Arquitetura de salão de cabeleireiro de V.N.Famalicão candidado a prémio mundial

O projeto arquitetónico do salão de cabeleireiro UNYC, localizado na Rua Vasconcelos e Castro, no centro de Vila Nova de Famalicão, está na corrida para o prémio “Building of the year” do mais conceituado site de arquitetura do mundo, o ArchDaily.com.

O prémio vai ser atribuído ao projeto que reunir a preferência dos internautas de um leque de cerca de 150 trabalhos.

As votações estão abertas aqui até ao final do mês de Janeiro, os vencedores em cada categoria vão ser divulgados dia 8 de Fevereiro.

Está a ser julgada professora que matou noivo famalicense

Fernanda Baltazar, professora de 36 anos, começou esta quinta-feira a ser julgada no campus da justiça em Lisboa pela morte do seu companheiro, o famalicense natural de Requião Hugo Oliveira, a 23 de Dezembro de 2016.

De acordo com o jornal Correio da Manhã, a professora confessou ao juiz que a morte fazia parte de um pacto de suicídio que acabou por falhar, já que desistiu do mesmo momentos após ter ajudado o companheiro a morrer com um incêndio que as autoridades acreditam que tenha sido da autoria da professora.

 

Fugi porque matei quem mais gostava.

Depois do crime Fernanda acabou por fugir de taxi para a sua terra natal, Vila Nova de Gaia, onde acabou por ser encontrada e detida através da investigação da Polícia Judiciária.

HOMEM ENCONTRADO MORTO APÓS FOGO EM JOANE

Um homem com cerca de 50 anos foi encontrado sem vida na manhã desta quinta-feira, 25 de Janeiro, na Rua da Ilha em Joane, Vila Nova de Famalicão. O alerta para a ocorrência foi dado por vizinhos da vítima, que viram fumo a sair de um anexo da casa, por volta das 10h50.

Chegados ao local, os bombeiros voluntários de famalicão rapidamente extinguiram o incêndio e depararam-se com o proprietário da casa no interior do anexo já sem vida.

De acordo com a vizinhança, a vítima estaria a fazer uns trabalhos naquele local e terá ficado inconsciente depois de inalar fumo proveniente de alguma lenha que se encontrava guardada no anexo. Desconhecem-se para já as causas desse pequeno incêndio que acabou por vitimar de forma mortal o dono da habitação.

A PJ investiga no local.

JUIZ DE FAMALICÃO CONDENADO POR MENTIR EM TRIBUNAL PARA PREJUDICAR EX MULHER

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a condenação de um juiz de Vila Nova de Famalicão a 8.000 euros de multa, por um crime de falsidade de testemunho, segundo acórdão a que a Lusa teve acesso.

No acórdão, o STJ sublinha “o grau intensíssimo da violação dos deveres que, enquanto juiz de direito, estavam impostos ao arguido de fidelidade à verdade e à justiça”.

Para o STJ, a conduta do arguido constitui “uma negação frontal da ética inerente à condição de juiz”.

Em causa estão as declarações que aquele juiz, Vítor Vale, prestou, na qualidade de testemunha, num julgamento no Tribunal de Braga, em setembro de 2013, relacionado com o testamento deixado pelo pai da sua ex-mulher.

Segundo o tribunal, o juiz prestou falsas declarações com o intuito de prejudicar a sua ex-mulher, vingando-se assim do facto de ela se ter separado dele.

A ex-mulher processou-o por falsidade de testemunho, tendo Vítor Vale sido condenado, em maio de 2017, pelo Tribunal da Relação de Guimarães, a 400 dias de multa, à taxa diária de 20 euros, no total de 8.000 euros.

Foi ainda condenado a pagar uma indemnização de 5.000 euros à ex-mulher, por danos não patrimoniais.

Vítor Vale recorreu para o STJ, pedindo a absolvição, por alegados erros na apreciação da prova, contradições do acórdão e inconstitucionalidade da decisão.

Aludiu ainda ao “manifesto exagero” da pena e do valor da indemnização à ex-mulher.

No entanto, o STJ manteve a decisão da Relação, num acórdão em que realça ainda a “elevada ilicitude” da conduta de Vítor Vale, tendo em atenção o “alto valor” do bem jurídico violado: a realização da Justiça enquanto função do Estado.

“A favor do arguido funciona apenas a falta de antecedentes criminais”, lê-se ainda no acórdão.

Segundo o tribunal, Vítor Vale mentiu quando disse, num julgamento que decorreu no Tribunal de Braga, que o pai da sua ex-mulher, quando outorgou o testamento, não estava na posse das suas faculdades mentais.

O tribunal deu como provado que o pai da ex-mulher do arguido estava “na plena posse” das suas capacidades mentais e que o próprio arguido tinha participado na elaboração do testamento.

Para o tribunal, o arguido não se conformou com o facto de a mulher, entretanto, se ter separado dele e quis, assim, prejudicá-la.

Uma convicção que o tribunal sustentou também em algumas mensagens que o arguido enviou à sua ex-mulher, com um teor “do mais desrespeitoso que se pode dizer a uma mulher”.

As declarações de Vítor Vale terão sido “determinantes” para o Tribunal de Braga anular o testamento, mas esta decisão seria entretanto revertida após recurso para a Relação.

Fonte: Lusa / RTP

CTT EM GREVE DIA 23 DE FEVEREIRO

Os trabalhadores do grupo CTT marcaram uma greve nacional e uma manifestação para 23 de fevereiro, contra a redução de pessoal e o encerramento de postos de atendimento, e convidaram a população a juntar-se ao protesto, foi hoje divulgado.

Os quatro sindicatos que convocaram a greve e a manifestação anunciaram as ações de luta em comunicado conjunto, no qual defendem a reversão da privatização dos CTT – Correios de Portugal e um serviço postal universal de qualidade.

No documento, os sindicatos contestam os despedimentos, o encerramento de estações de correio e a sobrecarga de trabalho dos carteiros.

No mesmo comunicado, os sindicatos representantes dos trabalhadores do grupo CTT exortam a população a participar na manifestação que vão promover em Lisboa, no dia da greve.

Os CTT confirmaram no dia 2 de janeiro o fecho de 22 lojas no âmbito do plano de reestruturação (que, segundo a Comissão de Trabalhadores dos Correios de Portugal, vai afetar 53 postos de trabalho), decisão que motivou críticas de autarquias e utentes.

A empresa referiu que o encerramento de 22 lojas situadas de norte a sul do país e nas ilhas “não coloca em causa o serviço de proximidade às populações e aos clientes, uma vez que existem outros pontos de acesso nas zonas respetivas que dão total garantia na resposta às necessidades face à procura existente”.