S.Silveste de Famalicão

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Riba d’Ave: Atropelamento na Av. Narciso Ferreira

Uma mulher, com cerca de 60 anos, foi colhida por um automóvel, na tarde desta terça-feira, em plena Avenida Narciso Ferreira, na vila de Riba d’Ave, em Vila Nova de Famalicão.

A vítima foi assistida no local pelos Bombeiros Voluntários de Riva d’Ave, com quartel a poucos metros do local, e pela VMER de Guimarães.

A mulher, com ferimentos que não inspiram cuidados de maior, foi levada par ao Hospital de Guimarães.

 

Paulo Paula e Jéssica Pontes vencem S.Silvestre de Famalicão com recorde de participantes

Foi em menos de 30 minutos que Paulo Paula, atleta que representa a equipa Run Tejo – CM Socks, completou o percurso de 10kms da S.Silvestre de Famalicão, a par da famalicense Jéssica Pontes, que foi a mais rápida no setor feminino.

A prova decorreu na noite desta segunda-feira, perante mais um recorde de 5 mil participantes.

A organização fez balanço positivo da prova e espera, nos próximos anos, conseguir manter a S.Silvestre de Famalicão no pódio das mais participadas do país, como já tem acontecido.

 

Mensagem de Natal do Arcipreste de VN Famalicão: “Um escândalo!”

No Natal de 1914, em plena Primeira Guerra Mundial, a Europa era uma autêntica ferida aberta: nas trincheiras, aliados e alemães matavam-se aos milhares. No entanto, houve uma noite em que algo de extraordinário aconteceu: de um lado e do outro começaram por trocar palavras; depois, ofereceram-se cigarros e chocolate; e, em pouco tempo, o campo de batalha transformara-se – imagine-se – em campo de futebol. Mas o melhor desta história verídica foi a lição que nos deixou: ela demonstrou que há uma noite no ano que tem o poder de parar todas as guerras. Essa noite aconteceu no dia de Natal.

É inegável: nesta época, somos habitados por um desassossego que nenhuma outra quadra consegue dar-nos. Tudo corre para que nada falte ao dia de Natal. Desde muito cedo se fazem os preparativos para as festas. E, desde logo, tudo começa ganhar uma luz e um sabor que só se podem encontrar neste tempo. Nem o frio nem a chuva nos afastam ou demovem. Na verdade, há um singular acontecimento que nos move: o Natal, ou seja, o mistério do nascimento de Jesus. Esse acontecimento esperado – que se irá revelar tão inesperado – continua hoje a causar-nos o desassombro e desassossego. Afinal, o Natal não é um raio que nos cai sobre nós carregado de poder e estrondo, mas um Menino que nos vem parar ao colo.

O Natal é um autêntico escândalo: Deus nasce na humildade das faixas e não na grandeza, na manjedoura e não nas nuvens do céu, entre os braços de uma mãe e não sobre o trono da majestade. Ele vem a nosso favor e não contra nós, para salvar e não para julgar. É um Deus que se põe ao nível do último dos homens para poder acolher a todos.

Portanto, celebrar o Natal sem celebrar este mistério é estar à margem do que verdadeiramente nos faz viver de forma apaixonada. Para nós cristãos, a encarnação de Deus, em cada Natal, não é a repetição teatral de um relato bíblico. Pelo contrário, é a celebração da surpresa de um Amor que vem ao nosso encontro e nos dá a oportunidade para morar n’Ele. Não é só uma experiência bonita e bela de solidariedade. É o decisivo acontecimento de que Deus tem um projeto de vida para a humanidade.

O Natal não é uma caixa de ornamentos ou luzes para colocar a piscar em casa ou nas ruas. O Natal não é almoços ou jantares de colaboradores ou amigos. O Natal não é comércio de presentes para dar aos familiares e amigos. O Natal não é bacalhau, couves, batatas… nem é filhoses, rabanadas, aletria, mexidos…

Ora, se é real que o Natal não é nada disto, a verdade é que tudo isso existe porque há Natal. Ou seja, porque um Deus se fez menino, pequenino, nascido em Belém, entre os animais e os pastores… É o mistério da encarnação do Filho de Deus que potencia em nós a experiência recriadora da esperança sem enganos nem ilusões que Ele nos oferece.

Se o Natal deixar de ser o nascimento de Jesus, o que restará do Natal!? Ficará o vazio. Se o Natal se converter numa magia, então rir-se-á sem que saiba por quê; festejar-se-á sem que se saiba o quê, e seguir-se-á em frente sem que se saiba para onde.

Não havia lugar para eles na hospedaria – narra a leitura sobre a noite em que Maria estava para ser mãe. Que aflição: prestes a dar à luz e sem lugar onde pernoitar. De forma acutilante, depressa o relato do evangelho salta por cima das dificuldades e refere que o Menino nasceu, foi envolto em panos e deitado numa manjedoura. Portanto, alerta-nos que não está ao nosso alcance impedir que o Natal aconteça. Todavia, está nas minhas mãos que o Natal possa acontecer em minha casa, no meu coração.

Assim sendo, ainda que sejam retirados os sinais da fé das decorações públicas de Natal, ainda que não queiram figurar o nascimento de Jesus, mesmo assim, não vão conseguir retirar-nos a Sua presença.

Deixo a interpelação e o exercício de nos colocarmos diante do Presépio. O papa Francisco, na sua nova carta apostólica, sobre o significado e o valor do Presépio, chama-lhe o Admirável Sinal, que não cessa de suscitar maravilha e enlevo. Não nos lamentemos com falta de tempo, mas paremos um pouco. Detenhamo-nos diante deste sinal admirável: ao mesmo tempo que contemplamos a representação do Natal, somos convidados a colocar-nos espiritualmente a caminho, atraídos pela humildade d’Aquele que Se fez homem a fim de Se encontrar com todo o homem, e a descobrirmos que nos ama tanto, que Se uniu a nós para podermos, também nós, unir-nos a Ele.

Acompanhemos as crianças e os jovens nesta contemplação. Se Jesus está no centro da celebração do Natal, então nunca nos faltará a Esperança.

Santo e fecundo Natal e próspero ano novo de 2020.

P.e Francisco,
Arcipreste de Vila Nova de Famalicão

Famalicão: o lugar do Natal

A música e as luzes animam, por estes dias, o Natal na cidade de Famalicão. O espetáculo multimedia é, mais uma vez, um importante chamariz, tal como o mercado representa o melhor lugar para descrever esta época festiva. Está na Praça D. Maria II, em dois polos distintos: de um lado a praça alimentar, do outro o mercado artesanal.

Nas tradicionais casinhas de madeira há objetos que podem ser uma boa prenda, desde cerâmicas, têxtil, joalharia, etc. Os 25 expositores estão abertos até esta terça-feira, das 14h00 às 20h00.

A praça alimentar está dentro de uma tenda, o que constitui uma novidade. Há iguarias, bebidas quentes e petiscos; vinhos aromatizados tão próprios da época, doces e chocolate quente. Alimentos que aquecem a alma e o espírito.

A praça decorre até 5 de janeiro e funciona de segunda a quinta-feira, das 11h00 às 20h00, e às sextas, sábados e domingos, das 10h00 às 22h00.

Além do mercado, a campanha natalícia, promovida pela Câmara Municipal de Famalicão e pela Associação Comercial e Industrial, oferece, ainda, um conjunto de divertimentos, que estão espalhados desde a Praceta Cupertino de Miranda, Parque da Juventude, Praça 9 de Abril, às ruas adjacentes.

É o caso da pista de gelo que está no parque de estacionamento da Praça D. Maria II. Aqui pode também aceder ao comboio, à charrete, ao carrossel.

No Parque da Juventude está o Circo de Papel. A iniciativa é promovida pelo INAC – Instituto Nacional das Artes do Circo, com o espetáculo “Jardins”, inspirado no conto “O Rapaz de Bronze” de Sophia de Mello Breyner. O espetáculo destina-se ao público escolar, instituições e também a toda a família, com várias sessões diárias até 3 de janeiro.

O pai natal está na Praça 9 de Abril, na cabana solidária, e não se esqueça que cada vila do concelho está também, devidamente iluminada.

E não se esqueça que esta terça-feira pode fazer um brinde no Porto de Encontro’19.

GNR apanha vinte e seis em flagrante delito

Na semana de 16 a 22 de dezembro, em ações que visaram a prevenção e o combate à criminalidade violenta, fiscalização rodoviária, entre outras, o Comando Territorial da GNR de Braga deteve 26 pessoas em flagrante delito, oito das quais por condução sob o efeito do álcool; quatro por condução sem habilitação legal; e duas por posse ilegal de arma.

Registaram-se 227 acidentes, dos quais resultaram um morto, dois feridos graves e 65 feridos leves.

Durante este período foram apreendidos 1519 artigos contrafeitos; nove armas de fogo; 2324 munições; e três facas.