Combustíveis mais baratos a partir de segunda feira

Há boas notícias para quem quiser abastecer: os preços dos combustíveis vão descer na próxima semana. Se tudo se mantiver como a esta hora, na próxima segunda-feira o preço da gasolina vai descer 1,5 cêntimos e o gasóleo desce 0,5 cêntimos.

Recorde-se que, no início da semana, o preço médio de venda ao público da gasolina era de 1,52 cêntimos por litro, e o do gasóleo era de 1,39 cêntimos por litro.

TVI24

Desabamento de muro em Oliveira S.Mateus

Fruto do mau tempo que se fez sentir nas últimas horas um muro desabou na freguesia de Oliveira S.Mateus, numa zona de fronteira com a freguesia de Delães.

Tudo aconteceu ao início da tarde, na Rua Egas Moniz, a par da Avenida Camilo Castelo Branco.

Não há registo de feridos.
A circulação de carros naquele local encontra-se condicionada até serem removidas as pedras que caíram para o meio da rua.

 

Arnoso: Homem assalta café mas antes deixa os jornais que trazia na mesa

Um homem assaltou, na madrugada deste sábado, um café localizado na Avenida do Altinho, em Arnoso Santa Maria.

O indivíduo, chegou ao local a pé e com um capuz na cabeça, cerca das 05h30, e com a ajuda de um objeto não identificado, forçou a entrada até partir a porta de vidro.

No interior do espaço, e de forma tranquila, o sujeito colocou os dois jornais que trazia consigo numa das mesas, indo direto à caixa para pegar em todo o dinheiro que encontrou.

No momento em que tudo aconteceu, ninguém terá dado conta do roubo. A GNR e a Polícia Judiciária estiveram no local para a recolha de provas e o caso encontra-se agora a ser investigado.

No sábado passado, e a cerca de 1,5kms deste estabelecimento, um outro café do mesmo proprietário foi assaltado.

Esmeriz: Problema em conduta deixa casas inundadas

Um problema numa caixa que recebe as águas de toda a zona envolvente à Academia do Futebol Clube de Famalicão, na freguesia de Esmeriz, provocou a inundação das habitações vizinhas a este complexo desportivo, na Rua dos Três Caminhos.

O alerta foi dado esta manhã aos bombeiros, depois da água começar a sair do sistema que a devia estar a escoar.

Apesar da rápida intervenção dos bombeiros [famalicão e famalicenses] e da proteção civil, devido à chuva intensa que se tem feito sentir ao longo das últimas horas, não foi possível evitar estragos em algumas habitações com pisos térreos ou caves, uma vez que a água deixou de ser escoada pela rede e passou a circular pelas ruas.

Não há registo de feridos, apenas danos materiais.

Uma habitante necessitou de ser socorrida pelos bombeiros devido a uma indisposição.

Vídeo: Caos em Braga, chuva deixa carros submersos

A chuva que se tem vindo a fazer sentir nas últimas horas tem provocado o caos em Braga. Há registo de várias viaturas que ficaram submersas, como é possível ver nas imagens do Diário do Minho.

https://www.facebook.com/diariodominho.pt/videos/389816338560865/

 

O mau tempo deverá manter-se nas próximas horas, embora a chuva tenha tendência para perder intensidade com o passar das horas.

https://cidadehoje.pt/chuva-trovoada-e-vento-colocam-a-regiao-em-alerta-amarelo/

Violência Doméstica: Mulheres de Braga saem domingo à rua para exigir que “parem de as matar”

Em declarações à Lusa, uma das organizadoras e responsáveis pelo grupo no Facebook, Emília Santos, explicou que o objetivo da concentração, marcada para as 15.00 na Praça da República, é “mesmo fazer barulho” e chamar a atenção para a necessidade de “educação nas escolas, sensibilização dos agentes políticos, jurídicos e policiais” para a “falta de proteção efetiva” à vítima de violência doméstica.

O grupo, que tem Braga como referência por ter sido criado depois de “mais uma mulher” ter sido assassinada na cidade em contexto de violência doméstica, agrega, no entanto, mulheres de vários pontos de Portugal e além-fronteiras que pretendem “mandar uma mensagem forte” à sociedade com a ação de domingo.

“Basta de nos matarem” é o mote para o “apelo à união de mulheres que foram, são, que não sabem que são e que podem vir a ser” vítimas de violência doméstica, mas “sem esquecer que há outras vítimas, como homens, crianças e adolescentes”.

“A condição de vítima de violência doméstica não tem estrato social, género, nem idade e se nos acusam de nos concentrarmos nas mulheres no grupo é porque a ideia foi criar um espaço de liberdade para as mulheres. Mas, no domingo vamos lá estar por todas as vítimas”, garantiu Emília Santos.

A organização admite que as leis contra a violência doméstica existem, porém, salientou, “não são suficientes, são pouco aplicadas e sobretudo desconhecidas de muitas das vítimas, pelo que este tipo de ação tem que funcionar como um grito de alerta e chamada de atenção para quem “até é vítima e não sabe”.

O grupo quer ainda dinamizar uma petição para entregar na Assembleia da República para “exigir que a educação contra este flagelo comece logo na pré-primária, que os agentes de autoridade sejam formados para lidarem com estes casos, que os juízes sejam sensibilizados para a aplicação de prisões efetivas e também para que os órgãos de comunicação social tenham outra abordagem” quando retratam o tema.

“O apoio da comunicação social é fundamental porque são vocês, jornalistas, que denunciam muitos casos, mas muitas das vezes, e de forma até involuntária, acabam quase que por ir desculpabilizando o agressor na forma como retratam a vítima ou o agressor”, explicou.

Outra questão que o grupo quer abordar é o apoio à vítima: “São necessárias mais esquadras com atendimento especializado, pessoal nos hospitais preparados para reconhecer um episódio de abuso, formas de apoiar de forma imediata a vitima protegendo-a, afastando o agressor, mas sem que a vítima seja isolada do mundo, porque parece que ela é que é a criminosa”, exortou.

“O ano de 2019 está a ser um ano negro, já foram mortas mais de 30 mulheres e, se calhar, enquanto falamos, está uma nova Gabriela a ser morta, ou agredida, ou um António, ou uma adolescente a ser controlada de forma abusiva pelo namorado e a achar isso normal, aceitável. É isto que tem que parar”, salientou.

O Mulheres de Braga foi criado em setembro, depois de uma funcionária do Theatro Circo, chamada Gabriela, ter sido assassinada frente ao Tribunal e, em oito dias, passou o número de 12 mil adesões.

A ação de domingo, explicou a organizadora, não pretende “a adesão só de mulheres, mas também dos homens deste país, jovens, adultos, adolescentes, pais, filhos e irmão de todas as Gabrielas que andam por aí e não se lhes conhece o rosto”.

“Basta de nos matarem”, reforçou Emília Santos.