Famalicão: Bombeiros acionados para acidente na A3

Os Bombeiros Voluntários de Famalicão foram, esta noite, acionados para um acidente na A3, em VIla Nova de Famalicão.

O sinistro aconteceu no quilómetro 29 daquela autoestrada, no sentido Famalicão – Braga.

No acidente estiveram envolvidas pelo menos duas viaturas, como retratam as imagens divulgadas na internet pela corporação de bombeiros.

Para o local foi acionada uma ambulância e um veículo de desencarceramento.

 

Balazar: Um ferido em despiste de carro seguido de colisão com máquina agrícola

Uma homem, com cerca de 30 anos, ficou ferido na sequência de um acidente de viação, registado na noite deste sábado.

Ao que a Cidade Hoje conseguiu apurar, o acidente deu-se cerca das 21h30, na Rua Padre Manuel Sousa Campos, em Balazar, na Póvoa de Varzim.

Segundo os Bombeiros Voluntários Famalicenses, que foram destacados para o socorro, o veículo ligeiro – onde seguia a vítima – entrou em despiste e foi embater numa máquina agrícola.

A vítima, com ferimentos ligeiros, foi assistida no local pelos soldados da paz e transportada para o Hospital da Póvoa de Varzim.

 

PSD antecipa eleições internas e Paulo Cunha não se recandidata

O atual presidente da Concelhia do PSD de Famalicão tem mandato até fevereiro do próximo ano, mas o partido vai avançar para eleições internas, a 4 dezembro, e Paulo Cunha não se recandidata. Cumpridos três mandatos, os estatutos não permitem a recandidatura, mas mesmo que o permitissem «não seria candidato», avançou Paulo Cunha à Cidade Hoje.

O anúncio foi feito esta tarde, durante o plenário concelhio que decorreu no auditório da Fundação Cupertino de Miranda.

Paulo Cunha, que recentemente fechou o seu ciclo à frente do Município, entende que este é também o momento de abrir um novo ciclo na concelhia do PSD. «Os ciclos autárquicos têm uma grande influência nos ciclos da Concelhia e faz todo o sentido ajustá-los e, neste caso particular, ajustar as eleições na Concelhia às eleições nacionais que acontecem no mesmo dia. Os estatutos não permitem a recandidatura, embora se pudesse não seria recandidato, tal como o fiz na Câmara Municipal».

Quanto ao perfil do próximo presidente da Concelhia do PSD, Paulo Cunha fala da importância «dos consensos e espero que o próximo presidente mantenha essa linha que já faz parte do nosso património e que foi sempre bem aceite pelos nossos companheiros de partido».

Ao nível da distrital, a que preside, o mandato termina em junho «e se nada se alterar até lá, voltarei a ser candidato», assume Paulo Cunha.

Famalicão: Criança de 5 anos morre em casa

Uma criança de cinco anos foi vítima de morte súbita, em casa, na freguesia de Mogege, em Vila Nova de Famalicão, avança o Correio da Manhã.

As circunstâncias em que se deu a morte ainda estão por apurar.

O alerta foi dado às 13h30, para uma moradia localizada na Rua Mourisco de Cima.

Para o local foram acionados os B.V.Famalicão e a VMER de Famalicão.

Os familiares da criança estão a receber apoio psicológico por parte da equipa do INEM destacada para o terreno.

 

Nas próximas semanas: Greve dos farmacêuticos, enfermeiros, professores, bombeiros e médicos

  • 28 de outubro a 2 de novembro – Farmacêuticos

Os farmacêuticos do Serviço Nacional de Saúde exigem a concretização da residência farmacêutica, abertura de concurso para progressão na carreira e revisão do estatuto remuneratório.

  • 3 e 4 de novembro – Enfermeiros

Os enfermeiros contestam a “ausência total de diálogo” por parte do Ministério da Saúde em ouvir as reivindicações.

Consideram também que os cerca de 700 milhões de euros para reforçar o SNS previstos na proposta Orçamento do Estado para 2022 só serão bem empregues se estiverem em cima da mesa as áreas para as quais este acréscimo orçamental será afeto.

Os sindicatos dos enfermeiros dizem ainda que a greve foi limitada a dois dias devido à consciência que as estruturas sindicais têm das consequências para os utentes do SNS.

  • 5 novembro – Professores

No dia em que o ministro da Educação é ouvido no Parlamento, as duas federações de professores e outros sindicatos convergem numa greve nacional.

As estruturas sindicais justificam a greve precisamente com o OE2022, que dizem ignorar os problemas do setor, designadamente, questões que afetam a carreira docente e também os trabalhadores não docentes.

Outros dois sindicatos de professores convocaram greve também para o mesmo dia, como a Associação Sindical de Professores Licenciados e o Sindicato Nacional dos Profissionais de Educação.

  • 11 e 12 de novembro – Bombeiros

Os bombeiros profissionais fazem greve em protesto contra a proposta de OE2022, que dizem ter-se esquecido da classe. Os bombeiros reivindicam aumentos salariais, subsídio de risco igual ao das forças de segurança, num valor de 100 euros mensais, regulamentação de todo o setor dos bombeiros e proteção civil, revisão da tabela salarial dos bombeiros sapadores, bem como as 35 horas de trabalho.

Exigem também o direito à pré-reforma equiparada às forças de segurança, integração imediata da Força Especial de Proteção Civil nos quadros da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e enquadramento dos operadores das centrais da gestão de emergência dos comandos distritais e nacional de operações e socorro.

  • 12 de novembro – Função Pública e professores

Para a Frente Comum, da CGTP, que convocou a paralisação, o aumento salarial de 0,9% previsto na proposta orçamental não é suficiente, pois não permite recuperar poder de compra que tem sido perdido nos últimos 12 anos pelos trabalhadores.

Também a Federação de Sindicatos da Administração Pública (Fesap), da UGT, anunciou uma greve para o mesmo dia, 12 de novembro.

A Fesap entende que é preciso “dar voz ao protesto e descontentamento dos trabalhadores da administração pública” e avisou que a paralisação abrange os trabalhadores da administração pública, mas também todos os trabalhadores das IPSS [Instituições Particulares de Solidariedade Social] e Misericórdias.

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) também anunciou a adesão à greve nacional da administração pública.

  • 22 a 24 de novembros – Médicos

Além de protesto contra Orçamento de Estado, a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) e o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) exigem maior financiamento para a Saúde e dizem que os problemas já estão identificados desde o período pré-pandemia de covid-19 e que as soluções apresentadas “já têm anos”