Família desespera há 1 mês por notícias de famalicense desaparecido em Joane

David Sousa, o homem de 50 anos que pode ser visto na imagem, está desaparecido desde o dia 11 de fevereiro de 2018.

Divorciado, pai de dois filhos e atualmente desempregado, David Oliveira Sousa foi avistado pela última vez no Parque da Ribeira, na vila de Joane. Desde então a família tem procurado ter informações do que possa ter acontecido a este indivíduo que terá desaprecido sem deixar rasto.

Se avistou o homem da imagem em algum local deverá entrar em contacto de imediato com as autoridades.

GNR de Joane – 252 920 230

 

Quatro meses de prisão efetiva por conduzir bicicleta embriagado

O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou a condenação a quatro meses de prisão efetiva de um homem apanhado a conduzir uma bicicleta em estado de embriaguez junto a uma discoteca em Ofir, Esposende.

Segundo o acórdão, esta sexta feira consultado pela Lusa, o homem fica ainda proibido de conduzir durante um ano.

O tribunal sublinha que o arguido, técnico auxiliar de saúde, já tinha sido condenado quatro vezes por conduzir embriagado, uma das quais em pena de prisão, suspensa na sua execução.

Os factos remontam a 24 de setembro de 2017 e ocorreram pouco depois das 4h00, na estrada de acesso a uma discoteca de Ofir, Esposende.

O arguido estaria a conduzir uma bicicleta com uma taxa de álcool no sangue de pelo menos 1,74 gramas por litro. Em tribunal, o arguido alegou que não andou mais de 100 metros de bicicleta e sempre na via de acesso à discoteca.

Disse ainda que a ideia dele era pedir à GNR que guardasse a bicicleta, para que não ficasse à vista.

Garantiu igualmente que não sabia que não podia conduzir bicicleta com álcool a mais.

Mau tempo: O que precisa de saber

Portugal vai ser afetado nas próximas horas por uma depressão que vai trazer um novo agravamento do estado do tempo. 
As previsões apontam para um cenário mais complicado no centro e sul do pais. A norte há registo de chuva que por vezes pode ser forte e acompanhada de granizo, bem como alguma trovoada que se deve fazer sentir de forma mais intensa no litoral.

O vento durante a madrugada de sábado vai soprar de forma moderada, perdendo força durante o período da manhã,

Suspeitos de furtarem viaturas e lojas na zona norte detidos pela PSP

A PSP do Porto desmantelou um grupo organizado suspeito de ter realizado mais de 15 crimes na zona Norte, designadamente furtos de automóveis e em lojas, foi esta sexta-feira anunciado.

Em comunicado, a PSP do Porto refere que no âmbito de uma operação policial concluída na quinta-feira deteve dois homens, de 27 e 39 anos de idade, e identificou e constituiu arguidos outros quatro homens.

“O culminar da investigação, iniciada em Janeiro do ano passado, visou a identificação e detenção dos autores ilícitos em foco, a apreensão de meios de prova, assim como a recuperação de artigos e viaturas furtadas na zona Norte”, afirma a PSP.

A operação incluiu a realização de dez buscas domiciliárias e não-domiciliárias no Porto, em Gondomar e em Vila Nova de Famalicão.

A PSP refere também ter apreendido cinco automóveis, 14.050 euros, equipamentos e ferramentas utilizadas no alegado furto dos carros, chaves, chapas de matrícula e canhões de fechaduras de viaturas e ainda um computador de secretária, dois routers, computadores portáteis e telemóveis. De acordo com a polícia, no decurso da investigação foi possível recuperar oito automóveis. Em declarações à Lusa, fonte da PSP/Porto disse que o grupo “começou por furtar veículos da marca Mercedes, mas depois alargou [a sua actividade ilícita] a outras marcas”.

No comunicado, a PSP do Porto dá também conta da detenção de dois indivíduos por alegado tráfico de droga, a quem foram apreendidas, no total, 672 doses individuais de heroína, cannabis e haxixe. Um dos suspeitos, de 34 anos, foi detido em Gondomar, enquanto o outro, de 18 anos, em Matosinhos.

 

“Levantar cedíssimo e ir logo correr é caminho andado para um enfarte”

O maior risco à qualidade do sono “é a falta de respeito que há” por ele em Portugal, alerta a Associação Portuguesa do Sono, considerando que é necessário combater “uma cultura enraizada” na população de dormir pouco e sem regra. “O maior risco é a falta de respeito que se tem pelo sono. Em Portugal, ainda não se valoriza o sono como algo essencial para o nosso bem-estar e a nossa saúde”, disse à agência Lusa o presidente da associação, Joaquim Moita, que alerta para a prevalência na população portuguesa de doenças como a síndrome de apneia obstrutiva (49% dos homens e 25% das mulheres têm ou virão a ter) e a insónia crónica (10% dos adultos).

Joaquim Moita sublinha que sem qualidade de sono podem surgir vários outros problemas, nomeadamente cardíacos – “em cada dez AVC, três ou quatro são em indivíduos com apneia do sono”. “Achamos que trabalhar é mais importante que dormir. Mas depois qual vai ser a rentabilidade no trabalho? O que é que se produziu do ponto de vista físico e intelectual? Se não dorme oito horas, a rentabilidade é mais baixa, e as empresas regem-se cada vez mais pela rentabilidade do que pelo número de horas”, frisou. Hoje, Dia Mundial do Sono, o especialista apela a que os portugueses sigam o exemplo do futebolista Cristiano Ronaldo, a quem “ninguém tira as suas oito ou nove horas de sono por dia”.

Além disso, o presidente da Associação Portuguesa do Sono salienta que é necessário não ir atrás de “manias e modas”, que vão surgindo, como “o disparate de levantar cedíssimo e ir logo correr – é caminho andado para um enfarte”. Na sociedade moderna e industrializada, onde já são poucas as pessoas que se deitam quando o sol se põe e se levantam com o nascer do sol, há também hábitos e situações laborais que potenciam uma má qualidade do sono, notou. Normalmente, o ritmo endógeno do humano diz que “às 06:00 está na altura de se preparar para acordar”, produzindo cortisol (hormona associada à atividade e movimento), sendo que perto das 21:00, com a escuridão, começa a ser libertada melatonina (associada ao sono), que atinge o seu pico por volta das 00:00, explanou.

Face a esse processo, o sol acaba por ser um “marcador do tempo”, que ajuda a fazer a sincronização entre o ambiente e o ritmo interno de cada um. O hábito de estar à frente de computadores, ‘smartphones’ e televisões à noite acaba por inibir a libertação da melatonina, face à emissão de luz azul pelos aparelhos, sublinha Joaquim Moita.

O trabalho por turnos noturnos também pode ter consequências, especialmente se for mais de oito horas por dia e durante mais de duas semanas e horários de trabalho muito flexíveis – situação que se verifica muito entre profissionais liberais – também pode resultar em implicações para a saúde, frisou. Segundo o coordenador do Centro de Medicina do Sono do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, há que seguir o bom senso: sete a nove horas de sono, deitar-se sempre à mesma hora e procurar logo o sol (devido à produção de cortisol) e acordar sempre à mesma hora (ao fim de semana pode ter-se “um desconto de uma hora”, refere). “Há uma hora para descansar e uma hora para estar acordado, mas as sociedades modernas não respeitam muito esses nossos relógios e ritmos. É preciso combater essa desregulação”, frisou.