A Linha do Norte foi cortada esta tarde devido a um incêndio florestal em Mamodeiro, no concelho de Aveiro.
Nesta altura, estão três meios aéreos a combater este incêndio.
A Linha do Norte foi cortada esta tarde devido a um incêndio florestal em Mamodeiro, no concelho de Aveiro.
Nesta altura, estão três meios aéreos a combater este incêndio.
Desde o fim do mês de julho que a zona florestal da vila famalicense de Joane tem sido fustigada por sucessivos incêndios.
Na última sexta-feira deflagrou mais um que acabou por progredir para freguesias vizinhas, como é exemplo Pousada de Saramagos. Questionado pela Cidade Hoje, o autarca afirma não ter dúvidas de que se trata de mais um episódio de fogo aposto e apela à máxima atenção da população.
António Oliveira pede à comunidade para que, assim que detetem algo de anormal, denunciem junto das entidades competentes.
Uma pessoa ficou ferida, na sequência de um acidente de viação, na Rua de Santo Adrião, em Famalicão.
O sinistro deu-se perto das 12h00 e para o socorro foram acionados os Bombeiros Voluntários Famalicenses.
A vítima, com ferimentos ligeiros, acabou por ser transportada para a unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave.
A Fanfarra dos Bombeiros Voluntários Famalicenses rumou, este fim de semana, até ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima, em Leiria, para a bênção dos seus instrumentos.
Este é, para a fanfarra, “um momento que se torna ímpar pelo seu significado”, numa altura em que este grupo recupera de forma gradual da pandemia que vivemos.
O programa começou pela manhã, cerca das 09h00, com a formatura em frente à Basílica da Santíssima Trindade, seguindo-se a saudação com continência na Capelinha das Aparições e respetiva bênção dos instrumentos.
Ao todo, entre voluntários e familiares, viajaram nesta deslocação até Fátima cerca de 70 pessoas.
A agricultura, construção civil, hotelaria e restauração enfrentam a escassez de recursos humanos, defendendo medidas que mitiguem este problema, sendo que a imigração faz parte de uma solução abrangente, de acordo com os responsáveis contactados pela Lusa.
Em declarações à Lusa, o presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) defende que Portugal “precisa de ter programas de qualificação mais adequados ao setor”, estimando-se que nesta área de atividade faltem cerca de “cinco milhares” de recursos humanos diferenciados.
Eduardo Oliveira e Sousa criticou a “ausência de políticas públicas consistentes e adequadas” para o setor agrícola, apontando que “há muitos anos” que o Estado português, com algumas exceções, “não encara” a agricultura “com a devida consideração”.
Para o presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), Manuel Reis Campos, são necessárias medidas que permitam promover “uma maior mobilidade transnacional dos trabalhadores”.
Estima-se que neste setor falte cerca de 80 mil recursos humanos.
“Estamos a falar da criação de mecanismos que permitam às empresas fazer uma gestão mais dinâmica e eficiente dos seus recursos humanos e estamos a aguardar a publicação da alteração da nova legislação relativa aos vistos, a qual se espera poder dar um contributo positivo para a resolução dos problemas que temos identificado”, refere o responsável.
Por exemplo, o diretor-geral da GesConsult, Nuno Garcia, defende a criação de incentivos para atrair profissionais da construção civil que estão fora do país, setor que sofre “transversalmente com a falta de recursos humanos”.
A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) manifesta-se preocupada com a escassez de recursos humanos no turismo, nomeadamente nos setores que representa, e recorda que já apresentou propostas neste âmbito.
A AHRESP acredita que a “imigração faz parte de uma solução abrangente de medidas” para mitigar a falta de recursos humanos no turismo, com a secretária-geral, Ana Jacinto, a congratular-se “com os passos dados pelo Governo”, nomeadamente no que respeita à “agilização dos vistos para os imigrantes” provenientes da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Para a responsável, “a solução para a escassez de trabalhadores no turismo não é uma via de sentido único, mas sim uma responsabilidade partilhada por todos e que é preciso agir em várias frentes”, sendo que “é fundamental que as empresas tenham capacidade para gerar riqueza, para poderem oferecer melhores condições aos seus colaboradores, pois apesar da retribuição financeira não ser o único tópico a ter em conta no leque de soluções para o problema, é sem dúvida um ponto incontornável”.
O governo respondeu negativamente ao pedido do deputado famalicense na Assembleia da República, Jorge Paulo Oliveira, para que o horário da Loja de Cidadão de Famalicão fosse alargado.
O deputado defendeu junto do Secretário de Estado da Digitalização e da Modernização Administrativa o alargamento de horário, alegando que aquele que vigora, contemplando apenas os dias úteis, das 09h00 às 16h30, “é manifesta e simplesmente insuficiente para fazer face à procura verificada”. Na interpelação dirigida ao Governo, o famalicense refere que “são frequentes as filas de pessoas, como é frequente não ser possível a obtenção de senha de atendimento, dada a inviabilidade daquele ter lugar no horário de funcionamento”.
Na resposta, o Governo diz não ignorar “o importante papel desempenhado pela Loja de Cidadão de Vila Nova de Famalicão”, no entanto “o pedido de alargamento de horário efetuado ainda não pode ser acolhido por estar dependente da disponibilidade de recursos das entidades nucleares integradas na Loja”, neste caso o Instituto dos Registos e Notariado, Autoridade Tributária e Instituto da Segurança Social.

