Professora famalicense acompanhou os alunos à vacina neste fim de semana

Uma professora de Vila Nova de Famalicão decidiu apoiar os seus alunos no processo de vacinação contra a Covid-19.

A ideia surgiu por parte de uma encarregada de educação que questionou a docente em relação à sua disponibilidade. A professora aceitou o desafio e, a partir desse momento, os pais organizaram os agendamentos da vacina para o mesmo dia e hora, de forma a que todos se encontrassem.

Este fim de semana, quase metade da turma concentrou-se no Centro de Vacinação de Famalicão e, num ambiente tranquilo entre amigos, foram vacinados.

“A união fez a força” disse uma das encarregadas de educação que aderiu à iniciativa e elogiou o facto da professora querer ajudar num momento que é, por norma, de alguma ansiedade para os mais novos.

 

Eleições: Há países que já fizeram o que Portugal quer fazer

Em Portugal discute-se agora formas que assegurem que todos possam, nas próximas eleições legislativas, marcadas para dia 30, exercer o seu direito de voto.

As primeiras informações, avançadas pelo próprio governo, dão conta da possibilidade do isolamento ser levantado a todos que estão infetados ou isolados por contacto de risco.

Israel já foi a votos e, por isso, teve a necessidade de criar um modelo de ida às urnas que chegasse a todos. Assim, foram criadas urnas de voto dedicadas a infetados, em formato drive thru e ambulantes, com deslocação a locais onde a população é considerada de risco e não se pode expor.

Em Portugal, o governo fez saber este domingo que está em diálogo com todos os partidos de forma a que se possa encontrar uma solução.

Minho: Criança de pais emigrados em França morre ao cair de 4.º andar

Uma criança de dois anos, morreu na última terça-feira, depois de cair de um quarto andar de um prédio, em Villeneuve-Saint-Georges, em França.

Segundo O Minho, a notícia foi recebida com grande consternação em Paredes de Coura, de onde os pais são naturais.

A queda deu-se do apartamento onde o menino morava com a família, a cerca de 15 quilómetros de Paris, avança a mesma fonte.

O corpo da criança será transladado e as cerimónias fúnebres realizadas na próxima quarta-feira, na freguesia do bico, em Paredes de Coura.

Governo está a falar com todos os partidos para encontrar a melhor solução para todos votarem

O Governo está a consultar os partidos políticos para se encontrarem “as melhores soluções” para que, apesar da evolução da pandemia de covid-19, o “maior número de pessoas possa votar” nas próximas legislativas, revelou este sábado o primeiro-ministro.

“A ministra [da Administração Interna] está a contactar os diferentes partidos de forma a encontrarmos as melhores formas e soluções para garantir que o maior número de pessoas possa votar”, afirmou António Costa.

Questionado pelos jornalistas à margem de um encontro com apoiantes do PS em Elvas, distrito de Portalegre, o também secretário-geral socialista disse que a votação de pessoas em isolamento, devido à covid-19, “é um assunto que o Ministério da Administração Interna está a tratar”.

António Costa realçou que as soluções a adotar para estes casos terão de ter em conta as normas, notando que “a lei limita os horários e várias das possibilidades que têm sido aventadas”, sem precisar quais.

“Não podendo haver alteração da lei, temos que, dentro do quadro da lei, encontrar as melhores soluções para garantir o fundamental, que é o maior número de pessoas possa votar”, insistiu.

Por outro lado, o chefe do Governo frisou que o atual número de casos de covid-19 demonstra que “o risco que era previsto no início da semana passada tem vindo a minorar”, esperando que “a reabertura com cautela na segunda-feira, não prejudique esta evolução”.

Costa lembrou ainda a nova norma publicada recentemente pela Direção-Geral da Saúde (DGS) que determina que as pessoas com dose de reforço da vacina ficam isentas de isolamento e que “só há isolamento no caso de um contacto de risco com um coabitante”.

“Isto diminui muito significativamente o número de pessoas que estarão isoladas sem ameaçar a segurança de quem vai votar”, acrescentou.