Famalicão: Jovem joanense de 12 anos chamada a estágio da Seleção Nacional sub-17 de futsal

Joana Costa, da Associação Desportiva de Joane, faz parte do lote das atletas escolhidas pela Seleção Nacional de futsal sub-17 que, de 15 a 18 de janeiro, realiza um para estágio, no Luso.

Com apenas 12 anos, a joanense, que joga nas equipas de infantis e iniciados da AD Joane, é a primeira atleta desta associação a integrar os trabalhos da Seleção Nacional.

Desde sempre no futsal e na Associação Juventude de Joane, Joana Costa atinge, para já, o mais alto patamar desportivo, depois de recentemente ter representado a Associação de Futebol de Braga, no Torneio Interassociações Futsal Feminino sub-17, prova realizada sob a égide da Federação Portuguesa de Futsal.

A direção da Associação Juventude de Joane «congratula-se com este feito inédito, desejando à atleta os maiores sucessos desportivos nesta curta, mas já muito promissora carreira».

 

Famalicão: Cinco agrupamentos e a Forave em projeto internacional para melhorar o processo educativo

Numa atividade inédita, cinco agrupamentos de escolas do concelho (Pedome, D. Sancho, D. Maria II, Gondifelos e Padre Benjamim Salgado) e a Forave, bem como dois representantes da Câmara Municipal, estarão em Eindhoven, nos Países Baixos, para se inteirarem sobre vários projetos de internacionalização que visam melhorar o processo educativo, tendo em vista o mercado de trabalho.

Esta operação nasceu de um desafio lançado por Alberto Costa, subdiretor do Agrupamento de Escolas de Pedome, gestor Erasmus e responsável pelo Plano de Internacionalização, que dá conta que esta dinâmica surgiu após ter participado na Atividade de Formação e Cooperação (TCA) Strateg+, promovida pela Agency for Youth and Civil Society, que teve lugar em Helsinborg, na Suécia, em outubro passado, que teve como objetivo melhorar a qualidade da implementação do programa Erasmus+ (2021-2027). Esse evento centrou-se em atividades específicas das parcerias de cooperação, designadamente gestão de projetos, reuniões transnacionais, produção intelectual, eventos multiplicadores ou atividades de formação, ensino e aprendizagem na perspetiva de atividades transversais, acompanhamento de projetos e orçamentos, qualidade e relevância das atividades.

Um dos participantes dessa TCA foi Hans Vasse, professor holandês e coordenador regional da internacionalização da Brianport, que contempla 366 escolas, cujo objetivo é fazer a ponte entre o mundo empresarial e as escolas para cativar os jovens para as necessidades/oportunidades do mercado de trabalho.

«A grandeza destes projetos de internacionalização reside na possibilidade de criar sinergias com organizações europeias e mundiais de que resultem parcerias estratégicas com vista à mobilidade de alunos e docentes, tendo em vista o desenvolvimento de conhecimentos e competências que permitam a implementação de dinâmicas e processos inovadores que promovam, em última instância, o sucesso educativo dos alunos do concelho de Vila Nova de Famalicão», assinala Alberto Costa.

Recorde-se que o AE de Pedome integra o Programa Território Educativo de Intervenção Prioritária (TEIP) desde o ano letivo 2009/2010. No corrente ano, a população escolar é de 1515 alunos, desde o pré-escolar ao 9º ano, sendo que nos últimos anos tem-se assistido a um aumento do número de alunos subsidiados pela Ação Social Escolar. São mais de 58% os alunos abrangidos pela assistência social escolar e mais de 5% têm necessidades específicas.

O Agrupamento de Escolas de Pedome pretende dar continuidade e reforçar o seu Plano de Internacionalização, «visando uma participação regular, crescente e assídua em projetos e parcerias estratégicas internacionais», esclarece Alberto Costa. Neste sentido, prossegue, «é urgente responder às necessidades de formação dos agentes educativos através da inovação e modernização das práticas pedagógicas, do aumento dos níveis de motivação e satisfação profissional de alunos, docentes e não docentes». Promover a sensibilização para a importância da dimensão internacional e discutir métodos e abordagens com vista a um maior sucesso no processo de ensino-aprendizagem, familiarizando-se com as práticas educativas aplicadas e utilizadas noutros países são apostas que antecipam o sucesso deste projeto.

Famalicenses contribuíram com mais de 42 mil euros para a Liga Portuguesa Contra o Cancro

A generosidade dos famalicenses no mais recente peditório nacional da Liga Portuguesa Contra o Cancro cifrou-se em 42.422, 96 euros. Em Famalicão, o peditório, coordenado pelo Lions Club, decorreu de 28 de outubro a 1 de novembro e superou as expetativas registando um aumento na ordem dos 40 por cento face a 2021.

«Na sequência da realização do peditório nacional da Liga Portuguesa Contra o Cancro, o Lions Clube agradece a todos os voluntários que, de forma altruísta e generosa se associaram a nós e dedicaram o seu tempo e disponibilidade a esta causa», um agradecimento que estende a todos os famalicenses, bem como às empresas, lojas e farmácias «que contribuíram com donativos ou acolheram os moedeiros da LPCC nos seus espaços, apoiando assim este peditório».

 

Centros de Saúde com problemas: Sem sistema desde as 08h00

Os centros de saúde da região Norte estão sem sistema informático desde as 08:00 de hoje, uma situação que “está a causar constrangimentos, priorizando-se as situações mais graves”, confirmou à Lusa fonte da Administração Regional de Saúde (ARS).

De acordo com a fonte, em causa está uma “falha técnica” num servidor da ARS-Norte que afeta “vários centros de saúde”.

“Temos todos os informáticos da ARS-Norte a trabalhar para o mais rápido possível resolver este problema. Esperamos que tudo esteja resolvido até ao final da manhã”, disse a mesma fonte.

A ASR-Norte admite que “a situação está a causar constrangimentos”, mas garantiu que “estão a ser priorizadas as situações urgentes”.

“É verdade que esta falha afeta toda a prestação de cuidados de saúde primários no Norte. Mas as situações mais complicadas são atendidas”, acrescentou.

À Lusa, esta manhã, chegaram relatos de constrangimentos no acesso ao histórico dos doentes, bem como impossibilidade de registo ou de requisição de meios complementares de diagnóstico.

Os relatos remetem para problemas em centros de saúde do Porto, Maia, Valongo, Gondomar, Amarante, Póvoa do Varzim, Vila Nova de Famalicão, entre outros.