FC Famalicão tem em curso renovação de lugares anuais

O Futebol Clube de Famalicão inicia, esta quinta-feira, a renovação de lugares anuais para a temporada 2021/2022. O processo decorre até 13 de novembro, na Loja Oficial, mediante as seguintes condições:

Renovações 2021/2022 – de 6 de outubro a 13 de novembro – 80 euros; Trocas de lugar – 15 a 20 de novembro; Venda de lugares a sócios do FC Famalicão (conforme disponibilidade) – a partir do dia 22 de novembro – 80 euros.

Refira-se que para o jogo frente ao Futebol Clube Vizela, marcado para 31 de outubro, os sócios com lugar anual apenas terão de levantar bilhete na Loja Oficial se não efetuarem a renovação até à data do jogo.

Famalicão: Colisão entre carro e mota na N206 faz um ferido

Um homem, com cerca de 45 anos, ficou ferido na sequência de uma colisão a envolver um carro e uma mota, na manhã desta quarta-feira, em plena N206.

O acidente aconteceu por volta das 07h30 na Av. 9 de Julho e o socorro foi prestado pelos Bombeiros Voluntários Famalicenses.

A vítima, com ferimentos leves, acabaria por ser transportada para a unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave.

OMS lança alerta sobre a Covid-19: “Vírus não está controlado nem pandemia vencida”

A responsável pela gestão da covid-19 na Organização Mundial de Saúde (OMS), Maria Van Kerkhove, alertou hoje que o novo coronavírus ainda não está controlado, com muitas pessoas a crerem erradamente que a pandemia está quase vencida. De acordo com a responsável, 3,1 milhões de novas infeções e 54.000 mortes foram relatadas em todo o mundo na semana passada, com os números reais a serem provavelmente muito superiores.

“A situação é ainda incrivelmente dinâmica. E é dinâmica porque não temos controlo sobre este vírus”, disse a epidemiologista norte-americana numa conversa ao vivo nas redes sociais da OMS. E acrescentou: “Ainda não estamos fora de perigo. Estamos completamente no meio desta pandemia. Mas onde no meio … ainda não sabemos, porque francamente não estamos a utilizar as ferramentas que temos neste momento para nos aproximarmos do fim”.

Maria Van Kerkhove lamentou também que em algumas cidades estejam saturadas as unidades de cuidados intensivos e hospitais, com pessoas a morrer, “enquanto nas ruas as pessoas se comportam como se (a epidemia) tivesse acabado completamente”. A responsável assinalou também que as mortes ocorreram em grande parte entre as pessoas que não foram vacinadas.

Segundo os dados fornecidos pelos países que dão informações à OMS “a taxa de hospitalização e de mortes é de longe” mais elevada “entre os que não foram vacinados”, disse. Maria Van Kerkhove também lamentou a desinformação e as ideias falsas que circulam na internet sobre a covid-19, acrescentando: “o resultado é que as pessoas estão a morrer. Não podemos dourar isso”.

A OMS está a estudar como a pandemia pode evoluir nos próximos três a 18 meses. A responsável disse que ainda há bolsas de pessoas que não estão vacinadas, ou por falta de acesso a vacinas, ou porque se recusam ser vacinadas, e ainda podem vir a surgir surtos epidémicos. E frisou que o vírus veio para ficar. “A possibilidade de erradicar o vírus, ou mesmo de o eliminar a nível global, perdeu-se desde o início. Perdeu-se porque, a nível global, não atacámos este vírus tão vigorosamente quanto podíamos”, lamentou.

A covid-19 provocou pelo menos 4.805.049 mortes em todo o mundo, entre mais de 235,30 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Famalicão: Desconhecidos levam Mercedes de estacionamento, proprietário procura por informações

O carro da imagem, um Mercedes Classe A 180 AMG com a matrícula 90 – PS – 46, foi levado por desconhecidos, na última noite, em Riba d’Ave, Vila Nova de Famalicão.

Segundo o proprietário, o veículo foi estacionado no parque de um restaurante / bar da vila ribadavense, na Rua Bernardino Machado, cerca das 22h00, tendo desaparecido logo depois sem deixar rasto.

Se avistar o carro da imagem ou tiver alguma informação entre em contacto com as autoridades locais ou com o número 916 363 158.

Fenprof ameaça com greve e manifestação nacional se Governo não negociar com professores

“Queremos negociar e, desse modo, resolver os problemas, mas se não tivermos interlocutor no Ministério da Educação tornar-se-á inevitável a luta”, disse o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, na intervenção de encerramento da manifestação de professores e dirigentes sindicais que hoje percorreu ruas de Lisboa e terminou junto ao Ministério da Educação (ME).

Mário Nogueira disse que na próxima quinta-feira, 07 de outubro, as propostas sindicais para as negociações do Orçamento do Estado para 2022 (OE2022) já entregues ao primeiro-ministro, António Costa, serão entregues no ME, esperando que se quebre o “bloqueio negocial”, uma “intolerável expressão de arrogância, mas também de incapacidade e cobardia políticas”.

Sem negociações, as ações de luta são dadas como certas “a partir do início de novembro, caso o Orçamento do Estado não inclua medidas” que reconheçam as reivindicações dos docentes.

“O recurso à greve estará sempre em cima da mesa, aliás, como a outras formas de luta, integrando um plano para a ação reivindicativa, definido em torno de objetivos concretos e de tempos adequados como é, obviamente, o período de debate e votações do Orçamento do Estado, que se iniciará no próximo dia 11 de outubro e decorrerá até final de novembro”, disse.

De forma convergente ou não, admite-se também “um regresso à rua em número elevado”, se essa for a decisão do Conselho Nacional da Fenprof, que se reúne ainda em outubro.

A Fenprof anunciou também a entrega de pré-avisos de greve ao sobretrabalho, que são entregues na quarta-feira e se concretizam a partir de 25 de outubro até ao final do ano letivo, se não forem encetadas negociações.

O combate à municipalização da educação foi também elencado como uma das prioridades da luta sindical, com a Fenprof a anunciar a intenção de promover 308 reuniões sindicais com os municípios, para “travar o tremendo erro antes de ser cometido”, uma vez que se prevê que o processo de transferência de competências para os municípios se generalize em todo o país em março do próximo ano.

Afirmando que não existe em Portugal “estima e respeito” pelos docentes, o secretário-geral da Fenprof lembrou o tempo de serviço não contabilizado, os problemas nos concursos, os impedimentos burocráticos à progressão na carreira, a precariedade e o envelhecimento da profissão, entre outras questões, que pontuaram a manifestação em muitos dos cartazes exibidos.

E lembrando as promessas eleitorais do PS de valorização da carreira docente, Mário Nogueira questionou e respondeu: “Que fez o Governo, até hoje, para honrar os compromissos? Absolutamente nada”.

Jorge Pires, da Comissão Política do PCP, marcou presença na manifestação de hoje “em solidariedade” com os professores e com as suas reivindicações, como “o escândalo” da precariedade a que estão sujeitos, mas recusou traçar linhas vermelhas para as negociações com o Governo para o OE2022.

“Há mais vida para além do orçamento. Há muitas medidas que os professores reivindicam que não precisam do Orçamento do Estado”, disse Jorge Pires, referindo, por exemplo, questões relacionadas com a carreira.

Elsa Vilhena, professora do 1.º ciclo em Faro, e uma das manifestantes que hoje veio até Lisboa, disse à Lusa ter como principal preocupação pessoal um dos temas que tem sido central no discurso sindical: a aposentação e o envelhecimento na profissão.

Com 58 anos, a professora disse à Lusa ser uma das mais novas no seu agrupamento escolar e teme não ter condições para ser uma boa professora até ao final da carreira.

“Preocupa-me pensar que até aos 66 anos não vou manter a capacidade de ser uma boa professora, de manter a mesma qualidade”, disse, acrescentando que esperava poder já estar reformada nesta altura.

Centenas de professores e dirigentes sindicais concentraram-se hoje junto ao ME, em Lisboa, numa manifestação em prol da dignidade e valorização profissional e em protesto contra o desrespeito pela negociação coletiva.

O protesto, que assinalou o Dia Mundial do Professor, partiu do largo de Santos até ao Ministério da Educação (ME), na avenida Infante Santo, onde Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), discursou no encerramento da iniciativa.

Entre as principais reivindicações, a estrutura sindical sublinha a recomposição da carreira, o regime de aposentação e rejuvenescimento da profissão, horários e condições de trabalho, precariedade profissional e o regime de concursos.