Rua de S. Vicente encerrada ao trânsito nos dias 24 e 27 de abril

As obras de reabilitação da Alameda Padre Manuel Simões, localizada junto ao Centro de Emprego e à Casa das Artes, que estão a decorrer vão trazer alguns condicionamentos ao trânsito, nos próximos dias 24 e 27 de abril, com o corte da Rua de S. Vicente, entre as 8h00 e as 18h00, desde o entroncamento com a Estrada Nacional 14 até ao entroncamento com a rua da Gábila.

Refira-se que as obras têm como objetivo facilitar o fluxo de trânsito automóvel e pedonal, melhorar o estacionamento e dar uma nova imagem àquela zona da cidade.

GDNFamalicão de Prata em Coimbra

O Grupo Desportivo de Natação de Famalicão, esteve, mais uma vez, em excelente nível no 34º Torneio Natação do CNAC – Shigeo Tsukagoshi, realizado nas piscinas olímpicas de Coimbra, no dia 21 de Abril de 2018, com a participação de 8 nadadores.

Os atletas Famalicenses realizaram excelentes tempos, com a obtenção de 7 medalhas, das quais 3 de ouro, 1 prata e 3 de bronze, vários tempos de admissão aos campeonatos nacionais e com a obtenção de uma excelente classificação por clubes, nada mais nada menos que o prestigiante 2º lugar atrás do Sporting Clube de Portugal, entre os 19 clubes participantes.

Pela primeira vez um atleta do Clube conquistou a medalha de ouro no Super Sprint, competição singular, com sistema de 4x50L a cada 2’30”, por eliminatórias, até chegar à final. Na final Pedro Fernandes, de Famalicão, levou a melhor sobre o nadador do Sport Lisboa e Benfica sagrou-se o campeão da competição.

Para o treinador Famalicense, Pedro Faia, “foi uma competição repleta de emoção, na qual os nossos nadadores demonstraram atravessar um extraordinário momento de preparação, muito compromisso e crescente ambição. Esta competição permitiu também integrar atletas mais novos, que aproveitaram a oportunidade para demonstrarem a sua excelente integração e toda a qualidade desportiva em contexto de competição. Obter um leque alargado de bons nadadores e de excelentes marcas só nos faz concluir que em Famalicão há extraordinários valores desportivos, há novos valores a emergir e já há cultura desportiva da modalidade, associada à dinâmica de vitória!”

Companhias de Teatro precisam de um olhar diferente

“Fértil” e “Didascália” duas companhias de teatro sedeadas em Famalicão, receberam esta segunda feira a visita do deputado na Assembleia da República Jorge Paulo Oliveira que pediu ao governo “um novo olhar e uma nova abordagem no financiamento das artes”.

A visita surge na sequência dos resultados provisórios dos concursos ao Programa de Apoio Sustentado 2018-2021 da Direção-Geral das Artes, que está a sofrer forte contestação do setor e de todos os quadrantes políticos, tudo resultado, na opinião do parlamentar, do “subfinanciamento do setor das artes no país, que condiciona depois a avaliação, bem como de um modelo que se revelou de tal modo inoperacional que, logo na sua primeira experiência, o próprio governo admite revê-lo”.

Em Gondifelos, onde está sedeada a Fértil – Associação Cultural, Jorge Paulo Oliveira acompanhado de Manuel Novais, Presidente da União das Freguesias, ficou a conhecer melhor aquela estrutura, fundada em 2010, e que aposta forte no teatro e na sua relação com as outras formas artísticas.

A Fértil desenvolve a sua atividade na circulação de espetáculos, mas não esquece a formação e a investigação. Das criações destaca-se o projeto comunitário no Vale do Este que integra um processo de investigação, criação e edição a ser implementado durante dois anos.

Ora, a Fértil foi precisamente uma das 39 estruturas, das 89 candidaturas avaliadas, que na área do teatro ficou de fora do Programa de Apoio Sustentado 2018-2021 da Direção-Geral das Artes. Jorge Paulo Oliveira, gostaria que aquela decisão provisória não adquirisse natureza definitiva. “Resta a esperança de que a promessa do ministro da Cultura de não abandonar as estruturas que merecem apoio, bem como da declaração de mesmo de reforço dos meios financeiros afetos ao programa, possam corrigir a injustiça de que a Fértil está a ser vitima”.

Em Joane, o deputado social democrata esteve no Teatro da Didascália, que também ele aposta na criação teatral, perseguindo “uma politica de pesquisa e de cruzamento estético, com o objetivo de fazer surgir uma linguagem própria e inovadora no panorama teatral português”.

Fundada em 2008, esta companhia é responsável por dois importantes festivais: “Contos d’Avó”, um festival de contadores de histórias organizado dentro das próprias casas das avós das freguesias rurais do concelho e o «Vaudeville Rendez-Vous», dedicado ao universo do teatro físico, circo e cabaret.

A situação da Didascália é diferente. Ao contrário da Fértil, é uma das 23 estruturas que viu aprovada provisoriamente a sua candidatura na área dos cruzamentos disciplinares com acesso a financiamento plurianual que, “com justificada expetativa aguarda que os resultados definitivos o confirmem”.

 

 

Mestre Alexandre Carvalho ministra Seminário Internacional na Suíça

No passado fim-de-semana, o Mestre Alexandre Carvalho, presidente e fundador do estilo marcial Alex Ryu Jitsu, deslocou-se à Suíça, onde ministrou um Seminário Internacional de Defesa Pessoal de Rua, organizado pela academia Alex Ryu Jitsu de La Rippe, liderada pelo Instrutor Bruno Cardoso.

Neste evento, o Mestre Alexandre Carvalho desenvolveu técnicas de defesa pessoal de rua de mão nua e contra ataques de mão armada, com faca, pau e pistola, perante os mais de meia centena de participantes naquele seminário.

O seminário contou com a presença do Presidente do Município da cidade de La Rippe, Moccand, o qual teceu largos elogios a academia Alex Ryu Jitsu daquela cidade, reconhecendo a sua importância na formação cívica dos cidadãos que a frequentam e enaltecendo o excelente trabalho que o instrutor Bruno Cardoso tem feito em prol da comunidade e das artes marciais.

Grupo ACO Shoes cresce em Cabo Verde

A ICCO – Indústria de Componentes e Calçado Ortopédico, Limitada, empresa de Cabo Verde fundada em 1993 pelo empresário português e ex-presidente do Município de Vila Nova de Famalicão, Armindo Costa, na ilha de São Vicente, passou a integrar a lista restrita de 139 grandes contribuintes do país, segundo revela um despacho assinado pelo ministro das Finanças, Olavo Correia, publicado recentemente no Boletim Oficial da República de Cabo Verde.

Em Cabo Verde, são considerados grandes contribuintes as entidades com um volume de negócios anual superior a 200 milhões de escudos cabo-verdianos (o equivalente a 1,8 milhões de euros) e entidades com um valor global de impostos pagos superior a 15 milhões de escudos cabo-verdianos (136 mil euros). A informação pública sobre os 139 grandes contribuintes é apresentada por ordem alfabética, não sendo revelados os valores do volume de negócios ou dos impostos pagos.

Estes critérios de seleção estão definidos na Portaria nº 55/2013, de 5 de novembro, do Ministério das Finanças e do Planeamento de Cabo Verde, documento que regula a criação da Repartição Especial dos Grandes Contribuintes.

NOVOS INVESTIMENTOS

“Em 1993, fomos ajudados pelo Governo de Cabo Verde, com estímulos ao investimento, decorrentes do facto de termos sido uma das primeiras empresas francas de capital estrangeiro a instalar-se no país. Passados 25 anos, estamos a retribuir, gerando riqueza para a sociedade cabo-verdiana”, afirma Armindo Costa, fundador e administrador da ICCO.

Em sua opinião, integrar o grupo dos grandes contribuintes de Cabo Verde é motivo “de orgulho, como investidor e empresário, pela boa gestão dos recursos, mas também motivo de responsabilidade perante a comunidade de S. Vicente e de Cabo Verde”.

“Estamos felizes em Cabo Verde e vamos continuar por muitos e bons anos. Cabo Verde é o país mais europeu de África, tem uma moeda estável, sendo talvez o país africano que mais se identifica com Portugal”, adiantou o presidente do grupo ACO Shoes, revelando que tem na forja o desenvolvimento de um projeto de crescimento industrial em Cabo Verde, onde atualmente laboram 250 funcionários.

“O nosso projeto de crescimento em Cabo Verde, que a seu tempo revelaremos, é o nosso compromisso com o país. Cabo Verde é bom para investir, dispondo de uma localização estratégica que foi importante no passado e continuará a ser importante no futuro”, considera Armindo Costa.

CABO VERDE PRODUZ COMPONENTES

A empresa que Armindo Costa fundou em Cabo Verde há 25 anos é participada em 98% pela portuguesa ACO – Fábrica de Calçado SA, com sede em Vila Nova de Famalicão, no Norte do país, da qual o empresário é fundador e presidente.

A fábrica cabo-verdiana começou a laborar em 1993, depois de os seus trabalhadores recrutados em Cabo Verde, a maioria do sexo feminino, terem recebido formação profissional na fábrica-mãe, em Portugal.

Na ICCO, são produzidos componentes para calçado de conforto, que correspondem a 55 por cento do processo produtivo. O transporte para Portugal – onde a produção é finalizada –, é feito por via aérea, o que garante o cumprimento dos prazos de entrega nos mercados internacionais.

Fundado em 1975, o grupo ACO Shoes emprega um total de 810 pessoas em três fábricas: 400 na empresa-mãe, em Vila Nova de Famalicão; 160 na ECCO Conforto, em Ponte de Lima; e 250 na ICCO, em Cabo Verde.

Anualmente, o grupo ACO, que é líder nas exportações portuguesas de calçado de conforto, produz 1,5 milhões de pares de sapatos, gerando um volume de negócios na ordem dos 35 milhões de euros.

Com marcas próprias e também em regime de “private label”, o calçado da ACO é vendido em 37 países de cinco continentes (Europa, Ásia, África, Oceania e América). Assim, os sapatos produzidos em Vila Nova de Famalicão podem ser encontrados na África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Áustria, Austrália, Bélgica, Bielorrússia, Canadá, Dinamarca, Emiratos Árabes Unidos, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estados Unidos da América, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Inglaterra, Irlanda, Israel, Japão, Letónia, Lituânia, Noruega, Polónia, Portugal, Quirguistão, República Checa, Roménia, Rússia, Suécia, Suíça, Turquia e Ucrânia.