Covid-19: Sistema de semáforos nos centros de vacinação

Os centros de vacinação contra a Covid-19 vão passar a ser “geridos” por um sistema de semáforos. A medida, a aplicar em todo o país, começa a ser implementada já a partir desta quarta-feira, anuncia a SIC Notícias.

Se a luz for vermelha, o tempo de espera pode ser superior a uma hora para ser vacinado; se for verde a previsão baixa para os 30 minutos. Este sistema já está em funcionamento nos centro de vacinação de Cascais.

O utente poderá, ainda, saber a afluência do local onde vai ser vacinado através do site do Serviço Nacional de Saúde.

Além dos semáforos, o autoagendamento através da internet será melhorado, numa altura em que o objetivo é administrar 850 mil doses por semana nos próximas 15 dias.

Contactless já é solução de pagamento diária para 89% dos portugueses

Segundo o Barómetro Europeu do Consumo, 89% dos portugueses confia os seus pagamentos diários à tecnologia contactless, uma percentagem que está muito acima dos 56% que se registavam no período pré-pandemia.

Mais seguros, higiénicos e rápidos do que os tradicionais pagamentos com dinheiro físico, os pagamentos contactless ganharam força no início da pandemia como uma forma de ajudar a travar os contágios e até foram alvo de promoção por parte do governo e do Banco de Portugal (BdP) que incentivaram a sua utilização e, inclusive, aumentaram, o BdP no caso, o valor máximo por transação através de cartão contactless de 20€ para 50€ sem que para isso fosse necessário inserir o PIN.

Ainda a respeito da alteração do valor máximo por transação, soube-se recentemente que a Autoridade Bancária Europeia (EBA, na sigla em inglês) está a discutir a possibilidade de subir este limite máximo de 50€ sem, contudo, ter sido especificado um valor.

Se os dados são sobejamente positivos em relação à penetração do contactless em Portugal, além-fronteiras, o cenário que este barómetro traça é ainda mais favorável: 73% dos inquiridos refere que as soluções contactless já faziam parte da sua vida antes da pandemia. Na liderança deste ranking de “aceitação do contactless” a nível europeu, os britânicos lideram (88%), seguidos pelos suecos (82%) e checos (81%).

No cômputo geral, 46% dos europeus considera que a pandemia é o cenário que melhor representa o contactless, já que tornou necessária uma vida com mais distanciamento, e neste particular os portugueses (62%) e os italianos (60%) são os que mais concordaram com esta ideia.

O relatório verifica ainda que 37% dos europeus associa contactless a pagamentos, 35% a comunicações virtuais e 33% a teletrabalho.

Embora seja o país menos positivo relativamente à vida contactless, Portugal está entre os países que mais confiam na expansão deste tipo de soluções e tecnologias. A situação é idêntica quando se questionou os consumidores europeus sobre quais as entidades responsáveis por controlar a evolução do contactless. 61% dos europeus responderam confiar tanto nas empresas como nos próprios cidadãos, 57% confia nas autoridades locais e 54% nos governos.

Percentagens que ficam bem abaixo dos portugueses que revelaram níveis de confiança de 68% nas autoridades locais, 67% nas empresas, 66% no governo e 64% nos concidadãos.

Os dados tornados públicos pelo Barómetro Europeu Consumo acabam por complementar as informações constantes do mais recente Relatório dos Sistemas de Pagamentos, relativo ao ano de 2020, publicado pelo Banco de Portugal.

Num ano quase inteiramente marcado pela pandemia, os hábitos de consumo dos portugueses alteraram-se de forma drástica e a face mais visível disso foi o crescimento das compras online em 32,3% face a 2019 e dos pagamentos contactless que dispararam 163% e representam agora mais de um terço de todos os pagamentos feitos com cartão.

Este crescimento exponencial do número de operações realizadas com recurso a esta tecnologia foi acompanhado de um aumento ainda mais significativo no valor transacionado, que acabou o ano com +271% face a 2019 e já contando com o fator “aumento do valor máximo por transação contactless”.

Feitas as contas, no final de 2020, cerca de 32% das compras realizadas em terminais de pagamento foram feitas com cartões “contactless” e 19,4% do valor transacionado foi feito com recurso a esta tecnologia. No início de 2020, antes da pandemia, os pagamentos com “contactless” representavam cerca de 8% do total.

Peso do contactless na faturação dos negócios portugueses bate recordes no desconfinamento

Este crescimento parece estar para continuar. A autêntica revolução que está a ser levada a cabo pelo contactless a nível dos pagamentos atingiu, no início do processo de desconfinamento, valores recordes no que toca ao seu peso na faturação dos negócios portugueses.

De acordo com os dados do último relatório REDUNIQ Insights, solução de conhecimento da REDUNIQ, o peso dos pagamentos contactless na faturação dos negócios portugueses passou de 10,55% no início de março de 2020, para 42% em março de 2021, uma percentagem que contrasta com os 4% de janeiro de 2019 ou os 10% de janeiro de 2020.

Como explica o relatório, o contactless continua a aumentar a sua penetração de forma sustentada, tendo ultrapassado no 1º Trimestre de 2021 (em confinamento) o patamar dos 40% (4x mais do que no período homólogo de 2020 e cerca de 10x mais do que em 2019).

Esta trajetória de crescimento estendeu-se ao valor médio gasto pelo consumidor em cada transação que passou de 14,69€ em março de 2020 para mais de 35€ um ano depois.

Somados todos os dados que viemos a apresentar, é seguro dizer que o contactless é já um fator decisivo para os consumidores portugueses na hora de pagarem os seus bens e serviços, o que leva, consequentemente, à necessidade do sistema retalhista nacional de dotar os seus negócios desta tecnologia.

Neste domínio, a REDUNIQ, marca especialista em soluções de pagamento, pode desempenhar um papel determinante.

Desde soluções TPA simples, para aceitar pagamentos por cartão , até um terminal de pagamento automático mais completo que, para além de pagamentos por contactless, lhe permite desenvolver apps à sua medida, com a REDUNIQ torna-se simples e acessível a qualquer negócio passar a aceitar pagamentos por cartão, smartphone ou smartwatch por TPA Contactless e, assim, aproximar-se das necessidades do consumidor atual.

 

Famalicão em Transição cria campanha de apoio às hortas da Devesa

A Associação Famalicão em Transição lançou um pedido de ajuda financeira para arrancar com o processo jurídico para impedir a retirada das hortas do Parque da Devesa. (IBAN PT50 0045 1280 4028 3963 8046 7 – Caixa de Crédito Agrícola Mútuo Médio Ave).

Caso o valor angariado não seja suficiente para avançar com a ação jurídica, a Associação Famalicão em Transição garante que a pessoa será reembolsada. Pede, também, que envie o comprovativo para o email famalicaom@gmail.com, de forma a emitir o recibo.

Em nota à imprensa, a Associação Famalicão em Transição lembra que a ampliação do CeNTI, sem discussão pública, altera o Plano de Urbanização da Devesa, que classifica a zona em causa como área verde, não prevendo a construção de edifícios a não ser de apoio ao Parque. Diz que é «uma violação da legislação em vigor, que abre um precedente grave em Famalicão».

Abertas inscrições para mais uma edição do Urban Youth

Está aí mais uma edição do Urban Youth, projeto de intervenção urbana que tem como objetivo promover o encontro e diálogo, entre jovens dos 12 aos 35 anos, no sentido de reforçar a coesão social e territorial através da arte. De outro modo, o projeto visa valorizar os espaços urbanos através de intervenções artísticas como grafite e pintura.
A intervenção artística terá lugar na União de Freguesias de Esmeriz e Cabeçudos, tendo como formadores Ricardo Miranda e Joana Brito, artistas plásticos do Centro Artístico A Casa Ao Lado.
Pode encontrar o formulário de Inscrição em www.juventudefamalicao.org

Campo de Treinos do Riba d´Ave HC de 12 de julho a 6 de agosto

O Riba d´Ave Hóquei Clube vai realizar mais uma edição do Campo de Treinos, atividade estritamente aberta a jovens praticantes de hóquei em patins.
Os participantes treinarão, intensivamente, a patinagem e a técnica individual em grupos reduzidos.
As inscrições são limitadas e com duas modalidades à escolha: Completo (mês com manhãs e tardes completas ou semana com dias completos) ou parcial (manhã ou tarde por cada dia da semana, mês só manhãs ou tardes). Os almoços estão assegurados.
Para informações e inscrições contactar os meios disponibilizados no cartaz.

Em ano de pandemia, houve menos consultas, menos urgências e menos cirurgias

Um estudo sobre o impacto da pandemia nos cuidados de saúde em Portugal revela que num ano registou-se uma redução de 46% nas consultas médicas presenciais nos centros de saúde, de 40% nas urgências hospitalares e de 25% nas cirurgias.

O estudo foi promovido pelo Movimento Saúde em Dia, realizado pela consultora MOAI, com dados do Portal da Transparência do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Nos cuidados de saúde primários, desceram as consultas presenciais mas as consultas não presenciais cresceram 130%, foram mais 11.965.498.

Relativamente aos hospitais do SNS, o estudo aponta uma redução de 4,5 milhões de contactos no primeiro ano de pandemia, entre consultas, urgências, cirurgias e internamentos.

Os casos considerados mais graves ou urgentes, com pulseira vermelha, reduziram-se 22%, os episódios com pulseira laranja caíram 31% e os com pulseira amarela 40%.

Realizaram-se também menos 176.057 cirurgias (25%), das quais 162.464 (26%) eram programadas e 13.593 urgentes (13%).