Desemprego desce em Vila Nova de Famalicão

O número de desempregados em Vila Nova de Famalicão registou uma descida, no balanço mais recente revelado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional.

De acordo com o relatório agora disponibilizado, com dados recolhidos até 31 de julho, Vila Nova de Famalicão regista 4 045 desempregados, o que representa uma descida de 55 pessoas quando comparado com o balanço anterior onde se foram registados 4 100 desempregados.

 

Homem encontrado morto junto do separador central de uma das principais avenidas de Braga

Um homem, entre os 40 e os 50 anos, foi encontrado sem vida, por volta das 05h00 desta quinta-feira, na Avenida Padre Júlio Fragata, nas proximidades do centro comercial Braga Parque, em Braga.

De acordo com o JN, que cita fonte da Polícia Judiciária, não foram encontrados indícios de crime.

O corpo foi transportado para o Instituto de Medicina Legal para ser examinado.

As autoridades procuram ainda informações que cheguem à identidade do homem, uma vez que não terá sido encontrado nenhum documento junto do cadáver.

Paredes do Hospital de Famalicão ganham cor em homenagem aos profissionais de saúde

O Hospital de Famalicão ganhou cor. Seguindo o princípio de que a arte cumpre a sua função nos locais mais improváveis, A Casa ao Lado requalificou e decorou espaços da Unidade de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA), com pinturas artísticas que são uma homenagem aos profissionais de saúde e que funcionam também como uma receção mais calorosa dos utentes. O trabalho foi desenvolvido pela referida entidade artística em parceria com o CHMA e a empresa famalicense Arga Tintas, no âmbito da iniciativa «Programar em Rede», promovida pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.

“Criar um ambiente harmonioso, agradável e tranquilo, a espaços conotados a dor, stress e doença, homenageando, de igual forma, as equipas técnicas, enfermeiros e auxiliares que fazem o Espaço Hospital”, foi o objetivo d’A Casa ao Lado com a concretização deste projeto cultural, aprovado no Conselho Municipal da Cultura, em 2020. O processo criativo passou por decorar alguns espaços hospitalares com imagens gráficas que remetiam para as áreas técnicas hospitalares, com “expressões de alegria, agradecimento, liberdade e esperança expressas em mãos, gestos (…) de forma a que seja um espaço onde as pessoas se sintam bem”, indica A Casa ao Lado.

As intervenções artísticas na Unidade Hospitalar de Famalicão (Centro Hospitalar do Médio Ave EPE) decorreram, entre julho e agosto de 2021, no Corredor Central do Hospital, espaço que atravessa todo o Hospital e que a equipa hospitalar utiliza com frequência, e na área de Consultas Externas, onde diariamente utentes aguardam as suas consultas e exames, assim como na parte exterior do edifício, nomeadamente, na área de Patologia Clínica.

Refira-se que o Centro Artístico A Casa ao Lado tem como missão a dinamização social e cultural com e para a comunidade através da educação artística, inclusão social através da arte e intervenções urbanas. Desde o seu início, em 2005, todos os projetos têm como base gráfica, histórias, lendas e/ou personalidades nos locais em que intervêm, de forma a criar uma marca identitária, de coesão social e territorial. Esta não é a primeira intervenção da entidade artística no CHMA, sendo que, em 2017, realizaram uma pintura artística na área de Oncologia, da Unidade Hospitalar de Famalicão.

Recorde-se que o «Programar em Rede» é uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão desde 2016, destinando-se a apoiar, anualmente, um projeto cultural que seja promovido em conjunto por várias associações e instituições do concelho com atividade no domínio cultural que tenham sede em Vila Nova de Famalicão ou, não possuindo, promovam atividades de interesse municipal. A avaliação e decisão do projeto vencedor é da responsabilidade do Conselho Municipal da Cultura. A Casa ao Lado venceu a quinta edição do projeto municipal, em 2020, tendo arrecadado 10 votos, em 15 possíveis.

Famalicão: Homem suspeito de violar idosa de Nine fica, para já, na prisão de Paços de Ferreira

José Sá, de 56 anos, suspeito de violar uma idosa de Nine, vai ficar em prisão preventiva, avança o Jornal O Minho.

O suspeito ficou esta quarta-feira a conhecer as medidas de coação, depois de ter sido detido, no dia anterior, na sequência de uma investigação das autoridades. O homem é suspeito de abusar sexualmente de uma idosa com 90 anos, utente do Centro de Lazer de Viatodos.

José Sá, que terá sido recentemente contratado para motorista daquele centro, contactava com a alegada vítima de forma constante para a transportar de casa para a instituição, tendo os crimes sido cometidos na habitação da idosa, em Nine.

Depois de conhecer as medidas de coação, José Sá foi encaminhado para o Estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira onde se deve manter até estarem reunidas as condições para, a partir de casa, ser monitorizado através de pulseira eletrónica.

Covid-19: Patrões portugueses afastam para já vacinação obrigatória

Em declarações à Lusa, a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) considera que, perante “as altas taxas de vacinação” e o “reduzido número” de casos de contágio em meio laboral, não ser necessário, “pelo menos para já”, que se estabeleça a obrigatoriedade de os trabalhadores serem vacinados.

“No entanto, uma medida dessa natureza pode vir a revelar-se útil como alternativa à imposição de horários desfasados e teletrabalho como aconteceu recentemente”, sublinha a confederação presidida por João Vieira Lopes, acrescentando que a única proposta que equaciona apresentar neste âmbito prende-se com o reforço da sensibilização para a vacinação nomeadamente junto dos jovens.

“Para a CCP, o arranque do ano letivo vai ser um momento decisivo para comprovar se o pior já passou. Neste contexto esperamos que o Governo coloque um grande enfoque na prevenção no arranque das aulas”, refere a confederação patronal.

Não sendo a vacinação contra a covid-19 obrigatória em Portugal, mas apenas recomendada, a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) sublinha que, com a legislação em vigor, as empresas “não podem impedir o regresso ao escritório dos trabalhadores que não se queiram vacinar ou que ainda não tenham a vacinação completa”, ou que tais circunstâncias possam limitar a admissão de novos trabalhadores.

“Este é o sentido da lei em vigor, pelo que deve ser a regra seguida pelas empresas”, referiu à Lusa o presidente da CTP, Francisco Calheiros.

O presidente a Associação Empresarial de Portugal (AEP), Luís Miguel Ribeiro, assinala, por seu lado, o efeito das vacinas no desenvolvimento de doença grave provocada pelo novo coronavírus e o consequente impacto no absentismo dos trabalhadores, pelo que considera “importante” que as entidades com responsabilidade na saúde pública “promovam uma maior informação e sensibilização junto da população”.

Neste contexto, o presidente da AEP admite que a obrigatoriedade da vacinação possa vir a tornar-se um requisito para a admissão de novos trabalhadores.

“Sem colocar em causa os princípios da igualdade e da não discriminação, considero ser razoável admitir essa possibilidade [vacinação obrigatória] na admissão de novos postos de trabalho, que constituiria mais um aspeto a juntar aos demais direitos e obrigações estabelecidos no contrato de trabalho”, refere, assinalando que tal corresponderia, na prática, “a estabelecer um dever cívico” em contexto laboral.

É que, acrescenta o presidente da AEP, “não podemos esquecer que a retoma da economia global está condicionada pelo controlo da pandemia, pelo que tudo o que estiver ao nosso alcance deve ser feito”.

Ainda que admita que em determinadas profissões, com maior contacto com populações de risco, como os idosos, possa aprofundar-se a discussão em torno da obrigatoriedade da vacinação, a CCP considera que, mais do que legislar, o importante é que se mantenha a cultura de vacinação voluntária que existe no país.

“Caso se avance com uma medida desta natureza ela terá que ser tomada no parlamento porque, mesmo num contexto de saúde pública, há aqui uma redução da liberdade individual. Somos um país com uma grande cultura de vacinação mas de um modo totalmente voluntário, princípio que seria desejável manter”, sublinha a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal.

A Lusa também questionou a CIP sobre este tema, mas até ao momento não recebeu qualquer resposta.

Bombeiros Famalicão e Famalicenses combatem incêndio em indústria de carnes na vila de Joane

Os Bombeiros Voluntários Famalicão e Famalicenses combateram, na manhã desta quinta-feira, um incêndio que deflagrou numa industria de carnes, na vila de Joane, em Vila Nova de Famalicão.

O alerta para a ocorrência na Travessa de Santo António foi dado por volta das 07h20.

De acordo com as primeiras informações o fogo terá afetado uma zona da cave daquela unidade industrial.