Faleceu Manuel Carvalho, ex-presidente do CCF

Faleceu, na madrugada desta quinta-feira, vítima de doença prolongada, Manuel Carvalho, ex-presidente do Círculo de Cultura Famalicense (CCF).

Natural de Requião, foi sócio fundador do CCF, instituição que serviu enquanto director e, mais tarde, assumindo a presidência da direção. Manuel Carvalho dividiu a sua vida empresarial (Gráfica da Trofa) com a associativa, tendo sido dirigente de várias instituições do concelho de Vila Nova de Famalicão e da região.

Nesta hora de profundo pesar, o CCF, proprietário CIDADE HOJE Rádio / Jornal / Televisão, apresenta as mais sentidas condolências à família enlutada.

Magos da bola são reis solidários a favor da APPACDM da Trofa.

Esta sexta-feira, a partir das 21 horas, o pavilhão da escola Professor Napoleão Sousa Marques, na Trofa, recebe um jogo solidário, a favor da APPACDM daquela cidade, que reúne cerca de duas dezenas de antigos profissionais de futebol.

O denominado Jogo de Reis´20 é organizado pela Ludis Management, em parceria com o Municipio da Trofa, com o objetivo de atrair as pessoas ao pavilhão «e que cada uma deixe um contributo para esta instituição que presta um serviço comunitário importantíssimo no apoio a crianças e jovens portadores de deficiência», salienta Paulo Sampaio da promotora deste encontro.

Tiago e Gaspar, dois futebolistas que cresceram na Trofa e passaram por diversos emblemas do futebol português – foram campeões nacionais no FC Porto – são os padrinhos desta iniciativa.

São muitos os jogadores que se vão juntar aos padrinhos da iniciativa e partilhar o campo num animado 5contra5, ao longo de cerca de uma hora no pavilhão da escola trofense.

Médicos de saúde pública ameaçam sair de juntas médicas

A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) e o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) reuniram-se com os grupos parlamentares destes três partidos, aos quais “manifestaram preocupação com o estado atual do SNS e reafirmaram a necessidade de valorização da Carreira Médica para atrair e reter os médicos no SNS”.

Em comunicado conjunto divulgado após as reuniões, FNAM e SIM defenderam ainda que os sindicatos dos médicos “constituem parte da solução para o problema”, apresentando seis propostas.

Rever a carreira médica para contemplar nas grelhas salariais a possibilidade de dedicação exclusiva dos médicos, uma tabela de valorização do trabalho em urgência e uma redução dos horários dos turnos em serviço de urgência das 18 horas para as 12 horas, “permitindo mais tempo para a atividade assistencial e a diminuição das listas de espera” estão entre as propostas.

Propõem ainda rever o número de utentes por médico de família, um estatuto de “desgaste rápido, risco e penosidade acrescidos para a profissão médica” e “medidas de proteção e segurança dos médicos nos seus locais de trabalho”.

“Os recentes casos de violência contra médicos são reflexo da deterioração dos cuidados de saúde e à passividade governamental na sua resolução”, criticam os sindicatos.

A 15 de janeiro as duas estruturas sindicais vão reunir-se com os grupos parlamentares do PS, CDS-PP e PAN, aguardando ainda que seja agendada uma reunião com a comissão parlamentar de Saúde.

Polícias organizam hoje encontro nacional para decidir protestos de 21 de janeiro

O encontro, que vai realizar-se na Voz do Operário, em Lisboa, foi decidido após “a postura intransigente” do Ministério da Administração Interna (MAI) no processo negocial em curso, segundo a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), um dos sindicatos organizadores.

O presidente da ASPP, Paulo Rodrigues, disse à Lusa que provavelmente os protestos a realizar a 21 de janeiro não vão passar por uma manifestação idêntica à de 21 de novembro do ano passado, estando a ser pensadas outras ações de luta.

O protesto de 21 de janeiro foi decidido na manifestação de 21 de novembro, em que os sindicatos da PSP e as associações profissionais da GNR exigiam uma solução para as principais reivindicações da classe.

O Movimento Zero (M0), um movimento social inorgânico criado em maio de 2019 por elementos da PSP e da GNR, já anunciou a realização de uma concentração em todos os aeroporto portugueses em 21 de janeiro e apelou a todos os polícias para que participem nesse protesto.

O Movimento Zero, bastante visível na manifestação de novembro, precisa também que a partir de 21 de janeiro os aeroportos portugueses vão ter elementos do movimento “por tempo indeterminado”.

“Não vamos permitir nova humilhação em São Bento, com muros idênticos aos que cercam criminosos. Não vamos permitir um adiar de soluções, com usual desdém, seja por parte da tutela, seja por parte das altas hierarquias das instituições PSP e GNR”, sublinhou o grupo.

Paulo Rodrigues afirmou à Lusa que esta ação do M0 “não vai condicionar” outros protestos.

Entre as reivindicações da classe policial e militar da GNR estão o pagamento do subsídio de risco, a atualização salarial e dos suplementos remuneratórios, o aumento do efetivo e mais e melhor equipamento de proteção pessoal.

O Ministério da Administração Interna definiu um calendário específico das matérias objeto de diálogo com os sindicatos e as associações socioprofissionais das forças de segurança, tendo o primeiro ponto das negociações, o pagamento dos retroativos dos suplementos não pagos em período de férias, decorrido sem um acordo.

Para hoje está agendada uma nova reunião com o secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, Antero Luís, e em cima da mesa das negociações vai estar o plano plurianual de admissões para a PSP e a GNR.

Em 16 de janeiro de 2020 o tema de uma nova reunião será sobre os suplementos remuneratórios, em 13 de fevereiro estará em discussão a nova lei de programação das infraestruturas e equipamentos das forças e serviços de segurança, e em 05 de março será a segurança e saúde no trabalho.

Exposição “6 mil – das origens a Famalicão” até março

A exposição “6 mil – das origens a Famalicão”, que deveria encerrar no final de janeiro, foi prolongada até ao primeiro dia de março, por sugestão de várias instituições educativas, para que mais alunos a visitem no segundo trimestre letivo, no âmbito do serviço educativo do Parque da Devesa.

O coordenador científico da exposição, o historiador Armando Coelho, fala de uma «pequena amostra do grande potencial arqueológico do concelho e do muito que há a explorar».

A exposição, que foi inaugurada em julho de 2019, está patente na Casa do Território (Parque da Devesa). São mais de uma centena de objetos arqueológicos recolhidos no território de Famalicão e que servem para contar a história do concelho. Aborda os primeiros vestígios de expressão megalítica reveladores dos começos da agricultura e da introdução da metalurgia.

A mostra, que retrata a evolução do território desde os primeiros vestígios da presença humana até à Idade Média, propõe ao visitante uma leitura pedagógica e criativa da “primeira história” do território e da sua ocupação ao longo 6 mil anos.

Nesta exposição, organizada pela Câmara Municipal, no âmbito das comemorações do 34.º aniversário da elevação de Famalicão a cidade, é possível também conhecer os projetos, as intervenções e os sítios arqueológicos do concelho, bem como todo o trabalho que tem vindo a ser realizado pelo Gabinete de Arqueologia do Município. Dá também a possibilidade de mostrar alguns objetos que se encontram dispersos por alguns museus nacionais como, por exemplo, uma ara (altar romano) da Sociedade Martins Sarmento, uma lucerna (lamparina da época romana) patente no Museu Nacional de Arqueologia e uma lâmina de piras em ouro cedida pelo Museu do Ouro de Travassos.

Há, ainda, uma reconstrução digital do Castelo de Vermoim, que terá sido atacado por vikings, durante uma incursão à região Entre-Douro-e-Minho, em 1016.