Famalicão: Jogo de apresentação da AD Ninense é no dia 3 de setembro

A Associação Desportiva Ninense tem agendada, para o dia 3 de setembro, uma festa de apresentação do plantel sénior e júnior.

A equipa principal, treinada por Mário Jorge, fará o jogo de apresentação aos associados às 17 horas, tendo como adversário o S. Veríssimo. Em disputa estará a Taça Amadeu Barbosa Marques.

Depois, a partir das 19 horas, no Largo de Santo António, são apresentados os dois plantéis numa festa que contempla porco no espeto, música ao vivo e Dj.

Famalicão: Avenida Pinheiro Braga em obras de requalificação e duplicação

Depois de a EDP anunciar subida do preço do gás, Galp também confirma que vai fazer aumento

A Galp vai aumentar os preços do gás natural em outubro, num “valor a indicar brevemente”, adiantou à Lusa fonte oficial da companhia, apontando a “volatilidade” e aumento do custo como razões para a atualização.

Este anúncio acontece depois de a EDP Comercial ter dito esta quarta-feira à Lusa que vai aumentar o preço do gás às famílias em média em 30 euros mensais, mais taxas e impostos, a partir de outubro, devido à escalada de preços nos mercados internacionais e após um ano sem atualizações.

“Face à volatilidade do mercado e ao respetivo aumento do custo do gás, a Galp confirma que irá proceder a um aumento dos preços do gás em outubro, num valor a indicar brevemente”, disse fonte oficial da Galp, questionada pela Lusa.

Por sua vez, a presidente executiva da EDP Comercial, Vera Pinto Pereira, anunciou a decisão de aumentar o preço do gás “em média, 30 euros na fatura dos clientes” residenciais, os quais são acrescidos de “cinco a sete euros de taxas e impostos”.

Para cerca de 433.300 (dois terços) dos 650.000 clientes residenciais, que representam os consumos mais baixos, a subida do preço do gás terá um impacto médio de 18 euros mensais, antes de taxas e impostos, ou seja, o aumento rondará os 22 euros.

A EDP Comercial justificou a decisão com a escalada de preços do gás nos mercados internacionais, nos últimos meses, uma situação que foi agravada pela guerra na Ucrânia e as restrições ao abastecimento de gás russo, o que fez também aumentar o preço em outros mercados, como, por exemplo, no gás proveniente da Argélia.

Os novos preços entram em vigor no dia um de outubro e, ao contrário do que é habitual, vão estar em vigor durante três meses, e não durante um ano.

“Excecionalmente, nesta altura, vamos fazer uma alteração e o objetivo é podermos acompanhar, assim que possível, uma correção desta tendência de mercado”, explicou a responsável, sublinhando que o preço poderá ser revisto ao fim dos três meses, em alta, ou em baixa.

A Galp tinha atualizado o preço do gás natural em um de julho, com um aumento de cerca de 3,60 euros para o escalão mais representativo.

Os preços do gás natural para os consumidores em mercado regulado também irão aumentar em outubro, em 3,9% em relação ao mês anterior, segundo anunciou a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), em junho.

Assim, em um de outubro irá registar-se um aumento de 8,2% para o ano 2022-2023, face ao ano anterior (2021-2022) adiantou a ERSE, ressalvando que “tendo presente as atualizações da tarifa de energia ao longo de 2022, os consumidores em mercado regulado irão observar em outubro de 2022 um aumento médio de 3,9% face ao mês anterior”.

Estas atualizações dizem respeito às tarifas de venda ao segmento doméstico (consumos inferiores ou iguais a 10.000 m3/ano) que ainda estão no mercado regulado.

Em julho, os preços também foram alvo de uma atualização, aumentando 3,3%. Assim, a partir do mês passado, a fatura de um casal sem filhos com consumo anual de 138 m3 aumentou 0,33 euros, sendo que para um casal com dois filhos (consumo anual de 292 m3) o aumento médio é de 0,70 euros. Em outubro, no primeiro caso há um acréscimo de 0,48 euros e no segundo 0,87 euros em média, face a setembro, segundo a ERSE.

Famalicão: Três jovens feridos (um deles esfaqueado) no Lago Discount por grupo que fugiu

Três jovens com idades entre os 18 e os 20 anos ficaram feridos, na madrugada desta quarta-feira, no recinto do Lago Discount, em Ribeirão, Vila Nova de Famalicão.

Tudo aconteceu por volta da 01h00, depois das vítimas terem sido agredidas por um grupo de pessoas que se colocou em fuga. Um dos jovens acabou por se esvair em sangue ao ter sido esfaqueado com uma arma branca nos membros inferiores.

Depois da agressão, que aconteceu na parte exterior daquele espaço, as vítimas foram pedir socorro a um estabelecimento que àquela hora ainda se encontrava aberto.

Para o local foram acionados os Bombeiros Voluntários de Famalicão, acompanhados da Cruz Vermelha de Ribeirão, que asseguraram o socorro e o transporte das vítimas para a unidade de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave.

Não foi possível apurar o que terá levado aos desacatos.

A GNR tomou conta da ocorrência.

Todos os feridos foram considerados ligeiros.

Atualização: Confusão com esfaqueamento no Lago Discount em Ribeirão envolveu 14 jovens

 

 

Governo recomenda aumento do preço da água para combater seca

O Governo recomendou, esta quarta-feira, um aumento das tarifas da água a “grandes consumidores domésticos”, ou seja, o “terceiro escalão que são consumos superiores a 15 metros cúbicos”, sendo que o consumo médio de uma família é de cerca de 10 metros cúbicos, durante os períodos de maior gravidade de seca.

A medida anunciada por Duarte Cordeiro, ministro do Ambiente, em conferência de imprensa, é recomendada a 43 municípios, os mais afetados pela seca.

Duarte Cordeiro explicou que o aumento da tarifa se destina aos 43 municípios com menos água, adiantando que “nada impede que outros” concelhos o façam. “Recomendaria essa medida para qualquer município do país”, disse.

Para os 43 concelhos em situação mais crítica, o Governo, acrescentou Duarte Cordeiro, vai também recomendar restrições no uso da água como a suspensão temporária de lavagem de ruas ou do uso de piscinas, e prevê também um “regime sancionatório para penalizar usos indevidos de água”.

Duarte Cordeiro anunciou ainda que o Governo irá financiar a instalação de torneiras redutoras de consumo “em tudo o que é a utilização pública da água”.

O ministro garante ainda que está a ser feita a contabilização “pelas entidades todas”, sendo “fundamental a instalação de contadores” e apela aos municípios que “suspendam temporariamente os usos não essenciais da água da rede”.

Refira-se que depois da reunião da Comissão Permanente de Prevenção, Monitorização e Acompanhamento dos Efeitos da Seca (CPPMAES), a 11.ª deste ano para debater a situação de seca no continente e medidas para minimizar os efeitos, os ministros da Agricultura e da Alimentação, Maria do Céu Antunes, e do Ambiente e da Ação Climática, Duarte Cordeiro, anunciaram 11 medidas, a juntar a outras 82 que já tinham sido tomadas em reuniões anteriores.

EDP vai aumentar preço do gás em 30 euros mensais (média) a partir de outubro

Em declarações à agência Lusa, a presidente executiva da EDP Comercial, Vera Pinto Pereira, anunciou a decisão de aumentar o preço do gás “em média, 30 euros na fatura dos clientes” residenciais, os quais são acrescidos de “cinco a sete euros de taxas e impostos”.

Para os cerca de 433.300 (dois terços) dos 650.000 clientes residenciais, que representam os consumos mais baixos, a subida do preço do gás terá um impacto médio de 18 euros mensais, antes de taxas e impostos, ou seja, o aumento rondará os 22 euros.

A EDP Comercial justificou a decisão com a escalada de preços do gás nos mercados internacionais, nos últimos meses, uma situação que foi agravada pela guerra na Ucrânia e as restrições ao abastecimento de gás russo, o que fez também aumentar o preço em outros mercados, como, por exemplo, no gás proveniente da Argélia.

“Isto é algo que foi crescendo ao longo dos últimos meses, não obstante a EDP manteve as condições de preço para clientes finais residenciais”, apontou Vera Pinto Pereira.

Contudo, prosseguiu, “12 meses depois e perante este cenário no mercado internacional, no contexto internacional onde compramos o gás que fornecemos às famílias portuguesas, esta atualização de preços tornou-se inevitável”.

“O preço de gás fixado há 12 meses, sem nenhuma alteração ao longo de um ano, foi muito importante, até face a outras ofertas de mercado, porque permitiu ter alguma poupança, mas, um ano depois, tendo em conta o novo contexto – nós não produzimos gás, nós temos de o comprar em mercado — temos que fazer repercutir isto [a subida nos mercados grossistas]”, vincou a presidente executiva.

Os novos preços entram em vigor no dia 01 de outubro e, ao contrário do que é habitual, vão estar em vigor durante três meses, e não durante um ano.

“Excecionalmente, nesta altura, vamos fazer uma alteração e o objetivo é podermos acompanhar, assim que possível, uma correção desta tendência de mercado”, explicou a responsável, sublinhando que o preço poderá ser revisto ao fim dos três meses, em alta, ou em baixa.

Vera Pinto Pereira realçou que a empresa está a desenvolver “todos os esforços para que o ajuste seja para baixo”, garantindo a estabilidade de abastecimento de gás aos clientes e continuando a trabalhar no aprovisionamento, para conseguir condições mais vantajosas nos mercados onde compram a matéria-prima.

Questionada sobre se espera compreensão por parte dos clientes, Vera Pinto Pereira destacou a importância de “dar a melhor informação possível de contexto”, nas cartas enviadas aos clientes, “para que possam compreender aquilo que está a acontecer e possam compreender que a EDP não ganha nada com esta situação”.

“A nossa máxima preocupação é o cliente final e são as famílias portuguesas e, portanto, iremos tentar reverter isto assim que possível”, sublinhou a presidente executiva.

A responsável rejeitou também receio de perder clientes para a concorrência. “O mercado é livre e, portanto, acho que faz parte”, afirmou.

A empresa deu ainda conta da possibilidade de clientes com dificuldades em pagar as suas faturas pedirem planos de pagamento, para fazer o pagamento faseado.

Desde a última atualização feita pela EDP Comercial, para o ano-gás que vigora até 30 de setembro, que teve impactos entre seis e 19 cêntimos nas faturas das famílias, o preço daquela matéria-prima nos mercados grossistas aumentou 1.000%, ou seja, multiplicou por 10.