Rodrigo Ribeiro (FC Famalicão) chamado à Seleção sub-17

O jogador da equipa sub-17 do Futebol Clube de Famalicão, está na convocatória da Seleção Portuguesa para a Ronda de Elite de acesso ao Campeonato da Europa, que será disputada entre os dias 13 e 28 de março.

A equipa das Quinas vai medir forças com Eslováquia (22 de março), Polónia (25 de março) e Chéquia (28 de março). A fase final do Campeonato da Europa terá lugar na Hungria, entre os dias 17 de maio e 2 de junho.

Esta está a ser, de resto, uma temporada inesquecível para Rodrigo Ribeiro. Além dos 10 golos que totaliza em 25 jogos no Campeonato Nacional de sub-17, o médio já teve a oportunidade de atuar pelas equipas sub-19 e sub-23 do Futebol Clube de Famalicão.

 

Câmara da Trofa assegura acompanhamento social de proximidade

A Câmara Municipal da Trofa terá ao dispor, a partir de 1 de abril, o SAAS – Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social. Será assegurado em locais distintos como o Fórum Trofa XXI, o Polo do Coronado da Câmara Municipal da Trofa e a Junta de Freguesia de Alvarelhos e Guidões (instalações de Alvarelhos), com horário de atendimento de segunda a quinta-feira, das 09h30 às 13h00 e das 14h00 às 16h30, sendo que os atendimentos ocorrem sob marcação prévia (exceto em situações de emergência social). A intervenção técnica do SAAS é assegurada por uma equipa multidisciplinar organizada em função das especificidades de intervenção.

Este serviço é prestado no âmbito do processo de transferência de competências do Instituto de Segurança Social para as autarquias. Cabe à autarquia proceder ao atendimento e acompanhamento de pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade e exclusão social, bem como de emergência social.

Assim, a autarquia Trofense irá dar continuidade ao trabalho que fazia em cooperação com o Instituto de Segurança Social, assegurando a partir de agora, novas áreas de operacionalização e funcionamento, em que para além do serviço de atendimento e acompanhamento social de pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade e exclusão social, irá proceder à celebração e ao acompanhamento dos Contratos de Inserção dos Beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI).

Câmara da Trofa assegura acompanhamento social de proximidade

A Câmara Municipal da Trofa terá ao dispor, a partir de 1 de abril, o SAAS – Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social. Será assegurado em locais distintos como o Fórum Trofa XXI, o Polo do Coronado da Câmara Municipal da Trofa e a Junta de Freguesia de Alvarelhos e Guidões (instalações de Alvarelhos), com horário de atendimento de segunda a quinta-feira, das 09h30 às 13h00 e das 14h00 às 16h30, sendo que os atendimentos ocorrem sob marcação prévia (exceto em situações de emergência social). A intervenção técnica do SAAS é assegurada por uma equipa multidisciplinar organizada em função das especificidades de intervenção.

Este serviço é prestado no âmbito do processo de transferência de competências do Instituto de Segurança Social para as autarquias. Cabe à autarquia proceder ao atendimento e acompanhamento de pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade e exclusão social, bem como de emergência social.

Assim, a autarquia Trofense irá dar continuidade ao trabalho que fazia em cooperação com o Instituto de Segurança Social, assegurando a partir de agora, novas áreas de operacionalização e funcionamento, em que para além do serviço de atendimento e acompanhamento social de pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade e exclusão social, irá proceder à celebração e ao acompanhamento dos Contratos de Inserção dos Beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI).

Atrasos nas juntas médicas: Há “centenas e centenas” de queixas

Todos os dias chegam ao Movimento Cidadão Diferente queixas de pessoas que não conseguem marcar uma junta médica para obter ou renovar o atestado médico de incapacidade multiusos, impedindo-as de aceder a prestações sociais ou benefícios fiscais.

O relato foi feito hoje à agência Lusa pelo coordenador do movimento cívico de defesa das pessoas com deficiência, Miguel Azevedo, que disse que são “centenas e centenas” as queixas que já receberam devido “aos atrasos enormes de um a dois anos” para aceder a uma Junta Médica de Avaliação de Incapacidade (JMAI), quando a legislação estipula que tem de ser marcada até 60 dias após a apresentação do respetivo requerimento.

Também a provedora de Justiça, Maria Lúcia Amaral, alertou o Ministério da Saúde no início de fevereiro para este problema, na sequência de várias queixas de utentes cujo atestado de incapacidade expirou em 2022, apesar de terem atempadamente requerido a reapreciação da sua situação.

Para resolver o problema, Maria Lúcia Amaral propôs uma prorrogação feita “excecionalmente” e com termo aquando da realização da necessária junta médica.

Questionado pela Lusa sobre este problema, o Ministério da Saúde afirmou que, “reconhecendo a dificuldade existente no acompanhamento de todos os casos dentro dos prazos, procedeu à prorrogação da validade dos atestados que caducaram em 2021 e 2022 até 31 de dezembro de 2023”, como já tinha feito para os que expiraram em 2019 e 2020, estendendo a sua validade até 31 de dezembro de 2022.

“Nos termos do compromisso assumido no Orçamento do Estado, o Governo está a trabalhar na revisão do modelo de avaliação de incapacidades, no sentido de agilizar, com a maior celeridade possível, o acesso dos cidadãos às JMAI”, sublinhou, adiantando que a medida proposta pela Provedoria de Justiça será avaliada nesse contexto.

Miguel Azevedo observou que o problema está nos atestados de incapacidade que caducaram em 2019 e 2020 e que os seus portadores não conseguiram revalidar.

“É muita gente que neste momento está sem benefícios fiscais porque deixou de ter uma certificação para apresentar na Autoridade Tributária ou na própria Segurança Social, porque só com esse certificado, por exemplo, é que se tem acesso à prestação social para a inclusão para as pessoas com deficiência”, elucidou.

O responsável relatou o caso de um filho que está a pedir a certificação para a mãe que tem uma psicose esquizofrénica e que lhe dizem no centro de saúde que demora dois anos a atribuir uma junta médica.

“Ele diz: ‘A minha mãe vai morrer antes e não lhe certifiquei a incapacidade’”, contou.

Esta situação também afeta jovens que precisam do atestado para poder trabalhar, como é o caso de António (nome fictício), que sofre de uma perturbação do espetro de autismo, associado a uma sintomatologia psicótica persistente de difícil manejo terapêutico.

António concluiu, aos 23 anos, um curso profissional de 24 meses promovido pela organização não-governamental Semear que lhe deu equivalência ao 9.º ano de escolaridade, concluído com um estágio final de quatro meses numa empresa de apoio à restauração.

Em novembro de 2022, a empresa que o acolheu para estágio aceitou empregá-lo a tempo inteiro, com contrato de trabalho, tudo dependendo da apresentação de um atestado multiusos.

O pedido para a junta médica no concelho da Amadora foi feito no início de dezembro e nem sequer foi dada uma resposta, estando António em casa sem fazer nada.

“Nós temos [relatos] de variadíssimas situações e infelizmente até de pessoas com problemas cancerígenos que nos têm abordado a dizer que havia de uma linha mais fácil, que era o próprio médico assistente do hospital que atestava a incapacidade, e neste momento não se está a verificar isso”, lamentou Miguel Azevedo.

O responsável salientou que “todos os santos anos” o Movimento Cidadão Diferente chama a atenção para este problema, que se avoluma.

“O que não consigo entender é a inércia do ministério”, disse Miguel Azevedo, defendendo que a solução seria prorrogar automaticamente até 2023 a validade dos atestados caducados e cujos portadores tenham a prova que fizeram o pedido de revalidação.

Para o coordenador, sem “um investimento forte” nas unidades de saúde públicas “nunca se vai recuperar [os atrasos] com as equipas que estão agora”.

O Ministério da Saúde lembra que a resposta à pandemia motivou uma reorganização dos recursos disponíveis, com impacto na atividade nas JMAI.

Para agilizar o acesso às JMAI, o Governo determinou várias medidas, entre as quais que estas passassem a ser constituídas e geridas pelas Administrações Regionais de Saúde (ARS), o que aconteceu a partir de junho desse ano, tendo sido constituídas, até dezembro de 2022, 140, envolvendo mais de 300 médicos.

Desde junho de 2020, foram realizadas mais de 168 mil JMAI, segundo dados das ARS.

Ovos estão mais caros 46%

O preço homólogo dos ovos na União Europeia (UE) aumentou mais de 30% em janeiro, com Portugal a registar uma subida acima da média dos 27 (46,2%), segundo o Eurostat.

Num boletim dedicado ao preço dos ovos, um dos bens alimentares cuja taxa de inflação mais tem aumentado, o serviço estatístico europeu destaca que este tem subido desde janeiro de 2022, com acelerações homólogas de 30,2% em dezembro de 2022 e de 30,4% em janeiro de 2023.

Entre os Estados-membros, os maiores aumentos anuais dos preços dos ovos foram registados, em janeiro, na República Checa (85%), Hungria (80%) e Eslováquia (79%).

Os países onde os preços dos ovos menos aumentaram, mas registando, ainda assim, valores altos, são a Alemanha e Luxemburgo (18% cada) e a Áustria (19%).

Em Portugal, os preços dos ovos subiram, em janeiro, 46,2%, face ao mesmo mês de 2022, a segunda baixa depois do pico de 53,5% registado em novembro de 2022.

Na média da UE, o pico da inflação nos ovos foi registado em janeiro (30,4%).

A UE registou, em janeiro, uma taxa de inflação homóloga de 10,0%, face à de 10,4% registada em dezembro e com os 5,6% de janeiro de 2022.