Famalicão: Presidente da Junta de Brufe lidera a Comissão Social da Área Urbana

A CSIFAU – Comissão Social Inter-Freguesias da Área Urbana de Vila Nova de Famalicão deu posse, esta quarta-feira, aos novos elementos.
Carlos Gomes, presidente da Junta de Freguesia de Brufe, é o novo presidente da CSIFAU que tem como coordenador, António Emídio, presidente da Junta de Freguesia de Gavião. A secretária é Estela Veloso, presidente da União de Freguesias de Famalicão e Calendário e Manuel Alves, presidente da União de Freguesias de Antas e Abade de Vermoim, é o tesoureiro.
A posse decorreu no salão nobre da Junta de Freguesia de Brufe, seguindo-se uma reunião plenária, por videoconferência.

Burlas em Oliveira S.Mateus: Junta de freguesia deixa alerta à população

Casos de burla passados em Oliveira S.Mateus levaram a que a junta emitisse um comunicado à população, publicado na página que gere na rede social facebook.

Nessa comunicação, a junta apela a que toda a população passe a mensagem para não abrir a porta a desconhecidos, alertando que muitos burlões procuram idosos e fazem-se passar por falsos amigos ou falsos técnicos.

Covid-19: Sindicatos e Ordem exigem vacinação de todos os médicos

A Ordem dos Médicos, o Sindicato Independente dos Médicos e a Federação Nacional dos Médicos exigiram, esta quarta-feira, a vacinação de todos os clínicos.

No comunicado dizem estar indignadas pelo facto «de muitos milhares de médicos estarem a ser renegados no plano de vacinação, num processo cuja falta de transparência e equidade é indisfarçável. A situação é grave tanto para os médicos do SNS, como para os médicos que não pertencendo aos quadros do SNS e que todos os dias contactam doentes, nomeadamente doentes infetados», acrescentam.

As três organizações adiantam que têm recebido milhares de contactos de associados, reclamando o direito a ser vacinados de acordo com as prioridades anunciadas «e preocupados com a falta de informação e desorganização» do Ministério da Saúde que é acusado de, um mês após o início do Plano de Vacinação, estar longe de cumprir a vacinação de médicos e profissionais de saúde na primeira fase.

Famalicão: Associações culturais e artísticas atribuem voto de louvor ao município

Vinte e três representantes de associações culturais e artísticas de Famalicão reconheceram, publicamente, «o apoio, dinâmica e empenho que o Município de Famalicão teve para com as estruturas, associações e movimentos culturais do concelho em 2020, durante a pandemia».

As associações estiveram reunidas esta terça-feira, dia 26 de janeiro, em reunião extraordinária do Conselho Municipal de Cultura. Aprovaram, por unanimidade, um voto de louvor à autarquia.

A proposta de voto de louvor foi apresentada ao grupo pela CAISA – Cooperativa de Artes, Intervenção Social e Animação C.R.L, que fala que «mais do que apoio financeiro, são as boas palavras e a humanização municipal em relação aos agentes e associações culturais que nos fazem ganhar forças».

Os agentes culturais e artísticos realçam a programação cultural online, através do projeto municipal “Há Cultura em Casa”, e o “Anima-te”, o programa de Verão promovido pela Câmara Municipal, como dois exemplos para mitigar os efeitos da pandemia no setor.

Refira-se ainda que na reunião desta terça-feira foi também apresentado e aprovado, por unanimidade, o Plano Municipal de Cultura.

O documento está alinhado com o Plano Estratégico “Famalicão Visão25” e assume como missão «a promoção da cultura como meio de consolidação da coesão social e comunitária, valorização da identidade e do território e integração no diálogo com outros povos, através da implementação de uma dinâmica cultural assente na diversidade, com projetos que atravessem todos os géneros e estejam em todo o território, chegando assim a um maior número de pessoas».

Nesta reunião, o vereador da Cultura do Município de Famalicão, Leonel Rocha, lembrou que se trata «de uma base de trabalho aberta aos contributos de todos os agentes culturais do concelho».

Para o autarca, mais do que um plano elaborado com o intuito de iniciar e fomentar processos de dinamização cultural no território, o Plano Municipal de Cultura resulta da constatação e potenciação do trabalho já existente no concelho na área da Cultura, fruto da ação conjunta e do trabalho em rede realizado com os diferentes agentes e parceiros culturais e artísticos.

Famalicão: «Somos um município que faz, que produz e que contribui para a economia nacional»

A declaração é de Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal, após tomar conhecimento que, em 2019, Vila Nova de Famalicão consolidou a posição de município mais exportador da região Norte, ultrapassando mais uma vez a barreira dos dois mil milhões de euros em volume de exportações e reforçando o terceiro lugar no contexto nacional, atrás de Lisboa e Palmela.

A edição 2020 do Anuário Estatístico da Região Norte, editado no final do ano, pelo Instituto Nacional de Estatística, confirma a posição de Vila Nova de Famalicão ao nível do comércio externo do país, assinalando também um saldo da balança comercial muito positivo: as exportações valem praticamente o dobro das importações.

Paulo Cunha não se surpreende com os números porque, como refere, «é conhecido o ADN empresarial de Vila Nova de Famalicão, formado ao longo de várias gerações de grandes empresários, que foram sucessivamente legando às gerações subsequentes um território fortemente marcado pelo saber-fazer e pela apetência para o investimento industrial».

A saúde da balança comercial é, de resto, um dos fatores que merecem maior destaque, com Famalicão a chamar a si um lugar no pódio dos municípios nacionais mais bem posicionados, com um saldo positivo de quase 915 milhões de euros, resultado de uma diferença entre as exportações (2.029.890,175) e as importações (1.115.344,46). O concelho é, desta forma, um dos que mais contributo líquido dá para a economia nacional.

Apesar de os números se referirem a 2019, antes da pandemia Covid 19, os dados mais recentes, revelados pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional Norte (CCDRN) relativos ao terceiro trimestre do ano passado (julho, agosto e setembro) mantêm Famalicão como primeiro nas exportações na região norte.

Covid-19: Cuidadores de crianças e jovens querem ser vacinados

À semelhança do que acontece com os cuidadores de lares de idosos, as pessoas que trabalham com crianças e jovens que residem em casas de acolhimento querem ter prioridade na vacinação contra a covid-19.

Já fizeram dois apelos mas ainda não obtiveram resposta por parte das autoridades.

Agora, tendo em conta que a situação destes cuidadores não foi resolvida e entrou em vigor um novo estado de emergência, fazem um novo apelo às autoridades de saúde.

À Lusa, a presidente da AjudAjudar explicou que as crianças em acolhimento residencial têm vindo a sofrer medidas de confinamento muito mais exigentes do que a população em geral.

«Ou seja, nós não nos podemos esquecer que uma casa de acolhimento residencial é antes de mais uma casa em que aqueles jovens e crianças vivem desde que se levantam até que se deitam e os cuidadores são os adultos de referência destas crianças. Elas precisam do contacto com os cuidadores, que no fundo substituem a sua família», explicou Sónia Rodrigues, acrescentando que estão em causa cerca de 6.200 crianças.

A responsável sublinhou que a vacinação não iria amenizar as medidas de proteção, mas poderia servir, num primeiro momento, para acabar com o trabalho em espelho.

Contactado pela agência Lusa, o coordenador da ‘taskforce’ do plano de vacinação da covid-19, Francisco Ramos, disse que esta questão será resolvida logo que possível, mas recusou-se a avançar uma data.