Deslocações fora do concelho proibidas na Páscoa

Por determinação do Governo, entre a meia-noite de 9 de abril e a meia-noite de 13 de abril, as pessoas não podem fazer deslocações para fora do concelho da sua residência. O Ministro da Administração Interna clarificou que apenas são justificadas saídas por questões de saúde e trabalho.

Eduardo Cabrita não vê motivos para reforçar as fronteiras durante o período da Páscoa. «Tem sido garantida a manutenção da fronteira aberta durante 24 horas», disse. Haverá monitorização através de drones e o novo decreto governamental de renovação do Estado de Emergência também dá mais poder às autoridades locais, nomeadamente aos polícias municipais.
O Governo prevê exceções para idas ao hospital, menores com residência alternada, assistência à família e atividades profissionais. Contudo, todas as pessoas nesta última situação devem fazer-se acompanhar da declaração. Se houver uma fiscalização por parte das forças de segurança, o agente pode pedir-lhe o documento do empregador para compará-lo com os dados da área de residência que consta do chip do cartão do cidadão e dos registos da carta de condução.

Avança a renovação do pavimento no centro da cidade

Está a decorrer, desde o passado dia 25 de março, a renovação do pavimento no centro urbano da Cidade de Famalicão, trabalhos que vão prolongar-se até ao dia 17 de abril.
Esta quinta e sexta-feira os trabalhos incidiram na Rua D. Sancho I e na Avenida de França, como documenta a foto.

As obras determinam trânsito condicionado na Rua S. Julião, Rua D. Sancho I, Av. Rebelo Mesquita, Av. de França (entre a Rotunda D. Sancho I e a Rotunda Lions), Av. Marechal Humbeto Delgado (parte do piso no sentido norte/sul) e piso junto à Rotundo Santo António e acesso à Av. Carlos Bacelar (dois sentidos) também no acesso à Rua Senador Sousa Fernandes (sentido sul/norte).

A Câmara Municipal pede a compreensão de todos pelos incómodos causados.

Vinte e nove detidos por desobediência de isolamento

O ministro da Administração Interna revelou, em conferência de imprensa, que houve 108 detenções pelo crime de desobediência, entre de 19 de março a 2 de abril.

Destes, 29 foram violações das obrigações de isolamento. Houve ainda 10 tentativas de violação da cerca sanitária de Ovar e violações das obrigações de encerramento de estabelecimentos comerciais.
Mais de quatro mil portugueses pediram apoio ao Estado para regressar a Portugal e cerca de 75% desses repatriamentos já estão concretizados.

Na fronteira portuguesa com Espanha, foram impedidos de entrar 132 mil cidadãos. Segundo o ministro, foram realizadas 61 mil situações de controlo de pessoas em trânsito em Valença.

Recorde-se que o segundo período do Estado de Emergência entrou em vigor à meia-noite desta sexta-feira, pelo período de 15 dias previstos na Constituição, que termina às 23:59 dia 17.

Portugal regista, neste momento, 9.886 infetados pelo novo coronavírus e 246 vítimas mortais, mais 37 do que ontem, segundo dados do último boletim da Direção-Geral da Saúde, divulgado nesta sexta-feira, 3 de Abril.

Famalicão em Transição cria Centro Comunitário para a Transição

Famalicão em Transição, continuando com o seu processo de mudança de mentalidades para um estilo de vida mais saudável e em respeito pela natureza, vai criar um Centro Comunitário para a Transição.

Será dinamizado por um conjunto de pessoas, apostadas em pensar, planear e desenvolver um espaço de experimentação, de aprendizagem intergeracional e inter-saberes, de capacitação pessoal para a resiliência e iniciativa, reforçadas num sentido de comunidade.

Esta comunidade de aprendizagem destina-se em primeiro lugar a famílias com crianças em idade de 1.º ciclo; a profissionais da área da educação e pessoas com sensibilidade para a sustentabilidade local e economia circular.

Se tens um computador que não precisas cede-o a um colega

E tens duas formas para o fazer: contacta diretamente quem precisa, ou deixa na sede do Agrupamento D. Sancho e a escola entregará o computador, o tablet ou até o Magalhães a quem precisa.

Esta é uma campanha dinamizada pela Associação de Pais e Encarregados de Educação, em colaboração com o Agrupamento de Escolas D. Sancho I.

“Deixamos de ir à escola, mas a escola não pode deixar de vir até nós!” é o tema desta iniciativa solidária.