euros.

Dias depois, dois dos arguidos deslocaram-se à feira de Famalicão para vender parte da mercadoria roubada. A situação foi detetada pela própria comerciante lesada, que reconheceu os artigos e alertou a PSP, o que permitiu a apreensão de peças de vestuário no valor de 2.227 euros.

O coletivo de juízes condenou os três arguidos pelos crimes de roubo qualificado, coação agravada e injúria. Ficaram ainda obrigados a indemnizar a vítima em 6.323 euros por danos patrimoniais e morais, além da perda de 3.723 euros a favor do Estado, correspondente a vantagens ilícitas obtidas com os crimes.

Fonte: O Minho

Tribunal decide: Caso a envolver têxtil famalicense terá que ser resolvido no Paquistão

A têxtil Rifer, sediada em Vila Nova de Famalicão, terá de recorrer aos tribunais do Paquistão para tentar reaver 169 mil euros, após alegar ter recebido fio para tecelagem com defeito, material que acabou por não poder ser usado na produção.

O caso chegou aos tribunais portugueses, mas o Supremo Tribunal de Justiça decidiu que o litígio deve ser tratado no Paquistão, uma vez que os contratos entre as empresas indicam esse país como foro competente em caso de conflito.

A empresa famalicense alegou dificuldades em avançar com o processo naquele país, mas a decisão judicial manteve a obrigatoriedade de recorrer à justiça paquistanesa.