EXCLUSIVO: CTT em Riba d’Ave passam para edifício da Junta

Câmara Municipal e Junta de Freguesia de Riba d’Ave chegaram a um acordo com a administração dos CTT para manter os serviços naquela vila.

A Cidade Hoje sabe que a solução passa pela migração de todos os serviços disponíveis na loja da Avenida Narciso Ferreira para o edifício da Junta de Freguesia com a Câmara Municipal a assegurar as obras que vão permitir a adaptação do espaço ao atendimento da população.

Desconhecem-se, para já, se existem mais encargos associados para a autarquia local a esta mudança de instalações.

IPMA coloca Famalicão em alerta amarelo devido ao frio

O distrito onde se insere Vila Nova de Famalicão, Braga, está em alerta amarelo até esta quinta-feira devido ao frio.

O alerta vem do Instituto Português do Mar e da Atmosfera que prevê para os próximos dias temperaturas máximas que não devem ir além dos 12 graus e mínimas próximas de 0.

Esta é uma situação de risco intermédio pelo que o IPMA aconselha a população para que se mantenha agasalhada e evite estar exposta ao frio durante períodos de tempo muito prolongados.

Carro arde na freguesia de Gavião

Uma carro incendiou-se na tarde deste domingo, por volta das 16h20, na Rua de Gavião Real em Gavião, Vila Nova de Famalicão. O alerta partiu por parte de vizinhos que se depararam com a situação e chamaram de imediato os Bombeiros Voluntários Famalicenses.

Chegados ao local os bombeiros encontraram a viatura tomada pelas chamas e já nada conseguiram fazer para minorar os danos.

Para esta ocorrência foi também chamada a Polícia de Segurança Pública.

Não há feridos a registar, apenas danos materiais.

Mulher obrigada a dormir na estação de comboios sob ameaça de ser despedida

A situação foi denunciada pelo Sindicato da Hotelaria do Norte (CGTP-IN), a quem a trabalhadora recorreu para impugnar o despedimento.

Após a reintegração, no início do ano, a Servirail argumentou que já não tinha lugar na escala do Porto e impôs a integração na escala de Braga, que implica passar mais de 16 horas longe do Porto, onde reside, nos dias em que está de serviço, contou a trabalhadora.

Foi a partir de 4 de Janeiro que, na sequência da sua reintegração determinada pelo Tribunal de Trabalho, foi confrontada com a alteração: passou a trabalhar dois dias e folgar outros dois para justificar a brutal carga horária. Para conseguir estar em Braga a horas de pegar ao serviço no comboio que parte às 10h05, sai do Porto às 8h05; à noite, regressa a Braga às 23h25, chegando à Invicta às 0h30. Apesar dos protestos da trabalhadora e do sindicato, que sublinha que o horário imposto viola a disposição do acordo de empresa e a lei, a empresa tem respondido com ameaças disciplinares e de despedimento.

Na noite da passada quinta feira, o comboio em que seguia para Braga circulava com atraso e, quando chegou ao destino, a trabalhadora já não tinha transporte para o Porto. «Mandei mensagem a perguntar se cobriam o custo de um hotel ou do táxi e ainda não me responderam», afirmou. Acabou o seu dia de trabalho a dormir na estação de Braga, de onde saiu já na sexta feira, às 10h05, de novo em serviço em direcção a sul. «Nem sequer fui ao Porto», concluiu.

A trabalhadora afirmou que prevê que a situação se repita. Com a guarda partilhada da filha de seis anos, é obrigada a deixá-la com o pai nos dias em que trabalha. Na próxima segunda-feira volta a estar mais de 16 horas ao serviço da Servirail, longe da filha, «obrigada a dormir na rua com medo de ser despedida, só por ter optado pela reintegração no seu posto e local de trabalho», acrescenta o sindicato.

Alguns ex-funcionários da RICON dizem estar sem dinheiro para comer

Com o fecho da empresa e sem previsão de receber o salário do último mês de serviço, alguns ex funcionários do grupo Ricon dizem já estar a passar por dificuldades.

Os trabalhadores, despedidos na passada segunda-feira, mantêm-se à porta da empresa para evitar que seja levado material (máquinas, material informático, documentos ou até mesmo peças de roupa) sem autorização do tribunal.

Grande parte das pessoas que estão em vigia dizem que conseguem ter dinheiro para as necessidades básicas por mais algumas semanas até começarem a receber o subsidio de desemprego, no caso de não arranjarem nenhum trabalho entretanto. Contudo, não escondem a preocupação em relação a alguns colegas que já estão a passar por dificuldades, na sua maioria casais que tinham como único rendimento o dinheiro dos salários que recebiam na Ricon.

Mesmo sem perspectivas do que será o futuro, os ex-funcionários da Ricon garantem que vão continuar unidos e a ajudarem-se sempre que encontrarem colegas a passarem por necessidades.

Imagem: Jornal de Notícias