Famalicão: Zona florestal usada para depósito de peças de carros desmantelados

A zona florestal junto ao Parque Empresarial de Currelos, na freguesia de Jesufrei, está a ser usada como depósito de materiais de carros desmantelados.

O achado foi feito por um seguidor da Cidade Hoje nas redes sociais que, este fim de semana, decidiu fazer uma caminhada por esta zona verde.

Naquela zona é possível encontrar pára-choques, matrículas estrangeiras, borrachas, portas, entre outras peças de automóvel.

Barcelos: Um ferido grave e dois ligeiros em violento acidente na zona de Cristelo

Três pessoas ficaram feridas, uma com gravidade, na sequência de uma violenta colisão no lugar da aldeia, freguesia de Cristelo, em Barcelos.

Segundo o Diário do Minho, o acidente aconteceu cerca das 21h00 deste sábado, numa zona de curva. O ferido mais grave necessitou de ser desencarcerado e levado para o hospital de Braga.

Já os restantes feridos, duas crianças, foram transportadas para o hospital de Barcelos.

Investigador avisa para “uma ligeira onda” de covid-19 este mês com abertura do país

“Com a cessação de restrições é natural que aumente o número de contactos e havendo um maior número de contatos, a probabilidade de haver mais casos é maior”, disse à agência Lusa o matemático e professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Carlos Antunes apontou o caso de Israel que já está a atingir quatro mil casos diários e era o país com maior cobertura vacinal.

“Nós sabemos que mesmo com a cobertura vacinal na ordem dos 60% ou mesmo até dos 70% completa, não nos garante que haja novas ondas”, disse o investigador, discordando dos que afirmam que já se está numa situação endémica da covid-19.

No seu entender, esta situação só será atingida quando o país tiver 85% da população com a vacinação completa e ainda está “um bocado longe” de atingir esse objetivo, previsto para o final de setembro.

“Até setembro, se nós não decidirmos confinar, mesmo que parcialmente ou aplicar medidas locais em alguns municípios, eu acredito que é possível haver ainda mais uma pequena vaga, com crescimento exponencial”, disse Carlos Antunes.

O investigador ressalvou que esta situação vai depender dos comportamentos das pessoas, lamentando as notícias de algumas situações de abuso em termos desrespeito pelas normas de saúde pública, que podem vir a aumentar.

“Se se verificar esse aumento ligeiro da incidência então é de esperar que a letalidade continue também a aumentar, embora com uma dimensão muito baixa”, observou.

Questionado se o levantamento das restrições foi cedo demais, Carlos Antunes afirmou que, do ponto de vista da análise de risco, é preciso assumir que existe risco para “os dois lados, económico e social, quando se toma uma decisão destas.

“Nós arriscamos e podemos ter um benefício económico em detrimento de uma situação mais grave na saúde pública, mas sem grande impacto em termos do serviço hospitalar”, explicou.

Nesse sentido, a sociedade está disposta a assumir esse risco, mas, afirmou, se o principal objetivo fosse “controlar completamente” a situação epidemiológica, ter sido “cedo demais aliviar as medidas de forma tão drástica, de acabar com tudo”.

Numa perspetiva mais global, Carlos Antunes considerou que o país atuou “na medida certa”, porque a população já tem alguma proteção vacinal que garante que, “apesar de haver algum aumento de internamentos, não é em número significativo, que possa pôr em causa em termos nacionais o funcionamento hospitalar”.

“Há espaço para podermos deixar um bocadinho mais a incidência aumentar, porque isso traduz-se numa menor prevalência hospitalar e em níveis que são perfeitamente geríveis e é nessa base que nós assumimos o risco de abrir (…) mas temos assumir que ao acabar completamente com as medidas de restrição de atividades e de horários que possa surgir novamente uma situação de aumento da incidência”, rematou.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, já morreram em Portugal 17.457 pessoas e foram registados 984.985 casos de infeção, segundo a Direção-Geral da Saúde.

Janaína Queiroz reforça Futebol Clube de Famalicão

A central brasileira Janaína Queiroz é o mais recente reforço do Futebol Clube de Famalicão.

A atleta de 33 anos chega do Grêmio sendo que na sua carreira já representou equipas como o Santos, Corinthians, Palmeiras e, em Portugal, o SC Braga.

Ao nível dos títulos, coleciona, entre muitos, um Mundial de Clubes, uma Liga BPI em Portugal e, pela seleção brasileira, o Mundial Sub20, no Chile..

Pêpê Rodrigues continua no F.C.Famalicão depois de assinar contrato até ao final da época

O médio Pêpê Rodrigues vai manter-se no Futebol Clube de Famalicão. O atleta de 24 anos assinou contrato até ao final da época.

Considerado um dos principais responsáveis pelo percurso ascensional do Futebol Clube de Famalicão na temporada transata, Pêpê Rodrigues aceitou o convite para continuar a vestir a camisola do emblema famalicense.

O médio foi utilizado em 18 jogos na época passada e vem aumentar as opções do mister Ivo Vieira para o meio-campo.

“Estou muito feliz por me manter num clube em que fui espetacularmente recebido e que foi importante para recuperar a minha confiança”, afirmou Pêpê Rodrigues.