Famalicão: Autoridades montam mega operação de rusga em edifício no centro da cidade

Vários elementos da unidade especial de polícia estão, desde o início da tarde desta terça feira, envolvidos numa operação de rusga a um edifício no centro da cidade de Famalicão.

Ao que a Cidade Hoje conseguiu apurar, a operação está concentrada num edifício da Avenida Marechal Humberto Delgado, em frente ao antigo campo da feira.

As primeiras informações dão conta que a rusga estará relacionada com o tráfico de droga.

DGS recomenda vacinação de todos os jovens entre os 12 e os 15 anos

Em conferência de imprensa, a Direção-Geral da Saúde (DGS) atualizou esta terça-feira as informações relativas à vacinação das crianças dos 12 aos 15 anos. A DGS recomendou a vacinação de todos os jovens entre os 12 e os 15 anos. De acordo com a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, ainda não há uma data definida para a vacinação universal destes jovens. «Não se tenha a expectativa de que é hoje que começa [a vacinação], hoje foi tomada apenas a decisão técnica», afirmou Graças Freitas.

Graça Freitas destacou que, com os dados recolhidos ao longo das semanas, na União Europeia não existem «sinais de riscos» associados à toma de vacinas parte dos mais jovens. Deste modo, a DGS tomou «a decisão de abrir a vacinação a todos os adolescentes dos 12 aos 15 anos». Assim, os jovens não precisam de apresentar comorbilidades associadas nem de uma prescrição médica para serem inoculados.

Portugal suscetível a alterações climáticas pede «prioridade nacional»

A organização ambientalista ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável destacou esta terça-feira, dia 10 de agosto, que Portugal é dos países da Europa com maior vulnerabilidade às alterações climáticas. Consequentemente, a organização aconselhou que este problema deve traduzir-se numa prioridade nacional.

Em comentário ao relatório do primeiro grupo de trabalho do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas relativo aos fundamentos científicos das alterações climáticas, enviado à Lusa, a ZERO sublinhou que «o documento apresentou o aviso mais severo de sempre da comunidade científica mundial sobre os efeitos das emissões de gases de estufa e consequentes alterações climáticas, antes de o planeta atingir um aumento de temperatura superior a 1,5 ºC».

No contexto europeu, a «região do Mediterrâneo apresenta grandes vulnerabilidades e menores oportunidades para lidar com as alterações climáticas» e «é das mais vulneráveis às alterações climáticas», sublinhou a associação.

«Devido às suas características geográficas, Portugal encontra-se entre os países europeus com maior vulnerabilidade a estas alterações», referiu. «Em Portugal, as alterações climáticas deverão ser cada vez mais uma prioridade nacional», acrescentou, explicando que a região Mediterrânica apresenta-se como «uma zona geográfica de maior vulnerabilidade aos efeitos adversos das alterações climáticas».

Segundo a associação, o país pode estar sujeito a desertificação, seca, fogos florestais, erosão da linha de costa devido à subida do nível médio do mar e ao aumento de tempestades, diminuição da produtividade agrícola, dificuldade na manutenção de sistemas agrícolas mais sensíveis a limitações hídricas ou de produção tradicional, propagação de doenças transmitidas por vetores e a poluição atmosférica, entre outros. A situação de Portugal acaba pode-se agravar devido à «exposição a eventos meteorológicos extremos, como ondas de calor conjugadas com secas associadas a condições de enorme redução da humidade e à subida do nível do mar (fatores que causam potenciais cheias e galgamentos costeiros)».

A ZERO explicou que «urge a adoção imediata de ações de mitigação, que combatam as causas, e de adaptação, que minimizem os impactos, com vista a uma sociedade neutra em carbono e resiliente ao clima».

Famalicão: Despista-se em rua fechada para obras, “sopra ao balão” e pede contra-análise no hospital

Na sequência de um despiste, numa rua fechada ao trânsito, registado na noite de sábado para domingo, uma condutora foi submetida ao teste de álcool no sangue, tendo requerido a contra análise no hospital por entender que o resultado do primeiro teste não correspondia à realidade.

A ação dos agentes da PSP deu-se na sequência de uma denuncia, por parte de populares que passavam no local.

O acidente aconteceu em plena Rua Adriano Pinto Basto, no centro da cidade de Vila Nova de Famalicão.

Segundo a PSP, a condutora foi acompanhada pelos agentes ao hospital local onde realizou o exame de despiste para apurar, de forma mais rigorosa, a taxa de álcool no sangue.

UMinho inaugura laboratório em Famalicão

Esta terça-feira, dia 10 de agosto, a Universidade do Minho vai inaugurar o laboratório Augmented Human Intelligence Axis (AHiA), pelas 15h00, no futuro polo em Vale de São Cosme. A sessão conta com a apresentação do relatório “Alfabetização XX & Literacia XXI – Conhecimento para Todos”, desenvolvido pela fundadora da agência luso-neerlandesa Humanity of Things, Marisa Monteiro Borsboom, e pelo diretor do laboratório AHiA e professor da EEUM, Cesar Analide. O encontro vai ser marcado ainda pela abertura de uma exposição de escultura em papel de Marco Filipe.

O programa da inauguração prevê intervenções do reitor da Universidade do Minho, Rui Vieira do Castro, do presidente da Escola de Engenharia da UMinho (EEUM), Pedro Arezes, e do diretor do centro de investigação ALGORITMI, José Machado. O presidente e o vereador da Cultura do Município de Famalicão, Paulo Cunha e Leonel Rocha, respetivamente, vão também marcar presença na sessão.

O AHiA é copromovido pelo Laboratório de Inteligência Sintética do Centro ALGORITMI e pela Humanity of Things. O laboratório é constituído por 15 elementos que vão produzir conteúdos, programas e políticas que visam a construção de um ambiente digital e tecnológico humanizado e focado na transmissão de conhecimento. O propósito do espaço centra-se em garantir ferramentas e conhecimentos de literacia, ética, pensamento filosófico e direitos humanos na esfera online e tecnológica para qualquer cidadão.

A infraestrutura laboratorial da Universidade do Minho passa a contar com 17 laboratórios, dos quais oito são do Centro de Engenharia Biológica, cinco do Centro de Microssistemas Eletromecânicos, um do Centro ALGORITMI e três laboratórios multidisciplinares. A infraestrutura industrial apresenta ainda spin-offs Nanopaint e Satisfibre. Atualmente, no polo da Universidade do Minho, trabalham cerca de 100 de investigadores em 40 projetos aprovados, que apresentam um financiamento global de 10 milhões de euros.