Farmácias de Famalicão aderem a campanha para ajudar os mais pobres

Cerca de um milhão de portugueses não consegue comprar os medicamentos que lhes são prescritos. Uma campanha ajuda os mais necessitados.

“Dê troco a quem precisa”, é o nome da iniciativa que arrancou esta segunda-feira em várias farmácias de todo o país.

A campanha, que termina no dia 25, é promovida pelo programa “abem”: rede solidária do medicamento, e convida os portugueses a doar o troco das compras ao fundo solidário “abem”.

O montante angariado vai ser aplicado na aquisição de medicamentos para os mais necessitados.

Em Famalicão aderiram a esta campanha as Farmácias Barbosa, Calendário, Gavião, Ruivães.

Braga: Incêndio em armazém de tintas “está circunscrito”

O incêndio que deflagrou esta manhã num armazém de tintas numa zona industrial de Braga “está circunscrito”, disse à Lusa fonte dos Bombeiros Sapadores do concelho.

Segundo a mesma fonte “não hã feridos a registar”.

No local estão deslocados homens e viaturas dos Sapadores de Braga e dos bombeiros voluntários de Braga, Amares, Póvoa de Lanhoso e Taipas.

O incêndio deflagrou cerca das 07:25.

Governo ordena inquérito urgente a incidente com helicóptero do INEM

O ministro da Administração Interna determinou à Proteção Civil a abertura de um “inquérito técnico urgente” ao funcionamento dos mecanismos de reporte da ocorrência e de lançamento de alertas relativamente ao acidente com o helicóptero do INEM.

Numa nota enviada hoje à comunicação social, o ministro Eduardo Cabrita anuncia que “determinou à Autoridade Nacional de Proteção Civil a abertura de um inquérito técnico urgente ao funcionamento dos mecanismos de reporte da ocorrência e de lançamento de alertas em relação ao acidente que envolveu o helicóptero do INEM e que vitimou quatro pessoas”.

O comandante distrital do Porto da Proteção Civil, Carlos Alves, disse hoje que o aviso da queda da aeronave que fez quatro vítimas mortais chegou à Proteção Civil “às 20:15”, cerca de duas horas após o último contacto da aeronave com a torre de controlo.

Sem conseguir “precisar a hora da chegada dos primeiros bombeiros” ao local onde caiu o helicóptero, Carlos Alves assegurou que “a operação [de socorro] foi desenrolada a partir das 20:15”, hora a que a Proteção Civil recebeu o alerta para o acidente.

“O alerta para a Proteção Civil foi às 20:15. Tudo o resto que aconteceu antes não consigo confirmar”, observou o comandante.

Carlos Alves explicou que, antes do alerta à Proteção Civil, “há toda uma série de entidades que entram no processo de despoletar este tipo de operação”, mas disse desconhecer qual foi a primeira entidade a receber o alerta.

A empresa que gere a navegação aérea (NAV) afirmou hoje que alertou, meia hora após a perda de contacto com o helicóptero, entidades como a Proteção Civil e a Força Aérea para a falha de comunicação com o aparelho.

Segundo a NAV, à 19:40 foi avisada a Força Aérea Portuguesa, “que é quem ativa a busca e salvamento”, 20 minutos depois de terem sido contactados os CDOS do Porto, Braga e Vila Real, que “não atenderam”.

A queda de um helicóptero do INEM, ao final da tarde de sábado, no concelho de Valongo, distrito do Porto, causou a morte aos quatro ocupantes.

A bordo do aparelho seguiam dois pilotos e uma equipa médica, composta por médico e enfermeira.

A aeronave em causa é uma Agusta A109S, operada pela empresa Babcock, e regressava à sua base, em Macedo de Cavaleiros, Bragança, após ter realizado uma missão de emergência médica de transporte de uma doente grave para o Hospital de Santo António, no Porto.

Este é o acidente aéreo mais grave ocorrido este ano em Portugal, elevando para seis o número de vítimas mortais em acidentes com aeronaves desde janeiro.

“Professor”, “enfermeiro” e “toupeira” lideram escolhas para “A Palavra do Ano”

A iniciativa “A Palavra do Ano” contabilizou, até à atualidade, “mais de 140.000 votos validados”, estando a liderar as preferências as palavras “professor”, “enfermeiro” e “toupeira”, adiantou fonte da Porto Editora.

Paulo Rebelo Gonçalves, da Porto Editora (PE), que promove esta iniciativa há dez anos, sublinhou “a grande afluência de votos” e advertiu que a organização “está atenta às tentativas de ataques piratas, que são identificados e repelidos”.

“A Palavra do Ano” de 2018 será conhecida no dia 05 de janeiro, pelas 17:00, numa cerimónia na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto, aberta à população, e que contará “com a presença de várias personalidades de diferentes quadrantes da sociedade”.

“O uso e o manejo da palavra é algo que diz respeito a todos e vamos tornar esta 10.ª edição, uma festa da palavra e da Língua Portuguesa”, disse.

Até às 24:00 de dia 31, “A Palavra do Ano” pode ser escolhida em www.palavradoano.pt, a partir de uma lista de dez vocábulos constituída por “assédio”, “enfermeiro”, “especulação”, “extremismo”, “paiol”, “populismo”, “privacidade”, “professor”, “sexismo” e “toupeira”.

Se “professor”, “enfermeiro” e “toupeira” lideram, até à atualidade, as preferências dos cibernautas, entre as menos votadas estão “especulação” e “sexismo”, segundo a mesma fonte.

“Os professores continuam a lutar pela contabilização da totalidade do tempo de serviço prestado durante o congelamento de carreiras”, daí a candidatura à “Palavra do Ano” de “professor”, “enfermeiro” foi um termo escolhido pelos vários movimentos de protesto desta classe, ao longo deste ano; e a outra palavra candidata entre as mais votadas, é “toupeira”, que se relaciona diretamente com o mundo futebolístico. “A suspeita de que um clube de futebol nacional dispunha de uma rede de informadores no interior do sistema de justiça pôs em marcha a chamada ‘Operação e-toupeira’”, afirma a editora, referindo-se às suspeitas que pairam sobre Sport Lisboa e Benfica.

Os vocábulos “lanterna-vermelha” desta votação são “especulação”, que se relaciona com “a especulação imobiliária, que atingiu níveis alarmantes nas grandes cidades e gerou um grande debate, nomeadamente sobre a polémica ‘taxa Robles’”, afirmou a mesma fonte, referindo a proposta do ex-vereador do Bloco de Esquerda em Lisboa, Ricardo Robles, que visava controlar a especulação imobiliária; e “sexismo”, segundo a PE, “esta forma de discriminação de pessoas ou grupos com base no seu sexo tem vindo a ser crescentemente denunciada, com vários casos mediáticos a alimentarem a discussão pública e a condenação social”.

Pelo meio da tabela estão os termos “assédio” justificado pelos “movimentos como ‘Me Too’, que colocaram o tema do assédio sexual na agenda”; “extremismo”, sendo “cada vez mais frequentes as manifestações de intolerância e radicalismo, nomeadamente no espaço europeu, o que justifica uma crescente preocupação” e “paiol”, uma escolha justificada pelo “caso do desaparecimento das armas do paiol de Tancos [no Ribatejo] que conheceu desenvolvimentos surpreendentes ao longo do ano, estando ainda por esclarecer completamente”.

Também a meio da tabela estão “populismo”, termo que faz parte das opções de escolha, pelo facto de “o discurso marcadamente populista ter tomado de assalto o debate público um pouco por todo o mundo, alimentando o surgimento de movimentos e líderes políticos que já conquistaram o poder em vários países”, e “privacidade”, termo que se tornou muito usado com a entrada em vigor, em maio passado, do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD).

O responsável garantiu “a fiabilidade de todo o processo à prova de quaisquer tentativas de ciberataques”.

Ainda não foi reclamado o milhão que saiu em Famalicão

O felizardo que foi o vencedor do último concurso do “M1hão” ainda não reclamou o prémio.

Relembramos que o código vencedor foi sorteado na última sexta feira, e o boletim premiado foi registado num café/quiosque da freguesia de Cabeçudos, em Vila Nova de Famalicão.

Em declarações à Cidade Hoje, Pedro Guedes, o proprietário daquele espaço, disse que o prémio ainda não foi reclamado, apesar de terem sido muitos aqueles que, assim que a novidade começou a correr pela freguesia, se apressaram a passar por aquele estabelecimento comercial para perceberem se iam levar 1 milhão de euros para casa.

Pedro Guedes acredita que no decorrer da próxima semana venha a conhecer o feliz contemplado.