Autárquicas 21: Eduardo Oliveira defende construção de novo hospital em Famalicão

O Partido Socialista apresentou candidatos à presidência de juntas de freguesia de Vila Nova de Famalicão nos dias 2, 3 e 4 de julho. Nas apresentações, o líder da concelhia do PS e candidato à presidência da Câmara Municipal, Eduardo Oliveira, selecionou a saúde como o foco principal das suas intervenções e sugeriu um movimento cívico para a criação de um novo hospital.

«É tarde, mas ainda podemos ter algum campo de manobra, para, com o respaldo da sociedade civil, das empresas, das instituições da economia social e do rico movimento associativo do concelho, avançarmos com um movimento liderado pela Câmara tendo em vista a captação de fundos do Plano de Recuperação e Resiliência para a construção de um hospital moderno e apetrechado», explicou. O líder da concelhia defende a criação de um novo hospital para que sejam servidas «as necessidades de toda a população afeta ao CHMA, que são famalicenses, trofenses e tirsenses, num total de cerca de 235 mil pessoas».

Segundo o Eduardo Oliveira, o hospital de Famalicão «não poderá crescer muito mais». «Temos de nos antecipar aos concelhos vizinhos também servidos pelo CHMA e encontrarmos a solução: arranjar um espaço, um local viável e com acessos fáceis, para projetar um novo hospital, moderno, capaz e eficiente. E, claro, que continue a ser em Famalicão», acrescentou.

Na última sexta-feira, dia 2 de julho, o PS apresentou Carlos Oliveira como o candidato à presidência da junta de freguesia de Oliveira Santa Maria. No sábado, dia 3 de julho, Bruno Cunha foi reconhecido como candidato à junta de freguesia de Vermoim e Vera Rocha foi apresentada como a candidata em Ribeirão. No domingo, dia 4 de julho, ocorreu a apresentação de André Gomes como candidato a Cruz e Susana Pereira em Gavião.

Autárquicas 21: CDU alerta para os problemas do comércio local em reunião com a ACIF

A CDU discutiu algumas preocupações com a Associação Comercial e Industrial de Famalicão (ACIF) sobre os problemas que os bares, a restauração, o setor do vestuário e do calçado enfrentam por causa da pandemia. De acordo com a CDU, «fica evidente a necessidade de aposta no apelo à comunidade famalicense para o comércio local, sob pena de serem perdidas». O partido apresentou a proposta «de as grandes superfícies não funcionarem aos domingos e feriados» para que seja possível «salvar o comércio tradicional».

Na sessão, a CDU estava representada pelo candidato à Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Miguel Lopes, pela candidata à Assembleia Municipal Tânia Silva e pelo deputado municipal Daniel Sampaio. O impacto da pandemia na indústria e no comércio local, o turismo, a mobilidade urbana, a cultura, o espírito de comunidade e perspetivas futuras para Vila Nova de Famalicão foram outras questões abordadas durante a reunião com a ACIF.

Em comunicado, a CDU afirma que «é urgente uma política que valorize os comerciantes e lojistas famalicenses, através de uma cidade viva, participada e atrativa que dê resposta às necessidades de empregabilidade, de forma a salvaguardar a sustentabilidade económica do concelho».

Velhas glórias do FC Famalicão em encontro anual

No passado sábado, dia 2 de julho, realizou-se o encontro anual de velhas guardas do FC Famalicão. O ponto de encontro foi junto ao Estádio Municipal, seguindo-se uma visita à academia do clube, guiada pelo presidente Jorge Silva que mostrou todos os cantos da casa. Foi com muito agrado que os presentes viram a nova realidade e grandeza do clube, algo impensável na década de 60/70.

Este encontro, que decorreu sempre na observância das regras de saúde, determinadas pela DGS em virtude da pandemia covid-19, teve, ainda, um almoço, no restaurante os Eugénio´s.

Os organizadores assinalam a sua satisfação por, pela primeira vez, desde que este almoço se realiza – e lá vão quase três décadas -, um presidente do clube ter marcado presença neste convívio.

No próximo ano, o almoço será em Lá Guardia, Espanha, terra do ex-jogador Villas.

 

 

Covid-19: Mais 1483 infetados e 5 mortes

O último relatório da Direção-Geral de Saúde assinala mais 1483 novos casos e cinco mortes. Nas últimas 24 horas, registaram-se 773 recuperados.

Relativamente à região norte, há 314 novos infetados e uma morte. A maioria dos casos continua a verificar-se na região de Lisboa e Vale do Tejo, com 802, e 3 mortes.

Os internamentos continuam a subir; em enfermarias há 613 8+46) e em uci são 136 (+8).

O R(t) no continente está em 1,20 e em todo o território (inclui as ilhas) está em 1,19.

A incidência de casos de infeção no continente está 231 casos por 100 mil habitantes.

Rali: Pedro Almeida foi segundo em França e lidera troféu

O piloto famalicense foi segundo classificado na Peugeot 208 Rally Cup de França, no Rallye Castine Terre D´Occitanie, que se disputou este fim de semana. A este bom resultado, Pedro Almeida associa três vitórias em especiais da prova e lidera o troféu.

Tendo a seu lado, e pela primeira vez, o navegador Carlos Magalhães, Pedro Almeida confere que o resultado «foi surpreendente» mas, ao mesmo tempo, atesta «a evolução que procurávamos há muito» e «o Carlos, pela sua experiência, ajudou-me imenso».

Da prova, Pedro Almeida diz que «atacamos e conseguimos no primeiro dia andar sempre entre os carros mais rápidos do troféu. Apenas na parte final do rali gerimos um pouco o andamento e o segundo lugar à geral é importante para nós, que somamos pontos no troféu».

Com o segundo lugar alcançado, a somar à terceira posição na primeira prova do calendário, Pedro Almeida lidera agora a competição.«É ainda muito cedo para fazer perspetivas do que podemos fazer no campeonato, mas estamos muito satisfeitos com o comportamento que temos tido, numa competição muito disputada e onde acima de tudo queremos evoluir» disse.

Famalicão: Alunos com média de 5 voltam a chumbar por não frequentarem Cidadania e Desenvolvimento

O Rafael e o Tiago, alunos no Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, terminaram mais um ano lectivo, 9º e 7º anos respetivamente, com média de 5 valores, mas não avançam de ano, por não terem frequentado a disciplina de Cidadania e Desenvolvimento.

«Se tivesse havido margem para dúvidas quanto à obsessão da tentativa de impor, nem que seja à força, a dita disciplina (qual religião de estado) por parte do Ministério da Educação, estaria hoje desenganado quem pensasse o contrário», denuncia o pai Artur Mesquita Guimarães que se sente perseguido e fala «numa atitude de abuso do poder» de «quem tem por missão conduzir os destinos comuns falha no seu dever de reger e governar de forma a, particularmente, corresponder às expectativas e liberdades das famílias»

«Cá estaremos para garantir e lutar pelos nossos direitos», promete o encarregado de educação. O futuro destes anos alunos volta a estar nas mãos do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, onde o pai apresentou, a 29 de junho, uma nova providência cautelar para evitar a reprovação por faltas injustificadas.