Coronavírus: Empresa de famalicense disponibiliza-se para ajudar seniores e vai por eles às compras

Um jovem empreendedor famalicense decidiu, nestes tempos difíceis onde se tenta travar a propagação do Covid-19, colocar a sua empresa à disposição dos mais vulneráveis ao vírus.

Assim, e durante os próximos dias, a Bite My Lunch está disponível para ir às superfícies comerciais e fazer as compras de todos aqueles que, por esta altura, possam não ter possibilidade de sair de casa.

A ajuda tornou-se viral nas redes socais, contando este desafio com mais de duas mil partilhas no facebook.

https://www.facebook.com/bitemylunch/photos/a.1998610623793273/2611949319126064/?type=3&__xts__%5B0%5D=68.ARB3mBkQUMg7eLXb50qN9YNNghtSnn5aZ-6kKXfweyOK-H3kzemPoMtxiwbsayDCICvD9OPFJpjEDwSAo-7HwsddJeA9jsDVQIT3HuKIVB5tCYTkSOrqvVo6pj0m9KksXY6OJrb0OW917EGdIEIYM3oV7G54K5c_eEyb0VaMahTx1PNkH6DHToaHu5ZPO1jyLkkoKjJIuYASKCEtpUgLAslq-WUu0520YCJnISQSO8j29tlhhXZwvQihO18MeIx0szjAooyy7r2QK81cjTs9a0tqdgNXJK6tu3j8KpLsa0Jc188ez_7Fy2m3DuoTDvvmgwKDk5obK7ggSDzGMnmmqKbQ83zK&__tn__=H-R

 

Coronavírus: Pingo Doce passa a fechar às 19:00

“Na sequência da ativação do estado de alerta em Portugal motivada pelo evoluir da pandemia Covid-19, o grupo Jerónimo Martins decidiu implementar medidas extraordinárias por tempo indefinido, a aplicar nos seus escritórios centrais, e nas lojas e centros de distribuição em todo o país”, afirmou Pedro Soares dos Santos.

Assim, “a partir da próxima segunda-feira, 16 de março, as lojas do grupo Jerónimo Martins em Portugal (Pingo Doce, Recheio, Bem-Estar, Hussel e Jerónymos) vão passar a ter um horário de funcionamento reduzido e metade dos colaboradores dos escritórios centrais passarão a trabalhar a partir de casa, de forma rotativa”, explicou.

“Os horários das lojas variam em função da cadeia e também das localizações, podendo ser consultados nos respetivos ‘sites'”, adiantou o gestor.

“As lojas Pingo Doce fecharão no máximo às 19:00 e as lojas Recheio às 16:00”, disse Pedro Soares dos Santos.
“Desta forma, contribui-se, por um lado, para a contenção da propagação da doença e, por outro lado, garante-se que existe sempre, em cada unidade ou área, uma equipa pronta a avançar caso se tenha de isolar outra equipa”, salientou o presidente do grupo Jerónimo Martins.

“Em tempos de crise, o abastecimento alimentar assume uma importância estratégica, pelo que o objetivo passa por manter em funcionamento a cadeia logística, assegurar a disponibilidade de produtos nas lojas e reduzir o risco para colaboradores e clientes”, referiu Pedro Soares dos Santos, apontando que “o grupo está permanentemente a avaliar a evolução da situação e a introduzir os ajustamentos que, a cada momento, forem necessários”.

Esta semana, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou a doença Covid-19 como uma pandemia e na quinta-feira à noite o Governo português declarou estado de alerta.

Esta madrugada, o Governo anunciou novas medidas para conter a propagação do Covid-19, nomeadamente o encerramento temporário das escolas, o que vai obrigar muitos trabalhadores a ficarem em casa com os filhos.
As pessoas nesta situação receberão 66% da sua remuneração, que será paga pelo seu empregador e pela Segurança Social.

O novo coronavírus responsável pela Covid-19 foi detetado em dezembro, na China, e já provocou mais de 5.000 mortos em todo o mundo, levando a Organização Mundial de Saúde (OMS) a declarar a doença como pandemia.
O número de infetados ultrapassou as 134 mil pessoas, com casos registados em mais de 120 países e territórios, incluindo Portugal, que tem 112 casos confirmados.

Chefe Renato Cunha fecha Ferrugem e desafia colegas a fazerem o mesmo

O Restaurante Ferrugem, na Portela, vai fechar preventivamente e o Chefe Renato Cunha desafia os colegas cozinheiros a adoptarem a mesma atitude.

Face à pandemia global do coronavírus, declarada pela OMS, e após reunião com toda a equipa, Renato Cunha decidiu o encerramento temporário do Ferrugem até ao dia 23 de março. Em texto publicado no Facebook, o chefe assume esta decisão como voluntária, unilateral e de carácter preventivo, «num momento em que se impõe uma consciência coletiva e de grande responsabilidade social».

Renato Cunha reconhece o momento difícil que se vive e escreve que, «apesar do Governo Português não ter demonstrado ontem essa coragem, espero, muito sinceramente, que os meus colegas cozinheiros e/ou restauradores, adotem a mesma decisão, determinando o encerramento coletivo de todos os espaços de restauração e bebidas em Portugal. É hora de agir», pede Renato Cunha, responsável de um dos restaurantes de referência no contexto nacional.

Depois, finaliza, «cuidaremos das feridas emocionais e económicas e encontraremos uma estratégia concertada para a recuperação do setor em Portugal».

Atitude preventiva: Maléca encerra para proteção das famílias

Seguindo as recomendações da Direção Geral da Saúde e do Governo, e apesar de não ter registado qualquer caso suspeito de infeção por Covid 19, a gerência do Maléca decidiu encerrar voluntariamente o seu espaço.

A medida entra em vigor no dia 14 (este sábado) e prolonga-se até ao final do mês, altura em que a situação voltará a ser reavaliada.

A direção do Maléca está consciente do seu papel social face à situação epidemiológica que o país atravessa, por isso resolveu ser parte ativa neste combate.

Em comunicado à imprensa, a direção do Maléca regista que este é um esforço de todos, enquanto sociedade, para ajudar a travar a propagação da doença.

O Maléca voltará a abrir portas ao público logo que possível, com todos os divertimentos que os seus clientes estão habituados e com a garantia de segurança para as crianças, que são o seu público-alvo.

Re-Food precisa com urgência de alimentos para cabazes

O Núcleo da Re-Food de Vila Nova de Famalicão encerra o serviço ao público a partir desta sexta-feira, dia 13, após as 22 horas, e até ao dia 4 de abril, devido ao plano de contingência de combate ao contágio pelo Covid-19. «Tristes por deixarmos de servir a nossa comunidade, mas conscientes da nossa responsabilidade social em contribuir para a saúde pública», justifica a direção da Re-Food.

«Desta forma, estamos a contribuir para a proteção de todos, voluntários e suas famílias, beneficiários, fontes de alimentos e comunidade em geral», acrescenta a direção da instituição.

Entretanto, a Re-Food está a equacionar medidas de apoio em cabaz alimentar para ajudar as famílias beneficiárias durante este período de contenção. Há produtos na instituição, nomeadamente arroz, massa e algum óleo, mas faltam os enlatados (atum, sardinha, salsicha, feijão), o leite, azeite, cereais, bolachas. Agradecem, por isso, a quem possa contribuir com algum alimento para a composição do cartaz.

Podem deixar na Re-food, entre as 18h-22h, nas instalações que ficam nos pré-fabricados junto à Estação.