Subiu para 400 o número de empregos disponíveis para ex funcionários da RICON

Neste momento são já 400 os postos de trabalho disponibilizados por cerca de três dezenas de empresas famalicenses, mais de 70 por cento deles ligados ao sector têxtil.

“É um sinal do reconhecimento por parte dos empresários de Vila Nova de Famalicão da qualidade e do valor dos recursos humanos que trabalhavam na Ricon e por outro lado sinal da pujança económica e indústria de Vila Nova de Famalicão no caso particular do sector têxtil que tem vindo a bater recordes atrás de recordes ao nível das exportações”.

Presidete da Câmara Municipal de Famalicão – Paulo Cunha

Esta bolsa de empregos está já na posse o Centro de Emprego de Vila Nova de Famalicão que está a a gerir o processo do desemprego criado na sequência da declaração de insolência do grupo Ricon. Entretanto, o presidente da Câmara Municipal em declarações aos jornalistas no final da reunião de câmara adiantou que o município está a trabalhar também no sentido de valorizar a unidade industrial que fechou e a sua capacidade instalada, tendo adiantado que “já existem interessados numa eventual aquisição ou aluguer das instalações”.

Homem provocou acidente em Braga e morreu horas depois

Um homem de 74 anos que conduzia uma carrinha Opel (na imagem) numa das principais artérias da cidade de Braga, sentiu-se mal e acabou por protagonizar um acidente ao embater numa viatura que circulava no sentido contrário.

O INEM foi chamado ao local e transportou o condutor em estado grave para o Hospital de Braga onde este veio a falecer.

O corpo foi transportado para o Instituo de Medina Legal onde vai ser autopsiado.

 

Imagem: Diário do Minho

Homem de 29 anos morre na A3 na zona da Maia

Um homem com 29 anos morreu, na noite desta quinta-feira quando, por motivos ainda desconhecidos, se encontrava parado na berma da A3, na zona da Maia, sentido Braga – Porto.

De acordo com as autoridades o acidente deu-se quando uma condutora embateu violentamente no veículo que estava parado.

No local estiveram os Bombeiros Voluntários de Famalicão e Santo Tirso acompanhados pela VMER da unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave.

Imagem: Correio da Manhã

Burlões de Famalicão também enganaram padres

Pelo menos 5 padres foram burlados pelo casal que tinha uma associação fictícia, a funcionar em Vila Nova de Famalicão desde 2009, que recolhia donativos para ajudar falsos casos de crianças com doenças oncológicas.

Este novo dado é revelado pelo Jornal de Notícias desta quinta-feira que adianta que um dos padres não sabia que tinha sido burlado, nem que os principais burlões estavam detidos.

De acordo com o diário os padres enganados pertencem aos concelhos de Guimarães, Braga e Barcelos.

O casal, que tinha a funcionar uma espécie de call center que abordava as vítimas por telefone,  foi detido pela PSP e está em prisão preventiva desde Junho, o outro homem, cúmplice, está em liberdade mas sujeito a apresentações periódicas às autoridades. O julgamento ainda não tem data marcada.

Fonte: Jornal de Notícias

Imagem: Global Imagens

Juiz famalicense julgado por violência doméstica

O Tribunal da Relação de Guimarães pronunciou um juiz de Vila Nova de Famalicão pelo crime de violência doméstica, por causa das “repetidas” injúrias, ameaças e expressões ofensivas que alegadamente dirigiu à ex-companheira, por SMS e ‘email’.

O juiz em causa é Vítor Costa Vale, que em maio de 2017 foi condenado, pelo Tribunal da Relação de Guimarães, a 8.000 euros de multa, por, na qualidade de testemunha num julgamento, ter mentido para prejudicar a ex-companheira num processo de herança.

No despacho de pronúncia sobre o caso de violência doméstica, a que a Lusa hoje teve acesso, o tribunal considera que o juiz arguido agiu num quadro de “clara inconformação” com o fim da relação com a ex-companheira, com quem viveu durante quatro anos em união de facto, embora com “pelo menos três ou quatro” separações pelo meio. “O arguido agiu com o intuito conseguido de inquietar, perturbar, incomodar, humilhar, injuriar, ameaçar e provocar medo na assistente [ex-companheira], nomeadamente por ser juiz de Direito”.

Ainda de acordo com o despacho de pronúncia, o juiz, a partir de julho de 2011, data em terminou a relação conjugal, passou a enviar à ex-companheira, via SMS e ‘email’, mensagens de texto e músicas, “ora declarando o seu amor o por ela e o seu desejo de reatamento da relação afetiva, ora dirigindo-lhe expressões” ameaçadoras e injuriosas. O juiz arguido assumiu apenas o envio de uma das mensagens que constam do processo, adiantando não poder afirmar “em consciência” que as restantes tivessem sido da sua autoria, dado o tempo decorrido.

Alegou ainda que as mensagens poderão ser “montagens”. Versão que não colheu junto do tribunal, que pronunciou o juiz por um crime de violência doméstica, por considerar que a sua atuação foi suscetível de afetar o bem-estar psicológico da ex-companheira.

O tribunal aponta para “um juízo de probabilidade sério de condenação do arguido”, sendo a sua absolvição “muitíssimo mais improvável”.

Em maio de 2017, Vítor Costa Vale foi condenado, pelo Tribunal da Relação de Guimarães, a 400 dias de multa, à taxa diária de 20 euros, no total de 8.000 euros, por um crime de falsidade de testemunho, uma decisão entretanto confirmada pelo Supremo Tribunal de Justiça. Foi ainda condenado a pagar uma indemnização de 5.000 euros à ex-companheira, por danos não patrimoniais.

No acórdão, o STJ sublinha “o grau intensíssimo da violação dos deveres que, enquanto juiz de direito, estavam impostos ao arguido de fidelidade à verdade e à justiça”.

Para o STJ, a conduta do arguido constitui “uma negação frontal da ética inerente à condição de juiz”. Em causa nesse processo estavam as declarações que Vítor Costa Vale prestou, na qualidade de testemunha, num julgamento no Tribunal de Braga, em setembro de 2013, relacionado com o testamento deixado pelo pai da sua ex-companheira. Segundo o tribunal, o juiz prestou falsas declarações com o intuito de prejudicar a sua ex-mulher, vingando-se assim do facto de ela se ter separado dele. Uma convicção que o tribunal sustentou em algumas mensagens que o arguido enviou à sua ex-companheira, com um teor “do mais desrespeitoso que se pode dizer a uma mulher”.

Raspou e ganhou 30 mil euros em Joane

Foi numa visita ao quiosque (R)VISTAS que Sónia Gomes tentou a sua sorte, esta terça-feira, ao comprar uma rapasdinha de 3 euros. A mulher de 38 anos estava longe de imaginar que aquele simples gesto lhe ia valer 30 mil euros a mais no seu orçamento.

Tenho muito onde gastar este dinheiro

Sónia Gomes ao Jornal de Notícias

O prémio atribuído esta terça-feira foi o mais alto que já saiu neste espaço.

Fotografia: (R)VISTAS (via JN)