Famalicão: CIOR dá a conhecer oferta formativa e a importância do ensino profissional

Até sexta feira, a Escola Profissional CIOR tem as suas portas aberta para os alunos do 9º ano de escolaridade do Agrupamento de Escolas D. Maria II, nas escolas de Escola de Gavião e Conde de Arnoso.

Com esta iniciativa, que se estenderá a outros agrupamentos, pretende dar a conhecer a escola, a oferta formativa, bem como informar e sensibilizar para a importância, cada vez maior, do ensino profissional «como percurso educativo e formativo, tendo em vista uma profissão especializada ou o prosseguimento de estudos», conforme refere José Paiva, diretor pedagógico da CIOR.

Os alunos têm a oportunidade de conhecer as instalações, de interagir com os estudantes da CIOR, professores e diretores dos diferentes cursos, assim como visitar salas de aulas, laboratórios e oficinas de diversas áreas de formação.

Num momento de opção vocacional do percurso educativo, no final do ensino básico, «é necessário que o jovem faça uma escolha esclarecida para o seu projeto de vida pessoal e profissional», nota, ainda, o responsável. José Paiva alerta, também, para «a obrigação» dos agentes e atores educativos, «de forma assertiva e com evidências, desmistificarem e desconstruírem falsas ideias e preconceitos relacionados com o ensino profissional», muito particularmente, elucida, «em áreas de formação cada vez mais emergentes e com falta de mão de obra especializada no mercado de trabalho».

Famalicão: Paulo Barros “Tarantula” na Casa do Artista Amador

A Casa do Artista Amador, no Louro, convida esta quarta-feira, dia 19, para o Café Filosófico, Paulo Barros, dos Tarantula. Com início às 21h30, e entrada livre, vão discutir o tema:”A música rock em Portugal é mais dark ou mais colorida?” Como estão as preferências dos portugueses?”.

Juntamente com o irmão, Luís Barros, fundou em 1981 os Mac Zac, que no ano seguinte adotaram o nome de Tarântula. Depois de alguns anos de concertos, incluindo na Alemanha, e de ter gravado duas demos tapes, a banda estreou-se com um álbum homónimo em 1987, que ficaria para a História como o primeiro disco de heavy metal português editado em Portugal.

Dia 21, sexta-feira, 21 horas, exibição do documentário “A revolução do 25 de Abril de 1974 em Famalicão”. Segue-se uma tertúlia sobre o tema: “Vamos falar de Abril”, com Artur Sá da Costa, autor do documentário; Carlos Barroso Nunes, presidente da primeira comissão administrativa do Louro após a revolução. A moderação é de Arminda Ferreira.

Documentário dirigido pelo historiador Artur Sá da Costa, realizado pelo jornalista Paulo Couto, com investigação de Amadeu Gonçalves e produzido no âmbito do projeto “Conta-me a História” do Município de Vila Nova de Famalicão sobre o processo de consolidação democrático em Portugal.

Sábado, dia 22, às 20h30, concerto com as bandas Slug e CHaia, no género hard/indie rock. Cinco euros a entrada.

SLUG: Oriundos do mítico centro comercial Stop no Porto são uma banda de Rock in Roll, que variam entre o Sepeed Metal e o Rock Psicadélico, sempre com uma energia frenética, que não deixa indiferente quem os segue e desfruta a sua música.

CHAIA: Um projeto musical recente do Porto. Constituído por quatro instrumentistas: guitarra, bateria, baixo, teclado e voz. Não tem um género musical fixo, influenciando-se por ritmos africanos, indie rock, rock, punk, música experimental e música tradicional portuguesa.

Domingo, dia 23, tarde de discoteca, com entradas a 2,5 euros, com os Dj´s José Santos, Jacinto Monteiro e Jorge Araújo. Matiné em Vinil dos hits dos anos 80/90.

Reservas pelo: 969 489 422 (Whatsapp)

Mais informações em www.casadoartistaamdor.pt

 

 

Descubra quais os materiais mais sustentáveis para decorar a sua casa de banho

A renovação de uma casa de banho pode constituir uma estimulante oportunidade para revitalizar o visual e as sensações que o seu lar provoca-lhe. Contudo, e atendendo à crescente consciencialização do impacto deixado pelas nossas escolhas no meio ambiente, é essencial ter em consideração opções sustentáveis na decoração da sua casa de banho.

Neste artigo, discutiremos os benefícios das casas de banho em pedra natural e compará-lo-emos aos de outras matérias-primas populares. Cobriremos também o recurso a materiais secundários que poderão ajudá-lo a criar uma casa de banho sustentável e moderna.

A atração por detrás das casas de banho em pedra natural

Porquê escolher pedra natural para a sua casa de banho?

As casas de banho em pedra natural têm-se tornado mais populares nos últimos anos, e com razão. A pedra natural é uma matéria-prima resistente, duradoura e amiga do ambiente que oferece toda uma miríade de benefícios.

Eis algumas das principais razões por que deve escolher pedra natural para a renovação da sua casa de banho:

  • Sustentabilidade

A pedra natural é um recurso renovável e abundante. Ao contrário de materiais sintéticos, que dependem de combustíveis fósseis para a sua a produção, a pedra natural é extraída da terra com um impacto ambiental extremamente reduzido.

  • Durabilidade

Os lavatórios em pedra natural (assim como outras peças que integram a decoração de uma casa de banho) são incrivelmente robustos e conseguem perdurar múltiplas décadas, reduzindo a necessidade de substituições frequentes e, por conseguinte, o desperdício que lhes está inerente.

  • Beleza atemporal

A pedra natural reflecte uma elegância que nunca está fora de moda, o que faz com que seja um excelente investimento no que concerne casas de banho modernas.

  • Carácter único

Cada peça em pedra natural é dotada de padrões e texturas únicos, o que garante que a sua casa de banho permanece inimitável.

  • Fácil manutenção

A pedra natural é simples de limpar e conservar, o que torna esta matéria-prima numa escolha prática para lares com agregados familiares numerosos.

Tipos de pedra natural para casas de banho

Existem múltiplos géneros de pedra natural adequados para instalação em casas de banho, sendo que cada um deles oferece características e benefícios únicos. Algumas das opções mais populares incluem:

  • Mármore

É uma escolha clássica para casas de banho luxuosas, considerando que o mármore é conhecido pelas suas elegantes nervuras (ou veios) e variações de cor subtis.

  • Granito

Sendo excecionalmente durável e resistente a manchas, o granito é perfeito para casas de banho concorridas.

  • Calcário

Dispondo de um aspeto caloroso e térreo, o calcário é uma opção bastante versátil a ter em conta face a diversos estilos de casas de banho.

  • Travertino

A sua textura única e o seu apelo natural fazem do travertino uma excelente escolha para a criação de uma atmosfera equiparável à de um spa.

  • Esteatite

É impermeável e resistente a manchas, pelo que deve ser considerada uma opção rentável em lares com vários habitantes.

Termo de comparação entre a pedra natural e outros materiais populares

Para melhor compreender os benefícios por detrás das casas de banho em pedra natural, há que compará-los aos de outros materiais utilizados com o mesmo propósito. Vejamos, então, em que é que a pedra natural constitui uma melhor alternativa a outras matérias-primas igualmente populares:

Pedra natural e azulejos de cerâmica e porcelana

As decorações em azulejo são escolhas consideravelmente corriqueiras, atendendo à comportabilidade dos seus custos e à sua polivalência. Contudo, são muito menos sustentáveis do que a pedra natural.

O processo de fabrico de azulejos é ineficiente no que a gastos em energia diz respeito, podendo, inclusivamente, não durar tanto quanto a pedra natural, pelo que a sua substituição é previsivelmente frequente.

Pedra natural e acrílico/fibra de vidro

As peças em acrílico e fibra de vidro são leves e fáceis de instalar, mas não possuem as mesmas resistência e sustentabilidade da pedra natural.

Trata-se de matérias-primas cuja base consiste em petróleo que podem emitir compostos orgânicos voláteis, prejudiciais à saúde. Mais ainda, o acrílico e a fibra de vidro exibem frequentemente arranhões e manchas, o que poderá levar a substituições habituais.

Pedra natural e pedra polida

As pedras polidas (das quais o quartzo é um exemplo) são uma alternativa à pedra natural bastante recorrente.

Apesar de conterem benefícios no que a cores consistentes e padrões diz respeito, não são de todo sustentáveis. O processo de produção da pedra polida envolve o recurso a resinas derivadas de combustíveis fósseis, fazendo da mesma uma opção menos sustentável.

Além disso, a pedra polida pode não ter a mesma durabilidade da pedra natural, um fator que apenas contribui para um maior desperdício por conta das substituições a efetuar em caso de quebra.

Materiais sustentáveis complementares à renovação da sua casa de banho

Embora a pedra natural deva ser efetivamente o centro das atenções da sua casa de banho sustentável, não é por isso que não deve deixar de incorporar outras matérias-primas amigas do ambiente, para tirar o máximo partido da sustentabilidade de que esta divisão, agora modernizada, dispõe em larga escala. Considere as seguintes opções:

Madeira reciclada

Pode ser utilizada em toucadores, prateleiras ou decalques de parede, permitindo-lhe adicionar uma sensação simultaneamente calorosa e assertiva ao seu espaço. Ao adquirir madeira reciclada a partir de fontes locais e ao dar-lhe um novo propósito, estará a reduzir a necessidade de regenerar matéria-prima, bem como o impacto ambiental associado à desflorestação.

Mosaicos de vidro reciclado

São uma excelente opção para as paredes da casa de banho que mais entram em contacto com a água, como no caso das que circundam uma base de duche ou polibã. Estes mosaicos (ou azulejos) são criados a partir de vidro previamente utilizado, o que faz com que a quantidade de desperdícios deixados em aterros diminua drasticamente.

Em conclusão

Quando se trata de conceber uma casa de banho sustentável, a pedra natural é a melhor matéria-prima pela qual deve optar, não só pela suas beleza e resistência, mas acima de tudo pelo seu reduzido impacto ambiental.

Para fazer decrescer ainda mais o tamanho da sua pegada ecológica, pode e deve recorrer a outros materiais sustentáveis que sirvam de complemento à sua casa de banho já modernizada e funcional através do uso da pedra natural.

FC Famalicão não aceita novos sócios até 26 de abril, dia do jogo com o FC Porto

O FC Famalicão já está a vender bilhetes para a próxima jornada da Liga Bwin e para o primeiro jogo das meias-finais da Taça de Portugal, com o FC Porto. Para este jogo, até 24 de abril, a venda é exclusiva a sócios, com a quota 3 regularizada, a 7 euros. Os detentores de lugar anual também terão de adquirir bilhete, ficando o lugar reservado até à hora do jogo.

Entre as várias medidas para este jogo, o FC Famalicão alerta que até 26 de abril (inclusive), dia do jogo, não admite novos sócios.

O levantamento dos bilhetes terá de ser feito na Loja Oficial, nas bilheteiras do Estádio Municipal (no dia do jogo) ou através da bilheteira online ()

Para o jogo com o CS Marítimo, a contar para a Liga Portugal Bwin, às 15h30 de sábado, o bilhete para sócio (quota 3 regularizada) tem um custo de 5 euros. Terá ainda direito a um bilhete de acompanhante para a Bancada Placard.pt, com a condição deste ingresso estar condicionado ao número de lugares disponíveis. Para o público, o bilhete tem um custo de 10 euros. A venda de bilhetes decorre na Loja Oficial, nas bilheteiras do Estádio Municipal (no dia do jogo) ou através da bilheteira online ()

 

Famalicão: José Milhazes marca presença no Mercado do Livro

José Milhazes marca presença no ‘Mercado do Livro – Famalicão a LER’, iniciativa do município que abre ao público este sábado, dia 22 de abril, e vai durar até quarta-feira, 26 de abril, na Praça D. Maria II.

O autor e jornalista estará na feira no domingo, no dia 23 de abril, pelas 17h00. Tem uma vasta obra publicada, com realce para ‘As Minhas Aventuras no País dos Sovietes’ (2017), ‘Os Blumthal’ (2019), e o seu mais recente livro: ‘A Mais Breve História da Rússia’ (2022).

Sob a alçada da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, a iniciativa pretende trazer o livro e a leitura para o espaço público famalicense. Estarão representadas variadas editoras locais e nacionais nos stands instalados na alameda.

Para além dos livreiros e editores que vão expor e vender obras literárias, haverá uma programação que inclui a exposição multilingue ‘O Principezinho’, que vai estar patente durante toda a mostra; conta também com histórias encenadas, teatro, jogos, contos, poesia musicada e conversas abertas ao público. A autora Andreia Abreu marca presença este sábado, dia 22, às 15h00; mas conta também com jovens autores locais como Francisco Zamith, Ivo Arantes, Cátia Vidinhas e M.G. Ferrey, no feriado do 25 de abril, pelas 15h00, e Joana Pereira, no dia 26 de abril, pelas 10h30.

‘Mercado do Livro – Famalicão a LER conta também com animação musical e momentos de dança protagonizados, respetivamente, pela Associação de Concertinas Monte Santo André, no sábado, 22, das 10h00 às 13h00, e a Apolo Famalicão, no domingo, 23, no mesmo horário.

Recorde-se que os Mercados Urbanos inserem-se na iniciativa ‘Vai à Vila!’, um programa de animação regular do centro da cidade, que vai preencher praticamente todos os fins-de-semana até ao final do ano, conciliando o novo centro urbano com uma dinâmica cultural e lúdica.

O programa completo do Mercado do Livro encontra-se disponível para consulta em www.famalicao.pt/vai-a-vila-mercado-do-livro .