Famalicão: Balcão itinerante BUPi vai para Riba de Ave

O Balcão Único do Prédio (BUPi) vai estar na freguesia de Riba de Ave nos dias 30 e 31 de março, com o seu serviço itinerante. A apresentação pública acontece no dia 29 de março, pelas 18h30, na sede da Junta de Freguesia de Riba de Ave.
Na quinta e sexta-feira, 30 e 31 de março, os proprietários de terrenos rústicos e mistos poderão mapear e identificar o seu património, de forma simples e gratuita, na sede da Junta de Freguesia, entre as 9 e as 18 horas, com o apoio de um técnico habilitado do BUPi e mediante marcação prévia.

O BUPi é um balcão físico e virtual que permite aos proprietários mapear e identificar os seus terrenos rústicos e mistos, de forma simples e gratuita. O registo de propriedades no BUPi não tem custos associados até 2023 e pode ser feito no balcão localizado na Loja de Cidadão de Famalicão, bem como via online, através do site https://ebupi.justica.gov.pt/. A estas modalidades junta-se o BUPi móvel que está em itinerância pelas freguesias do concelho.

Para mais informações sobre o serviço, consulte o site www.famalicao.pt/balcao-unico-do-predio ou contacte a sua Junta de Freguesia.

Famalicão: Coletor com água azul a transbordar para o Rio Ave na vila de Riba d’Ave (c/vídeo)

Nesta manhã de sexta-feira, a população de Riba d’Ave registou mais uma situação de poluição do Rio Ave.

As imagens enviadas para a nossa redação, registadas cerca das 10h00, mostram um coletor a transbordar. A água que sai daquela estrutura, com uma coloração azul, acaba por seguir para o Rio Ave.

A situação não é nova, adiantam os populares, que já reportaram o caso às entidades competentes.

Cabaz alimentar essencial mais barato após 4 semanas consecutivas de subidas, mas preços ainda preocupam consumidores

O preço dos alimentos essenciais teve uma queda esta semana após quatro semanas consecutivas de aumento, e depois de atingir um valor recorde de quase 235 euros. De acordo com a última análise da Deco/Proteste, o cabaz alimentar custa 226,15 euros esta semana, o que representa uma queda de 3,7% (ou 8,70 euros) em relação à semana anterior.

No entanto, em comparação com o mesmo cabaz comprado antes da guerra na Ucrânia, o preço aumentou 42,52 euros (23,16%). Desde o início do ano, apesar do abrandamento da taxa de inflação, o cabaz subiu 6,74 euros (ou 3,07%). Comparando o valor desta semana com o mesmo cabaz comprado há um ano, o aumento é de 33,87 euros, ou seja, mais 17,61%.

A associação de defesa do consumidor tem monitorizado semanalmente os preços de um cabaz de 63 produtos alimentares essenciais que inclui bens como peru, frango, pescada, carapau, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.

Na última semana, os preços dos dez produtos com maiores subidas foram o carapau (43%), o iogurte líquido de morango (16%), o atum posta em azeite (13%), os flocos de cereais e o atum posta em óleo vegetal (10%), a farinha para bolos e a dourada (6%), a cenoura, a massa espirais e as salsichas Frankfurt (4%).

Já os dez produtos que mais viram seus preços aumentar desde o início da guerra na Ucrânia, ou seja, desde 24 de fevereiro de 2022, foram a cebola e a couve coração (79%), a cenoura (74%), o arroz carolino (71%), o carapau (64%), a polpa de tomate (69%), o açúcar branco e o azeite virgem (52%), os flocos de cereais (48%) e o leite UHT meio gordo (43%).

A maior subida de preços desde o início da guerra na Ucrânia até agora registou-se nas categorias laticínios (aumento de 29,26%, ou seja, 3,36 euros) e carne (26,21%, 8,45 euros).

A associação explica que este aumento se deve ao fato de Portugal estar altamente dependente dos mercados externos para garantir o abastecimento dos cereais necessários ao consumo interno, que representam atualmente apenas 3,5% da produção agrícola nacional, sobretudo milho (56%), trigo (19%) e arroz (16%).

“A autossuficiência em cereais rondava os 50% no início da década de 90, mas atualmente o valor não ultrapassa os 19,4%, uma das percentagens mais baixas do mundo e que obriga o país a importar cerca de 80% dos cereais que consome”, acrescenta a Deco.

Barcelos: Homem é atropelado e fica em estado grave

Um homem foi atropelado por um carro em Rio Côvo Santa Eugénia, em Barcelos, e encontra-se em estado grave, de acordo com informações recolhidas pelo E24.

O acidente teve alerta às 08h42 e a vítima foi socorrida pelos Bombeiros Voluntários de Barcelos com apoio da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Barcelos.

O homem, com cerca de 65 anos, foi transportado para o Hospital de Braga.

A Guarda Nacional Republicana (GNR) está a investigar as circunstâncias do acidente.

Baixar o IVA nos alimentos: A diferença poderá ser insignificante para a carteira dos portugueses

O governo português tem vindo a considerar a possibilidade de baixar o IVA em bens alimentares, tal como o governo espanhol fez em dezembro passado. No entanto, um estudo realizado pelo Jornal de Notícias conclui que esta medida pode ter pouco impacto para as famílias.

O JN comparou o preço de 16 alimentos de marca branca de uma cadeia de supermercados e calculou que, retirando o IVA, a poupança seria de apenas 1,98 euros. Em alguns produtos, a diferença no preço seria de apenas um ou cinco cêntimos, chegando aos 28 cêntimos no caso dos óleos alimentares que têm uma taxa intermédia de 13%.

Embora o preço dos produtos tenha descido esta semana em comparação com a anterior, ainda está muito elevado. A Deco Proteste comparou um cabaz de 63 alimentos e registou uma descida de 8,70 euros em relação à semana passada. No entanto, o preço atual do cabaz é de 226,15 euros, muito acima dos 183,63 euros que custava antes do início da guerra na Ucrânia.

O primeiro-ministro português, António Costa, anunciou que pretende trabalhar com os agentes da cadeia alimentar para garantir uma redução do preço dos bens alimentares, admitindo baixar o IVA. No entanto, o objetivo é equilibrar a redução fiscal com a garantia de que esta baixa se traduz numa redução efetiva e estabilização dos preços.

Assim, parece que a baixa do IVA em bens alimentares pode ter pouco impacto na carteira dos portugueses. Será necessário que as medidas adotadas sejam mais abrangentes e que haja um trabalho em conjunto entre o governo e os agentes da cadeia alimentar para garantir uma redução efetiva e sustentável dos preços.