Richie Campbell e Tiago Bettencourt em Braga

Richie Campbell e Tiago Bettencourt são as mais recentes confirmações para o Enterro da Gata 2018. Na última noite da festa académica minhota, 18 de maio, o músico de reggae sobe ao palco do Gatódromo depois da atuação do cantor de “Morena”.

Tiago Bettencourt volta a Braga, depois de ter sido o artista escolhido para o concerto comemorativo dos 40 anos da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM). No passado dia 19 de dezembro, o concerto encheu o Salão Medieval da Reitoria.

Richie Campbell, “um dos artistas mais acarinhados pelos estudantes minhotos”, como é descrito no anúncio feito na Página de Facebook oficial do evento, é também presença habitual. Esteve nas edições de 2012 e 2016, sempre como cabeça de cartaz.

A estes dois nomes juntam-se a Capitão Fausto e Slow J, anunciados no passado dia 8. A banda e o rapper português sobem ao palco na terça-feira, dia 15 de maio. O Enterro da Gata começa na sexta-feira, 11 de maio, com as tradicionais serenatas no Largo do Paço, em Braga, e termina, uma semana depois. Como é habitual, terá lugar na entrada do Estádio Municipal de Braga.

Porco passeia-se por Famalicão

Como contado ninguém acredita, talvez foi por isso que a nossa seguidora Marlene Vilas Boas partilhou connosco o insólito com que se deparou, na tarde deste domingo 18 de Março.

Um porco andou à solta na Avenida 9 de Julho, em Vila Nova de Famalicão.

Automobilistas e moradores foram surpreendidos pelo animal que, ainda assim, respeitou os carros e vagueou apenas pelas zonas destinadas aos peões sem atrapalhar o trânsito.

A imagem tem corrido as redes sociais e divertido os internautas.

Chuva que tem caído continua a não ser suficiente para melhorar a situação do país

De acordo com o investigador e especialista em reabilitação de rios do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR) da Universidade do Porto, Pedro Teiga, a chuva tem ajudado o país, mas não é, contudo, “suficiente para colmatar as necessidades hídricas de Portugal”, especialmente na zona sul.

“Se olharmos para os campos, vemos como já estão verdejantes e a responder positivamente a estas chuvas, [com alguns rios] que podem entrar em situação de cheia e causar inundações”, disse, em declarações à Lusa, o investigador.

No entanto, apesar da chuva que cai nas últimas semanas, os “cenários problemáticos” irão continuar, caso a utilização de água a nível doméstico, industrial e agrícola se mantenha igual à do ano passado, uma vez que esta situação não permite criar os armazenamentos necessários para os diferentes usos da água.

“O grande problema não é a seca em si, mas sim os padrões atuais de utilização e as pressões” exercidas sobre os cursos de água, referiu.

Teiga indicou que, apesar de tudo, os rios têm capacidade de responder de forma natural aos períodos de seca existentes, sendo que o problema é pior quando os núcleos são utilizados para a agricultura ou para sistemas industriais, ficando a balança do equilíbrio hídrico “altamente descompensada”, com “consequências graves nas espécies ribeirinhas”.

“Existem várias espécies de peixes e de macroinvertebrados a morrer ao longo das margens dos rios, devido ao stress hídrico e à falta de água, que este ano se fez notar não só a meio da encosta, mas também nas galerias ribeirinhas”, acrescentou.

Pedro Teiga disse ainda que a água das chuvas não deve ficar retida apenas nesses locais, pois também é necessária e importante para aumentar o caudal dos rios. “As descargas de poluição – que ocorreram muitas vezes em período de verão e em períodos de seca – e as pequenas lamas que ficam no fundo dos leitos precisam levantar e entrar na corrente, para que o rio faça o seu transporte, distribuição e autodepuração ao longo de todo o seu trajeto”, explicou o engenheiro.

MEO vai passar a cobrar 1€ por cada fatura que lhe enviar

O aviso está a ser feito pela operadora através de mensagens escritas enviadas para os telemóveis dos clientes.

Numa fase inicial esta tarifa vai ser aplicada a todos os clientes do serviço móvel pós-pago, prevendo-se que meses depois ela seja alargada aos utilizadores dos restantes serviços.

“Incentivar todos os seus clientes à adesão à factura electrónica, numa óptica de preservação e sustentabilidade ambiental”, é a justificação atribuída pela Meo para justificar a introdução deste novo custo.