FC Famalicão começa campeonato nacional feminino em casa

A equipa feminina do FC Famalicão estreia-se no Campeonato Nacional da 2.ª Divisão a 20 de outubro, na receção ao CS Bonitos Amorim. A equipa treinada por João Marques tem a primeira deslocação fora de portas ao SC Vila Real, a 27 de outubro.

Confira, aqui, o calendário de jogos da equipa famalicense:

1.ª jornada – FC Famalicão – CS Bonitos Amorim (20 outubro)
2.ª jornada – SC Vila Real – FC Famalicão (27 outubro)
3.ª jornada – FC Famalicão – SC Freamunde (10 novembro)
4.ª jornada – FC Felgueiras 1932 – FC Famalicão (17 novembro)
5.ª jornada – FC Famalicão – Águias Tabuadelo (24 novembro)
6.ª jornada – FC Famalicão – AD Lousada (1 dezembro)
7.ª jornada – FC Romariz – FC Famalicão (8 dezembro)
8.ª jornada – CS Bonitos Amorim – FC Famalicão (15 dezembro)
9.ª jornada – FC Famalicão – SC Vila Real (5 janeiro)
10ª jornada – SC Freamunde – FC Famalicão (11 janeiro)
11.ª jornada – FC Famalicão – FC Felgueiras 1932 (19 janeiro)
12.ª jornada – Águias Tabuadelo – FC Famalicão (1 fevereiro)
13.ª jornada – AD Lousada – FC Famalicão (9 fevereiro)
14.ª jornada – FC Famalicão – FC Romariz (22 fevereiro)

Visita-guiada a instalações artísticas na Devesa

O artista Edgar Massul faz, este sábado, a partir das 17 horas, uma visita-guiada às suas instalações patentes no Parque da Devesa.

No dia em que o parque comemora sete anos, esta é uma oportunidade para os visitantes percorrerem o espaço acompanhados pela arte de Edgar Massul, um artista plástico multidisciplinar.

A participação é livre e gratuita, sendo que o ponto de encontro está agendados para as 17 horas, na Casa do Território.

As obras patentes compõem uma intervenção do artista em residência durante o GERMINAL 2019 onde realizou processo de estudo para esculturas no Parque da Devesa, Land Art.

As obras de Massul são esculturas que se integram e desintegram na paisagem e estão divididas em 3 coleções: “Shadows”, “Sara’s Dreams” e “Untitled (Mabor Working Class Series)”.

Estas instalações serão objeto de registo fotográfico pela fotógrafa Inês D`Orey que, deste modo, preservará a memória desta intervenção artística de Edgar Massul.

A exposição estará patente no Parque da Devesa até segunda-feira, 30 de setembro.

Foto: Inês D`Orey

Sonae prepara compra da totalidade da Salsa

O grupo Sonae prepara-se para comprar a totalidade da Salsa. Desde 2016 que a Sonae detinha 50% da marca famalicense de vestuário e, agora, pretende adquirir os restantes 50% que ainda estão na posse de Filipe Vila Nova, um dos fundadores da marca.

Segundo informações da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, o negócio estará praticamente fechado.

A Salsa anunciou, há algumas semanas, que perspetiva fechar o ano de 2019 com um volume de negócios de 220 milhões de euros. Cerca de 15% dizem respeito a vendas online.

Recorde-se que a Sonae já está na área do vestuário têxtil com as marcas Zippy, MO e Deeply. Agora, também a Salsa.

Orquestra de Jazz de Matosinhos e Mão Morta dão vida ao cinema

Um dos grandes destaques do Close-Up – Observatório de Cinema são os filmes-concerto a exibir nos dias 12 e 19 de outubro. Esta é uma produção da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão que poderá ser apresentada noutras salas do país. Afinal, são composições originais para filmes de referência.

A Casa das Artes convidou a Orquestra de Jazz de Matosinhos para orquestrar o filme “O Couraçado Potemkine”, de Serguei Eisentein, que será exibido no dia 12 de outubro, pelas 21h30, com duração de 70 minutos.

Para o filme “O Couraçado Potemkine”, a Casa das Artes pensou logo em convidar a Orquestra de Jazz de Matosinhos. «Foi a nossa primeira ideia para um dos mais importantes filmes do cinema russo. É um filme épico que pedia uma Orquestra para fazer a banda sonora», explica o presidente do Cineclube de Joane, co-organizador do Close-Up juntamente com a Casa das Artes. Vítor Ribeiro explica que apesar de haver duas bandas sonoras feitas para este filme, a Orquestra de Matosinhos optou por compor uma banda sonora nova, sob a direção do maestro e compositor Pedro Guedes.

Os Mão Morta estão a preparar uma composição para o filme “A Casa na Praça Trubnaia”. O grupo, com mais de 30 anos, tem, segundo Vítor Ribeiro, «um percurso muito coerente e tem a ver com a dinâmica deste filme». Toda a história passa-se dentro de uma casa e é uma espécie de estudo da sociedade russa da altura.

O Close-Up tem atraído público de todo o país. «Tem sido uma consolidação crescente. O que pretendemos é uma ligação com a comunidade, com todo o tipo de público, começando no escolar», realça o presidente do Cineclube de Joane.

As sessões para o público escolar têm vindo a acontecer e são para repetir este ano. Haverá cinco sessões na Casa das Artes para crianças e jovens e outras cinco nas escolas, na Universidade do Minho e em escolas profissionais. Serão filmes destinados a um público que vai do 1.º ciclo ao ensino universitário. «Nós acreditamos que ainda há um grande trabalho a fazer na formação de público, temos essa ambição de formar o espetador de amanhã», anuncia Vítor Ribeiro. Recorda que vivemos cercados de imagens em movimento. «O espetador do futuro deve ter ainda mais ferramentas para lidar com essas imagens e o cinema é a melhor ferramenta para líder com isso».

Este IV episódio do Close-Up, que decorre de 12 a 19 de outubro, em vários espaços da Casa das Artes, com cerca de 40 sessões de cinema. Destaque para duas sessões especiais: a exibição do mais recente filme de Quentin Tarantino, “Era uma vez em…Hollywood”, e a antestreia em Portugal de “Alpha: Nos Bastidores da Corrupção” do filipino Brillante Mendoza.

O Close-Up volta a ter convidados para comentarem filmes. «Esta ideia dos comentadores é uma tentativa de estimular o cruzamento artístico entre as várias formas de arte e, ao mesmo tempo, desafiar o espetador a pensar noutros pormenores que à primeira vista poderia não ver no filme. São estímulos que podemos dar a quem está a assistir», realça Vítor Ribeiro.

Haverá ainda tempo para um passeio pelo cinema francês com dois protagonistas – Agnès Varda e Jean-Luc Godard – mas que inclui outros nomes que inquietaram a produção francesa tais como Jean-Pierre Melville, Sacha Guitry, Max Ophüls, Georges Franju ou Louis Malle.

O cinema português vai também estar em destaque com um programa dedicado aos filmes escritos e realizados pelo cineasta-fotógrafo Eduardo Brito, onde se incluem duas curtas metragens em antestreia – “Úrsula”, uma encomenda do Observatório, e “La Ermita”.

Há ainda um extenso programa para as escolas com uma dezena de sessões de cinema, oficinas e uma masterclasse de Pedro Serrazina. “Toy Story 4” e a versão live action do filme “O Rei Leão” são as duas propostas do Close-Up para as famílias.

Mais informações e programa completo em www.closeup.pt, no site da Casa das Artes, em www.casadasartes.org.

Belenenses é «adversário difícil» que João Pedro Sousa quer vencer

João Pedro Sousa acabou de fazer a antevisão do jogo deste sábado, ante o Belenenses SAD. O treinador do líder da Primeira Liga sabe que tem pela frente «um adversário difícil» que vai obrigar o FC Famalicão a encontrar «soluções para novos problemas».

Que Belenenses espera?

É um adversário complicado que nos vai colocar novos problemas, para os quais vamos ter que encontrar outras soluções para os ultrapassar. Temos que alterar comportamentos e dinâmicas, mas a nossa ideia de jogo vai manter-se. Esperamos um adversário competitivo, com um bom treinador e com ideias arrojadas. Portanto, o que nos resta é contrariar tudo isto, assumir o jogo que queremos vencer.

O Belenenses vai tentar neutralizar-nos, mas temos que encontrar soluções diferentes para contextos diferentes. Temos que estar preparados para resolver os problemas.

Contava, em 18 pontos possíveis ter 16?

Como tenho vindo a falar, o nosso dia a dia leva-nos sempre a pensar na vitória. Sabemos que temos adversários competentes, mas vamos sempre com a ideia de ganhar e é nosso objetivo manter esta dinâmica.

Algum cuidado especial para travar alguma euforia dos jogadores?

Tudo é importante. É um todo. Trabalhamos fisicamente, taticamente e animicamente. Mas os jogadores estão mentalizados para as suas tarefas; sabem que a época é longa e quais são os objetivos… Portanto, temos os pés bem assentes na terra.

E a euforia dos adeptos entra no balneário?

Os nossos adeptos são muito apaixonados pelo futebol e pelo clube, mas isso não mexe com as nossas ideias e forma de trabalhar. Mas, estamos muito contentes pelos nossos adeptos, pelo clube, pelo concelho e é bom saber que todos estão contentes com o nosso trabalho.

Em que é que este projeto do Famalicão é diferente de outros para que não chegue a meio da época e comece a ceder?

Este projeto tem bases muito sólidas. Desde o primeiro dia que percebi isso. O projeto está bem sustentado, com uma organização a caminhar a passos largos para a perfeição. Portanto, tudo isto ajuda a que o processo seja cada vez mais consolidado e dê os frutos que se pretende.

Pode haver um Leicester à portuguesa?

É muito difícil. São realidades totalmente distintas. Não podemos fazer cenários que são irrealistas.

Foi sondado para treinar o Sporting?

Não. Sou treinador do Famalicão.

Taça de Portugal de Rally em carros elétricos passa por Famalicão

A primeira edição da Taça de Portugal de Rally em Carros Elétricos vai passar por Famalicão no dia 26 de outubro, na Avenida de França.

A iniciativa conta com o apoio da AMAVE – Associação de Municípios do Vale do Ave e envolve os municípios de Guimarães, Fafe, Vizela, Famalicão e Santo Tirso.

Esta é uma competição reservada a viaturas de série, que vão correr em circuitos citadinos e de rally, além de rampas. Vence quem for mais regular.

Esta Taça de Portugal Novas Energias começa no dia 25 de outubro, em Guimarães, e termina no dia 27, em Santo Tirso.

A apresentação da prova decorreu esta semana, na sede da AMAVE. Esteve presente, o presidente da Câmara de Famalicão. Paulo Cunha disse que o objetivo é provar que se pode ser competitivo e, ao mesmo tempo, amigo do ambiente. «Não escondemos que esta é uma competição com dimensão pedagógica», comentou Paulo Cunha.