Famalicão: Obras na Travessa da Cerejeira estão concluídas

A Junta de Freguesia de Ribeirão deu por concluída a intervenção na Travessa da Cerejeira. As obras incluíram a instalação de águas pluviais, execução da rede de saneamento, construção e reforço de muros de suporte e a completa requalificação do piso, que deixou de ser em terra e passa a garantir melhores condições de circulação.

A autarquia local fala de «um investimento essencial para melhorar a mobilidade, a segurança e o bem-estar de todos os moradores». Também agradece aos proprietários dos terrenos envolventes, «cuja colaboração exemplar tornou possível esta melhoria».

 

Famalicão: Sub-23 vencem e entram em lugar para lutar pelo título nacional

O FC Famalicão entrou no lote das quatro primeiras equipas que vão lutar pelo título nacional do campeonato nacional sub-23.

Na manhã desta segunda-feira, os famalicenses receberam e venceram, 1-0, o Vizela e passam a somar 17 pontos em 11 jornadas. Rodrigo Ribeiro, aos 52 minutos, marcou o golo que fez a diferença.

Faltam três jornadas para o final desta fase e a equipa de Nicola Popovic está, agora, em boa posição para chegar à fase de luta pelo título nacional.

Na próxima, os famalicenses rececebem o SC Braga.

Dois milhões de portugueses vivem com menos de 630€ mês

Apesar do crescimento económico, muitas famílias portuguesas continuam a viver com rendimentos muito baixos. Em 2023, perto de dois milhões de pessoas recebiam menos de 630 euros por mês, mantendo o risco de pobreza acima de 16%, segundo dados da Pordata.

A situação é particularmente grave entre os idosos, cuja vulnerabilidade tem vindo a aumentar, e nas famílias monoparentais com crianças. O emprego não é garantia de segurança financeira: mais de 9% dos trabalhadores portugueses enfrentam risco de pobreza, um valor acima da média da União Europeia, de acordo com o Eurostat.

Os contrastes entre regiões são evidentes. No Interior Norte, concelhos como Resende, Valpaços e Montalegre apresentam rendimentos médios abaixo de 400 euros mensais, enquanto Oeiras continua a concentrar as famílias com maiores rendimentos do país.

Fonte: SIC

Famalicenses doaram quase 27 toneladas de alimentos ao Banco Alimentar só este fim de semana

Na Campanha de Recolha de Alimentos do Banco Alimentar Contra a Fome de Braga deste fim-de-semana, foram angariados 168.147 kg (168,1 toneladas) de alimentos em todo o distrito. Destaca-se o concelho de Famalicão, que doou 26.817 kg de produtos, assumindo a terceira posição no distrito, apenas atrás de Braga e Guimarães.

A campanha realizou-se em 122 supermercados e contou com cerca de 3.500 voluntários. Os alimentos recolhidos vão para Instituições de Solidariedade Social acompanhadas ao longo do ano pelo Banco Alimentar de Braga.

Até ao final de setembro de 2025, o Banco Alimentar distribuiu 1.608.659 kg de alimentos através de 268 instituições, beneficiando 43.272 pessoas.

Famalicão: Equipa sub-16 goleia em Castelo Branco

Na décima terceira jornada do campeonato nacional sub-17, zona Norte, o FC Famalicão empatou, a um golo, em casa do Vitória SC. Filipe Magalhães foi o autor do golo que vale um ponto, com a equipa a ocupar o segundo lugar, com 26 pontos. No próximo domingo, o Famalicão recebe o Rio Ave.

A equipa sub-16, que compete na 2.ª divisão sub-17, jogou a décima jornada e goleou, 1-4, o Benfica Castelo Branco. Magalhães, Rodrigo Bernardo e Gonçalo Pinto, que bisou no jogo, foram os autores dos golos. O Famalicão lidera a série B, com 28 pontos. No próximo domingo recebe o Espinho.

Foto arquivo

O Ave é um dos motores industriais mais importantes de Portugal

O Ave é, há décadas, «um dos mais importantes sistemas produtivos da Península Ibérica, «com uma capacidade excecional de exportação, inovação incremental, flexibilidade e adaptação às transformações económicas globais». A garantia e reconhecimento foram dados, na passada sexta-feira, em Famalicão, pelo presidente da CCDR Norte no âmbito da iniciativa “Ouvir o Território, Construir o Futuro”. António Cunha reconheceu, também, que a região é o coração industrial da Região Norte. Aqui se concentra uma parte substancial da nossa força produtiva, da nossa capacidade de exportar e da nossa ambição coletiva de modernização económica».

No decurso da iniciativa, um conjunto de reuniões semestrais com as oito Entidades Intermunicipais da Região Norte, a CCDR Norte apresentou os resultados dos programas de investimento na sub-região, que somam 1,1 mil milhões de euros.

No âmbito do Portugal 2030, destacam-se investimentos para a modernização produtiva e digitalização das PME; reforço da eficiência energética e da transição verde; melhoria das infraestruturas educativas e dos centros de formação, bem como a promoção da mobilidade sustentável e da regeneração urbana. Já no PRR, realce para iniciativas orientadas para a descarbonização industrial, para a qualificação e formação avançada, para o aumento da oferta de habitação acessível para trabalhadores e para a transformação digital dos serviços públicos. No PEPAC 2023-2027, evidenciam-se o apoio à modernização das pequenas produções agrícolas, a valorização das fileiras agroalimentares complementares e o reforço da sustentabilidade dos territórios rurais.

Os investimentos que temos em curso representam um conjunto notável de oportunidades com enorme capacidade de transformação. Mas, perante as metas ambiciosas do Portugal 2030 e do PRR até 2026, é decisivo acelerarmos ainda mais o ritmo de execução.

Entre as operações com maior custo elegível atualmente em execução, destacam-se investimentos de grande escala nos concelhos de Guimarães, Vila Nova de Famalicão e Fafe, distribuídos pelas áreas do desenvolvimento urbano e da competitividade empresarial. Na área do crescimento e competitividade das PME, em Vila Nova de Famalicão destaca-se a operação da Lourofood, Lda., que envolve a robotização e modernização dos sistemas de gestão da produção, o aumento da área de implantação, da capacidade produtiva e de armazenagem, bem como a instalação de energia fotovoltaica com baterias. O projeto representa um investimento elegível de 13,35 milhões de euros, apoiado em 4,67 milhões de euros.

«Os investimentos que temos em curso representam um conjunto notável de oportunidades com enorme capacidade de transformação. Mas, perante as metas ambiciosas do Portugal 2030 e do PRR até 2026, é decisivo acelerarmos ainda mais o ritmo de execução. Este é o momento de unirmos esforços, de reforçarmos a determinação e de garantirmos que cada projeto se concretiza em tempo útil, para que o território beneficie plenamente deste ciclo único de investimento», António Cunha que reforçou o compromisso de continuar o diálogo próximo com os territórios, preparando, em conjunto com os autarcas e outros atores regionais, o quadro de programação pós-2027.

O líder da CCDR Norte destacou que os principais clusters do Ave enfrentam uma transição profunda, pressionados por concorrência global de baixo custo, exigências ambientais cada vez mais rigorosas, automatização crescente, novos padrões de consumo e de moda e digitalização acelerada de processos produtivos. Por isso, avisou, que o que está em causa é produzir melhor. «Subir na cadeia de valor significa apostar em design e moda, materiais avançados e circularidade, automação e digitalização, incluindo inteligência artificial. O Ave está preparado para liderar uma nova geração de indústrias: mais verdes, mais inteligentes e mais criativas».

Mário Passos, presidente da CIM do Ave, mostrou-se satisfeito com a reunião e sublinhou que o Ave está plenamente empenhado em construir uma visão comum para o próximo ciclo de programação, assente na qualificação, na tecnologia e na sustentabilidade, garantindo que o território continue a contribuir de forma decisiva para o desenvolvimento do Norte e do país.