Grávida não vacinada está ligada à ECMO no Hospital S. João

A mulher, de 35 anos, chegou oriunda do Centro Hospitalar Tâmega e Sousa e encontra-se “estável”, tendo a fonte do hospital frisado ainda que o bebé “se encontra bem”.

Desde o início da pandemia, prosseguiu a fonte, o Hospital São João contabilizou “três grávidas com covid-19 em ECMO”, assinalando que as duas primeiras “foram salvas e que apenas um dos bebés não sobreviveu”.

A fonte acrescenta que o maior hospital da zona Norte teve também, neste período, “cinco grávidas não covid-19 ligadas à ECMO”.

A covid-19 provocou 5.470.916 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 19.071 pessoas e foram contabilizados 1.577.784 casos de infeção, segundo a última atualização da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 na China.

Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), já foi registada em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.

Espanha: Português tem acidente, vai para o hospital e acaba detido assim que tem alta

Um português foi, esta semana, detido em Espanha na sequência de um acidente de viação na A-62, em Salamanca.

O homem está indiciado de dois homicídios por negligência, depois do veículo onde seguia ter colidido frontalmente com um carro de matrícula portuguesa, tirando a vida a um casal de idosos com cerca de 80 anos.

O indivíduo, depois de ter recebido alta do hospital, foi detido pelas autoridades espanholas e presente a tribunal.

Fonte / Foto: La Opinion de Zamora

Eleições: Fenprof quer menos alunos por turma

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) defendeu hoje a redução do número de alunos por turma e a valorização da profissão como formas de investimento na Educação pelos partidos concorrentes às eleições legislativas de dia 30.

“Na próxima legislatura, é necessário travar a municipalização, democratizar a gestão, reduzir o número de alunos por turma, garantir condições para uma educação verdadeiramente inclusiva e deixar que sejam as escolas a escolher os projetos a desenvolver”, é defendido na posição da Fenprof enviada aos associados, a apelar ao voto nas eleições legislativas do dia 30.

Em relação aos profissionais, a Fenprof considerou que “é indispensável romper com o percurso de desvalorização e desrespeito a que têm estado sujeitos”, através do combate à precariedade, da recomposição das carreiras, do respeito pelo horário de trabalho, pela melhoria das condições de trabalho, pelo rejuvenescimento da profissão docente e pela criação de um regime de aposentação específico.

Medidas que, para a Federação Nacional dos Professores, permitem investir na Educação e na Ciência, valorizando a escola pública e a profissão de docente, atraindo jovens para a profissão, depois de anos de desinvestimento.

Para a Fenprof, o próximo Governo “terá de estar disponível para dialogar e negociar soluções para os problemas, quebrando o bloqueio que, nos últimos anos, foi imposto”.

A resposta aos problemas da Educação e dos seus profissionais, segundo a Fenprof, não passa por privatizar serviços públicos, nem pela revisão da Constituição da República ou da Lei de Bases do Sistema Educativo, mas pelo seu cumprimento.

A posição do secretariado nacional da Fenprof foi tomada numa reunião ocorrida nos últimos dois dias para preparar o regresso às escolas no segundo período e definir as prioridades a defender junto do Governo e da Assembleia da República, após as eleições legislativas de dia 30.