Portugueses pagam cada vez mais impostos: média ultrapassa 6 700€

Em 2025, cada português pagou, em média, mais de 6 700 euros em impostos, revela o Instituto Nacional de Estatística, citado pelo Jornal de Notícias. Este valor representa um acréscimo de 353 euros relativamente a 2024 e de 2 300 euros face a 2016.

O aumento deve-se sobretudo à receita do IRS, que continua a crescer ano após ano. A única exceção foi 2020, quando a arrecadação fiscal diminuiu devido à pandemia.

No total, a receita do Estado superou em quase 100 milhões de euros o valor inicialmente previsto, confirmando a tendência de subida da carga fiscal em Portugal.

26 Comments

  1. Bruno Oliveira a maioria do povo quando vai às urnas vai com a mentalidade de votar a pensar em si próprio, não pensam no bem comum,nas redes sociais todos fingem ser bonzinhos e ter empatia,mas a realidade é que só querem saber do benefício próprio,muitos só votam na esquerda seja PS ou PSD porque é da maneira que continuam a ganhar subsídios, não importa o quanto o país esteja destruído,para eles o que realmente importa é o lucro e o medo de admitir que estão errados

  2. Sinto como se estivéssemos no tempo medieval as pessoas com dificuldades e o rei sempre impostos impostos

  3. Enquanto o povo não acordar para a vida e tentar fazer uma mudança política para ver o dá. Não! Continuam a votar nos mesmos.
    Contas simples de se fazer. Cada português paga em média de impostos quase o mesmo que os subsídio dependentes ganham sem fazer nada. Parabéns Portugal. 👍👍👍

  4. Continuam apoiar e a votar nos ladroes ….imaginem mamam o dinheiro quase todo,ao portugues, mas depois nao precisamos de ajuda ….para onde vai o nosso dinheiro se nao ajudam a kem precisa mesmo …..Como estou SEGURO e tenho segurança graças ao SEGURO que tenho ….força seguro e a comandita toda metei vos num aviao e inda para a cucu-xixi-nana

  5. O Povo português,Gosta ? Paga Zé Povinho Trabalhador Português 🇵🇹, Continuem a VOTAR nos Partidos Ligados ao Sistema Político implantado em Portugal,PS,PSD, cds,,il,,livre,cdu,pan,be, Depois Vão se Queixar? Ao Zé Inseguro 🙈🙈🙈

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Famalicão: Paulo Cunha defende circularidade como estratégia para a competitividade

O deputado famalicense, membro da Comissão da Indústria, Investigação e Energia, defendeu em Copenhaga que a circularidade tem de ser encarada como uma estratégia de competitividade para a indústria europeia, «capaz de reforçar e estimular a inovação ao longo de toda a cadeia de valor, e não como um exercício de conformidade regulatório».

Paulo Cunha sublinhou, ainda, a necessidade de criar regras mais claras e estáveis para o setor, defendendo políticas que permitam tornar a transição sustentável mais viável para as pequenas e médias empresas. O famalicense também quer menos encargos administrativos e mais investimento em inovação, digitalização e reciclagem têxtil, para reforçar a competitividade da indústria europeia. «O grande desafio europeu é tornar a escolha sustentável também mais competitiva», considerou.

No Global Fashion Summit, uma das principais conferências internacionais dedicadas à sustentabilidade e ao futuro da indústria do têxtil e da moda, Paulo Cunha esteve ao lado de representantes da Comissão Europeia e da indústria.

No decurso do mesmo encontro, participou num debate centrado na forma como a Europa pode alinhar competitividade, inovação e circularidade, num contexto marcado por novas exigências regulatórias e pela necessidade de reforçar a capacidade industrial europeia.

Paulo Cunha também esteve numa mesa-redonda sobre incentivos à circularidade no setor têxtil e interveio no palco principal do evento, na apresentação do “2030 Circularity Blueprint”, iniciativa dedicada à aceleração da transição sustentável na indústria da moda.

O Global Fashion Summit reúne anualmente líderes políticos, empresas, especialistas e organizações internacionais para debater os desafios da sustentabilidade, da inovação e da competitividade na indústria da moda e do têxtil.

Famalicão: Município e San Sebastián reforçam laços de cooperação

Uma delegação com representantes do Famalicão Made IN, liderada pelo vereador da Economia e Empreendedorismo, Augusto Lima, esteve esta quinta-feira em San Sebastián, Espanha, numa visita institucional para reforço dos laços de cooperação.
Na reunião com a vereadora Ane Oyarbide foram abordados temas como empreendedorismo, ciência, inovação e conhecimento, motores de desenvolvimento económico e «valores partilhados por duas cidades com a mesma ambição: gerar conhecimento, atrair talento e transformar a inovação em bem-estar e oportunidades reais», pode ler-se numa publicação do Famalicão Made IN que assinala a visita «como um passo importante rumo a uma cooperação mais sólida entre dois territórios que acreditam no futuro».

Famalicão: Riopele celebra 100 anos com etiqueta comemorativa

A histórica empresa de Pousada de Saramagos está a caminho do centenário, que celebra no próximo ano e o século de existência tem uma etiqueta comemorativa. “RIOPELE. One Century. Celebrating innovation and heritage. Fabrics made in Portugal” é a mensagem que se lê na etiqueta.

Como a própria Riopele escreve, «saber de onde vem uma peça deixou de ser um detalhe e passou a ser uma exigência» e também por isso «expressões como “Made in Portugal” ganharam um novo significado: representam confiança, proximidade, responsabilidade e um compromisso real com uma indústria mais exigente».

No fundo, a empresa liderada por José Alexandre Oliveira pretende comunicar ao consumidor o valor do produto, a inovação e os critérios de qualidade. Na Riopele «essa responsabilidade acompanha todo o processo de produção», por isso disponibiliza às marcas com quem trabalha diferentes etiquetas que podem ser aplicadas nas peças de vestuário, como uma forma de comunicar ao consumidor tudo o que importa saber desde a origem..

Para a Riopele «mais do que uma identificação, cada etiqueta conta uma história», no seu caso a herança construída ao longo de um século, representando tradição, conhecimento e confiança.

Para além desta etiqueta comemorativa, a Riopele tem também a “Çeramica”, associada a um processo produtivo que combina tecnologia, inovação e design, resultando num tecido durável, confortável e com performance prolongada. Já a “Indario” indica que a peça foi desenvolvida através de um processo produtivo mais responsável, por exemplo pela redução do consumo de água e energia no fabrico; utiliza também menos 15% de substâncias químicas e emite menos 40% de CO₂.

Há, também, a etiqueta “Riopele” que representa toda uma herança – tradição, conhecimento, confiança – construída ao longo de quase um século de excelência na indústria têxtil.

Famalicão: Câmara discute projeto para regulamentar e organizar a Feira Semanal

Esta quinta-feira, em reunião de Câmara, vai ser apresentado e votado um novo Regulamento da Feira Municipal, que depois vai a consulta pública por um período de 30 dias úteis, voltando novamente à Câmara Municipal para serem analisadas as propostas e a correção ou alteração.

Nesta mesma reunião será igualmente proposto um plano para reestruturar a feira, com «vista a melhorar o funcionamento e as condições de exercício da atividade comercial». Estas alterações estão relacionadas com as candidaturas aos lugares vagos, a organização conforme o ramo de atividade e alteração à dimensão dos espaços.

Recorde-se que desde março deste ano que a entrada dos comerciantes no recinto é sujeita a controlo e a admissão só é possível se o comerciante tiver o pagamento em dia e proceder à limpeza do seu espaço no final de cada feira.

Famalicão: Defesa e Inovação em debate com ministro Nuno Melo no Fórum Económico

O Ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, está confirmado na abertura do Fórum Económico subordinado ao tema “Europa 2030: defesa, inovação e indústria para uma soberania económica competitiva”, que vai decorrer na Casa das Artes, no dia 29 de abril, a partir das 14 horas. O presidente da Câmara também vai marcar presença na abertura do evento que traz até Famalicão vários especialistas nacionais. Um deles é Paulo Portas, ex-Ministro da Defesa, que é o primeiro a falar do painel de convidados, debruçando-se sobre “Europa 2030: defesa, inovação e indústria para uma soberania competitiva».

Seguem-se dois painéis de debate: o primeiro é dedicado ao tema “Competitividade e Inovação na Indústria” e contará com as intervenções de Miguel Braga, do CEIIA – Centro de Engenharia e Desenvolvimento, Pedro Petiz, diretor de Desenvolvimento Estratégico do grupo empresarial TEKEVER e de Braz-Costa, diretor-geral do CITEVE e presidente do CeNTI. Antes da sessão de encerramento, marcada para as 17h00, decorrerá ainda uma segunda mesa redonda sobre “Oportunidades de Negócio na Defesa”, com as participações de Ricardo Pinheiro Alves, presidente da IDD Portugal Defense, António Baptista, diretor-geral de Armamento e Património da Defesa Nacional e de Fernando Cunha, CEO da Beyond Composite.

As mesas redondas serão moderadas por Bernardo Ferrão, diretor de informação da SIC. A apresentação estará a cargo da jornalista da SIC Cristina Freitas.

O objetivo, segundo os organizadores, é debater ecossistemas tecnológicos, acelerar a transferência de conhecimento e potenciar soluções inovadoras com impacto global, nomeadamente na área da Defesa.

O presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Mário Passos, explica que este «é um tema que está na ordem do dia pelas questões geopolíticas que conhecemos, e é uma área de grande desenvolvimento tecnológico e de inovação, que em termos empresariais significa também valor acrescentado no produto. Famalicão é um território de uma grande dinâmica industrial e económica, de criação e de desafios, e este fórum, com um conjunto de especialistas de inegável valor, trará certamente contributos para fortalecer esta dinâmica». As inscrições encontram-se a decorrer em www.famalicaomadein.pt

Famalicão está na mira da indústria militar e aeroespacial

Há peças made in Famalicão incorporadas na relojoaria, em satélites aeroespaciais, na medicina, meteorologia, na ótica e na área da defesa. A YSIUM é a responsável pela produção destas peças de alta precisão e exigência técnica, que incorporam muito conhecimento e inovação, o que traz, também, valor acrescentado. Neste momento, e devido às circunstâncias atuais, produz mais para a vertente da mobilidade e para a indústria militar, desde as armas usadas por snipers aos tanques de guerra Leopard 2.

A YSIUM, instalada na antiga fábrica da Leica, em Antas, existe desde 2014, pela mão do empreendedor Hugo Freitas. Inicialmente, e devido a um acordo, o único cliente era a empresa alemã de óticas; a partir de 2020, Hugo Freitas abriu as portas a outros clientes, de outras áreas da indústria, de todas as partes do mundo. Fatura já 10 milhões de euros. «O crescimento tem sido sustentado, com recurso a capitais próprios» e o futuro é o caminho da consolidação, realça o empreendedor.

Esta empresa usa a tecnologia mais avançada que existe na área, incluindo robótica, mas o empresário Hugo Freitas afirma que o colaborador continua a fazer a diferença. Em 2026, são 70 os profissionais da YSIUM. Homens e mulheres, com uma média de idades de 33 anos, formados, na maioria, nas próprias instalações.

Hugo Freitas, licenciado em Engenharia dos Materiais, não teve medo de arriscar em plena pandemia, porque sentiu que era um momento para «aproveitar oportunidades» e continua a abraçar os desafios mais difíceis que lhe são colocados. Tem uma premissa: trabalha em conjunto com os clientes, desde a idealização do protótipo (que pode demorar um dia ou um mês) até à produção da peça e montagem.

Pela singularidade do seu segmento e conhecimento que incorpora, a YSIUM foi integrada no roteiro “Famalicão Created In” e recebeu a visita do presidente da Câmara esta quinta-feira, dia 16 de abril. Mário Passos realçou a importância de Famalicão ter uma indústria diversificada, altamente especializada e 100% para exportação e elogiou Hugo Freitas, «um exemplo da capacidade empreendedora famalicense» que abraçou «um projeto desafiante e altamente complexo, com ousadia e intuição à mistura». Acrescenta que a empresa é o espelho do que acontece no concelho em relação à opção pelo valor acrescentado e pela inovação.