Vaná: “Chegou a hora de me despedir do F.C.Famalicão”

Vaná utilizou a rede social instagram para se despedir do Futebol Clube de Famalicão.

Foi através de uma fotografria de grupo que o guardião brasileiro decidiu comunicar a sua saída do emblema famalicense.

“Chegou a hora de me despedir do @futebolclubefamalicao, e a foto que escolhi não poderia ser outra a não ser essa, pois representa muito o que vivi nessas duas temporadas nessa equipa. Agradeço imensamente aos 3 staffs que tive nesses 2 anos e aos demais profissionais que fazem parte da estrutura do clube, os quais nunca deixaram faltar absolutamente nada! Desejo muito sucesso, e que o FAMA continue crescendo a cada dia. Muito obrigado a todos! Fiquem com Deus!”

Vaná – Instagram

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Famalicão: Homem que morreu em queda de telhado tentava colher ameixas

O homem, com cerca de 45 anos, que faleceu ao início desta noite, na Rua de São João Pedra Leital, em Requião, Vila Nova de Famalicão, estava a tentar colher ameixas.

A vítima, que trabalhava numa indústria de carnes a funcionar nas proximidades, acedeu ao topo de um pavilhão desativado para conseguir colher fruta. Momentos depois a estrutura cedeu e o homem caiu de uma altura de cerca de 7 metros.

O alerta para o acidente foi dado de imediato, por um colega de trabalho que se encontrava próximo da vítima.

Apesar do esforço das equipas de socorro, o óbito acabaria por ser declarado no local.

 

Famalicão: Desconhecidos arrancam e furtam peças de carrinhas Renault

Pelo menos três carrinhas Renault, modelo Megane, ficaram sem a parte superior traseira onde, habitualmente, se encontra a luz de stop.

O alerta chegou à Cidade Hoje por parte do proprietário de uma das viaturas alvo do furto.

O condutor contou que a peça lhe “desapareceu” depois de ter estacionado o carro nas proximidades do hospital. O lesado adianta ainda que nas últimas horas outras duas carrinhas ficaram sem a mesma peça.

Em todos os casos reportados, as viaturas encontravam-se estacionadas na via pública

O material que é furtado está avaliado em perto de 200 euros.

 

Famalicão: Homem morre ao cair de telhado

Um homem com cerca de 45 anos morreu, ao início da noite desta segunda-feira, depois de cair do telhado de um pavilhão, em Requião, Vila Nova de Famalicão.

Ao que nos foi possível apurar, o homem estaria no topo do pavilhão, que se encontra desativado, quando o telhado cedeu, originando uma queda de cerca de 7 metros.

O alerta chegou aos Bombeiros Voluntários de Famalicão às 20h20.

A vítima acabaria por não resistir aos ferimentos e o óbito foi declarado no local.

A GNR tomou conta da ocorrência.

https://cidadehoje.pt/famalicao-homem-que-morreu-em-queda-de-telhado-tentava-colher-ameixas/?feed_id=53483&_unique_id=60d1099ef2303&fbclid=IwAR3hiLq5rsSa9e-ItsqXmfD1vt2MB1OswJeLZ_TnJskynLMnwhenQXFCrkM

Covid-19: Vacinação a 70% não chegará para a imunidade de grupo

O investigador Miguel Castanho defende que a imunidade de grupo com 70% de portugueses vacinados está desatualizada porque as vacinas não são 100% eficazes e uma pessoa vacinada contribui para a transmissão do vírus.

O investigador do Instituo de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa disse, em declarações à Lusa, que o melhor é esperar para completar o plano de vacinação.

Miguel Castanho também não concorda com a ideia de divisão entre mais novos e mais velhos, porque «qualquer um pode adoecer, pode transmitir o vírus e contribuir para um agravar da situação».

Por isso, frisou, «é sempre melhor estar vacinado com qualquer uma das vacinas do que não estar vacinado».

Afirma que a Área Metropolitana de Lisboa está «crítica» e quanto às medidas tomadas para controlar a disseminação do vírus, o cientista considera serem necessárias medidas mais «assertivas».

Miguel castanho defende um plano específico para os transportes públicos, por serem um meio confinado; o teletrabalho para evitar deslocações e o desfasamento de horários para evitar horas de ponta.

Sobre a distribuição das pessoas nos espaços, diz que o que conta é a distância entre as pessoas e não tanto o número de pessoas num espaço, como recintos desportivos, eventos familiares ou na restauração.