Está assinado contrato de alojamento em Oliveira Sta Maria do segundo supercomputador de Portugal

Este segundo supercomputador estará pronto a funcionar em 2020 e integra a iniciativa EuroHPC – European High Performance Computing, uma empresa comum da União Europeia que irá instalar supercomputadores em vários países europeus.

Desta forma, segundo a comunicação da iniciativa, “Portugal reforça a capacidade do MACC, um supercomputador de nível petascale, será capaz de executar pelo menos 10 PFlops, ou 10 mil biliões de operações por segundo, reforçando significativamente o atual BOB”, o primeiro supercomputador a operar em Portugal, e alargando o âmbito de atividades a disponibilizar pelo MACC.

“Depois do BOB, o Deucalion materializa um aumento significativo do poder de computação disponível em Portugal e vai permitir um acesso mais facilitado a toda a comunidade do sistema científico e tecnológico nacional para trabalhos no domínio do cálculo intensivo, da ciência de dados e da inteligência artificial”, afirma Nuno Feixa Rodrigues, coordenador-geral do INCoDe.2030.

O Deucalion, aponta o texto, “vem criar grandes oportunidades não só para especialistas em supercomputação, mas também para um crescente grupo de áreas de investigação aplicada com crescentes necessidades de processamento digital de informação, entres as quais se destacam a medicina, terra e espaço, física e mobilidade”.

Este “aumento significativo do poder de computação disponível, irá permitir a toda a comunidade do sistema científico e tecnológico nacional um acesso mais facilitado a este tipo de equipamentos, essenciais para trabalhos no domínio do cálculo intensivo, da ciência de dados e da inteligência artificial”, salienta ainda o texto.

Estes “poderosos equipamentos” representarão também uma “oportunidade única para o tecido empresarial, permitindo elevar significativamente a sua capacidade de conceção, otimização e validação de novos produtos e serviços, abrindo importantes vias de criação de valor acrescentado para a economia Portuguesa”.

A criação do MACC foi formalizada em novembro de 2017, com a assinatura de um memorando de entendimento entre a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), a Universidade do Texas em Austin (UTAustin) e a Universidade do Minho (UMinho).

O primeiro supercomputador instalado é uma infraestrutura de Computação Avançada Stampede 1, cedida à FCT pelo Texas Advanced Computing Centre (TACC) da UTAustin, no âmbito de uma parceria internacional entre a UTAustin e Portugal.

O supercomputador aumenta em 10 vezes a capacidade nacional de computação e estimula novas formas de cooperação entre as comunidades científicas e empresariais nos domínios emergentes da ciência de dados e da inteligência artificial.

Bilhetes para Pedro Abrunhosa em Famalicão esgotados

Já se encontram esgotados os bilhetes para o espetáculo de Pedro Abrunhosa, inserido na 13.ª edição dos Encontros Mário Cesariny.

A iniciativa, que todos os anos homenageia um dos principais representantes do Surrealismo português, conta com uma programação vasta com destaque para o espetáculo “O Amor é o que nos resta do sagrado” do músico Pedro Abrunhosa , esta quinta-feira, dia 28, às 21h30.

Os cerca de 170 lugares disponíveis para este espetáculo esgotaram pouco tempo depois deste ser sido anunciado nas redes sociais.

Pedro Abrunhosa esta quinta em Famalicão na Fundação Cupertino de Miranda

A Fundação Cupertino de Miranda organiza, entre os dias 28 e 30 de novembro, a 13.ª edição dos Encontros Mário Cesariny.

A iniciativa, que todos os anos homenageia um dos principais representantes do Surrealismo português, conta com uma programação vasta com destaque para o espetáculo “O Amor é o que nos resta do sagrado” do músico Pedro Abrunhosa , esta quinta-feira, dia 28, às 21h30.

Os bilhetes são gratuitos, limitados à capacidade do auditório da Fundação e deverão ser levantados até às 20h00 desta quinta-feira.

Máximo de 2 bilhetes por pessoa.

Pediatras do Hospital de Famalicão vencem prémio por trabalho apresentado em Paris

Diana Bordalo, médica do Serviço de Pediatria do Centro Hospitalar do Médio Ave, foi vencedora do prémio “Pierre-Fabre”, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Pediatria, que distinguiu um dos melhores trabalhos portugueses da especialidade apresentados em congressos internacionais em 2018.

O trabalho intitulado “Predictors of asthma control in Paediatrics”, foi apresentado no European Academy of Paediatric Societies (EAPS), que decorreu em Paris, de 30 outubro a 3 novembro 2018. Diana Bordalo foi galardoada enquanto primeira autora do estudo, sendo coautoras as médicas do serviço de Pediatria do CHMA, Joana Figueirinha, Sara Rolim, Paula Fonseca e Fernanda Carvalho.

A atribuição dos Prémios foi efetuada no decurso de Sessão Específica no âmbito do 20º Congresso Nacional de Pediatria, que decorreu de 13 a 15 de novembro de 2019 no Centro de Congressos do Estoril.

Os Prémios Pierre-Fabre – Sociedade Portuguesa de Pediatria

Destinam-se a galardoar e incentivar a apresentação de trabalhos de investigação efetuados por Pediatras Portugueses ou Internos de Pediatria em Congressos Internacionais fora de Portugal.

Aparatoso despiste no túnel da Avenida Carlos Bacelar

A madrugada desta quarta feira começou com um aparatoso despiste, no centro de Vila Nova de Famalicão

A situação aconteceu perto das 00h15, no túnel da Avenida Carlos Bacelar, sendo que para o local foram acionados os Bombeiros Voluntários Famalicenses, com quartel a poucos metros da zona do sinistro, e a PSP.

No carro acidentado seguiam condutor e passageiro, só um deles necessitou de receber assistência médica mas não inspira cuidados de maior.

As chapas de proteção do túnel, substituídas há pouco tempo pela Câmara Municipal de Famalicão, voltaram a ficar danificadas.

Desconhece-se o que terá provocado o acidente.

Petição leva amianto nas escolas a ser discutido no parlamento

Em apenas 12 dias, os peticionários conseguiram reunir as assinaturas necessárias para levar o tema a debate em sessão plenária da Assembleia da República.

“A rapidez com que se angariaram mais de 4.500 assinaturas mostra bem que a comunidade educativa e a opinião pública, em geral, estão bem despertas para a problemática do amianto nas escolas, de norte a sul do país”, afirmou André Julião, coordenador do MESA – Movimento Escolas Sem Amianto.

O MESA, que nasceu no início do ano na zona de Lisboa, junta atualmente pais, alunos, professores e funcionários escolares de todo o país.

Também Íria Roriz Madeira, primeira subscritora da petição “Pela remoção total do amianto das escolas públicas” e membro da Zero, sublinhou que “o sentimento de preocupação é transversal e afeta particularmente os vários atores da comunidade escolar”.

Para a ambientalista, “o Governo tem de publicar a lista de escolas a intervencionar e os materiais que foram inventariados nesse levantamento. A intervenção nos edifícios deverá ser planeada segundo critérios de prioridade que devem ser claros e inequívocos”.

Íria Roriz Madeira acrescentou ainda que “é absolutamente necessário que a remoção destes materiais seja fiscalizada evitando erros por negligência ou desconhecimento”.

André Julião contou que, nas duas últimas semanas, “grupos de alunos, diretores de turma, associações de pais e encarregados de educação e professores partilharam a petição através das suas escolas, andaram de folha na mão a angariar assinaturas e demonstraram que toda a comunidade educativa está muito unida e empenhada em resolver o problema do amianto de vez”.

Para o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, este é o resultado de “anos de protesto e luta pelo cumprimento da lei e anos de incumprimento e mentira por parte de governantes, estes e outros, que não colocam a remoção do amianto no topo das suas prioridades políticas”.

Os peticionários exigem a divulgação da lista atualizada de escolas públicas com presença de materiais contendo amianto, “não se cingindo esta às coberturas em fibrocimento”.

As três entidades requerem ainda que se estabeleça uma priorização e calendarização das intervenções nas escolas e que se disponibilize informação atualizada, devendo esta ser de fácil acesso para todos.

As organizações recordam que o levantamento de Materiais Contendo Amianto (MCA) foi realizado “de forma muito incompleta”, focando-se essencialmente no fibrocimento (telhas) e deixando de fora muitos outros materiais que também contêm amianto.