Movimento Humanamente reage à nova lei das bandeiras: “Não é neutralidade, é retrocesso”

O Movimento Humanamente condena a aprovação de um Projeto de Lei que estabelece novas regras para a utilização de bandeiras em edifícios públicos. A proposta, aprovada por PSD, CDS-PP e Chega, é considerada pelo movimento uma restrição à liberdade de expressão e à promoção da inclusão.

A organização, liderada pelo famalicense Diogo Barros, entende que a medida integra uma estratégia de disputa cultural por parte da direita, que afasta a atenção das principais dificuldades do país, como a crise da habitação e a perda de poder de compra das famílias.

A lei passa a proibir a exibição de bandeiras de natureza ideológica, partidária ou associativa em edifícios públicos. Para o Movimento Humanamente, esta decisão representa um retrocesso, ao limitar a visibilidade de símbolos ligados a direitos humanos, como a bandeira LGBTQIA+, em datas internacionais de referência.

O movimento também aponta incoerências nos partidos proponentes, lembrando situações anteriores em que símbolos partidários surgiram em instituições públicas. A organização defende que o debate político deve focar-se em soluções para os problemas sociais e económicos do país e apela à defesa dos valores de liberdade, igualdade e inclusão.

Galp testa ar e água a pagar por causa de atos de vandalismo e uso abusivo

A Galp confirmou que está a implementar um projeto-piloto que prevê a cobrança pelo uso de ar comprimido e água em alguns dos seus postos de abastecimento em Portugal. A medida, que abrange atualmente quatro locais, surge na sequência de vários relatos e denúncias partilhadas nas redes sociais.

Segundo a empresa ao “Auto ao MInuto”, esta decisão está relacionada com o aumento de situações de vandalismo e de utilização abusiva destes equipamentos, o que tem vindo a comprometer a sua disponibilidade e funcionamento. Com a introdução deste modelo pago, a Galp pretende reforçar a fiabilidade do serviço e garantir melhores condições de utilização para os clientes.

A energética sublinha ainda que esta prática não é inédita, sendo já adotada em vários países europeus. Em Portugal, a legislação não obriga à disponibilização gratuita destes serviços. A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos esclarece que tanto o fornecimento como a eventual cobrança de ar e água são da responsabilidade de cada operador, sendo considerados serviços adicionais e não essenciais.

Grupo de famalicenses organiza angariação de fundos para jovem com 99% de incapacidade

Um grupo de famalicense uniu-se para ajudar Maria do Céu, jovem que viu a sua vida mudar drasticamente aos 17 anos. O que seria uma cirurgia simples para corrigir um sopro no coração acabou por resultar, alegadamente, num caso de negligência médica, deixando-a em estado vegetativo e com 99% de incapacidade.

Hoje, com 29 anos, Maria do Céu continua a precisar de cuidados permanentes, enquanto a família enfrenta uma dura realidade, agravada por encargos financeiros elevados. O processo judicial continua a decorrer há vários anos, sem uma resolução à vista.

Face a esta situação, foi lançada uma campanha de angariação de fundos para ajudar a garantir os cuidados essenciais e a dignidade da jovem.

A angariação de fundos decorre online: https://www.gofundme.com/f/ajudar-a-maria-do-ceu-uma-historia-de-forca-e-injustica

Adeptos famalicenses com novo acesso ao Braga x Famalicão desta noite

O Futebol Clube de Famalicão desloca-se a Braga para defrontar o Sporting Clube de Braga, num jogo da 30ª jornada da I Liga marcado para as 20h30 no Estádio Municipal de Braga, e há uma informação importante para os adeptos famalicenses: o acesso ao estádio será diferente do habitual, sendo que a entrada deverá ser feita exclusivamente pelas portas P3 e P4, situadas na Rua de S. Martinho, pelo que é aconselhável chegar com alguma antecedência e dirigir-se diretamente a essa zona para evitar contratempos.

Famalicão: Riba d´Ave perde em casa e continua em zona de despromoção

Faltam duas jornadas para o final da fase regular do nacional de hóquei em patins e o Riba d´Ave/CSJ Group ainda não saiu da zona de despromoção. A equipa de Jorge Ferreira é 12.ª, com 19 pontos. Este sábado, a contar para a jornada 24, recebeu a Sanjoanense e perdeu, por 4-6.
O conjunto ribadavense, depois de sofrer o primeiro golo, passou para a frente do marcador e, na segunda parte, esteve a vencer por 4-2, mas a equipa visitante foi capaz de ir buscar a vitória que lhe garante a manutenção.
Daniel Pinheiro, que bisou, Nanu Castro e Guilherme Azevedo foram os autores dos golos do Riba d´Ave que, na próxima jornada, a penúltima, visita o último da classificação, o CD Póvoa. A última jornada será em casa, com o HC Braga.