Famalicão: Junta de Joane retoma trabalhos na rotunda de Santo António

A Junta de Freguesia de Joane retoma, esta quinta-feira, as obras na rotunda de Santo António.
Concluído o parque infantil, e beneficiando de melhores condições meteorológicas, os trabalhos incidem na repavimentação do piso, colocação de sinalização vertical e horizontal e de elemento decorativo no centro da rotunda.
Esta intervenção causará constrangimentos na circulação no local.

Famalicão: Teatro Didascália instala-se em Riba de Ave com espetáculo sobre a indústria

O Teatro da Didascália vai ocupar Riba de Ave nos próximos meses, com a “Paisagem Efémera”. Tendo em conta o contexto desta vila ribadavense, a representação teatral incidirá sobre a parte industrial e urbana.

A Fábrica Sampaio Ferreira, hoje desativada, vai ser ocupada pelo Teatro da Didascália. O primeiro ato deste trabalho artístico ocorre a 27 e 28 de maio, às 19 horas, e a 29 de maio, pelas 11 horas. Estão previstas mais duas representações ao longo do ano, em datas a designar.

A duração do espetáculo é de 90 minutos, para maiores de 12 anos; enquanto a lotação é de 53 lugares, com respeito pelas regras da Direção geral da Saúde. A entrada custa 5 euros, com aquisição de bilhetes em teatrodadidascalia.bol.pt.

Para compor a “Paisagem Efémera – Industrial e Urbana”, os responsáveis da Didascália andaram pela vila à procura de vestígios, histórias e imagens associadas ao ambiente fabril. Tinham-se deparado com uma fábrica vazia mas repararam que tudo na vila respira fábrica. Por isso, para compor esta peça, foram à procura de tudo o que dizia respeito à vida dos operários, do trabalho na fábrica, da vida social.

A direção artística é de Bruno Martins; direção e coordenação de Cláudia Berkeley; criação de António Júlio, Bruno Martins, Margarida Gonçalves e Rui Souza. Direção técnica de Valter Alves.

Famalicão: Entre de “Triciclo” na Casa das Artes

Vários espetáculos marcam a agenda da Casa das Artes para o mês de maio. Na noite desta sexta-feira, às 20.30 horas, ao grande auditório, chega a peça o ‘Triciclo’, de Fernando Arrabal. Escrita entre 1952 e 1953, ‘O Triciclo’ é um jogo de sobrevivência, mas também de procura da felicidade. humor, inocência, crueldade, poesia e a morte.

Segue-se a música, este sábado, com os ‘Três Tristes Tigres’ e o trabalho ‘Mínima Luz’, que sobe ao palco do grande auditório às 20.30 horas.
Numa encenação de Paulo Calatré, nos dias 13 e 14, às 20.30 horas, pode ver ‘Macbeth’, de William Shakespeare, numa coprodução: Casa das Artes e ACE Escola de Artes de Famalicão.
A música regressa no dia 15, também às 20h30, com Manuel João Vieira e a Anatomia do Fado. À mesma hora, também no grande auditório, mas no dia 22, sobe ao palco o músico Tiago Bettencourt.

Futebol: Campeonatos distritais regressam este fim de semana

Depois da longa paragem, desde janeiro, os vários campeonatos distritais estão de regresso ao ativo este fim de semana, concluindo-se no final da primeira volta, assim determinou a AF de Braga para esta retoma desportiva.

Assim, na Pró Nacional, série B, Joane e Ribeirão, dois candidatos à subida de divisão, jogam em casa, este sábado. Os ribeirenses, às 10h30, diante do Ponte, e os joanenses, às 16 horas, com o Taipas. Na série A, a AD Ninense joga, também no sábado, em casa do Cabreiros.

Na Divisão de Honra, série A, a UD Calendário recebe o Marca, o Fradelos joga em casa do Ceramistas B, e o Louro defronta, em casa, o Roriz. Na mesma divisão, série B, o Bairro joga no reduto do Este, o Ruivanense visita o Sobreposta, enquanto que o Lousado recebe o Celeirós.

Na séria A da 1.ª Divisão, estão marcados os seguintes encontros: Louro B – Antas, Gondifelos – Figueiredo, S. Cosme – Carreira B e Operário – Fonte Boa; na série C, a Oliveirense recebe o Santo Estêvão

Alunos universitários ponderam deixar os estudos por causa de problemas financeiros

Cerca de um quarto dos alunos do ensino superior afirma ter dificuldades em sustentar os custos da vida universitária, devido às dificuldades financeiras desenvolvidas com a pandemia. Após pagarem propinas, alojamento e transportes, estudantes partilharam que apenas têm cerca de 50 euros disponíveis para pagar outras despesas. Alguns universitários estão a considerar abandonar os estudos e deixar a universidade.

Estes dados foram concluídos a partir de uma consulta desenvolvida entre 24 de março e 10 de abril por 11 instituições e federações académicas. A consulta pretendia avaliar o impacto da crise pandémica ao nível da habitação e rendimentos.

O estudo nacional foi desenvolvido pelas academias de Lisboa, Porto, Minho, Trás-os-Montes e Alto Douro, Beira Interior, Évora, Algarve, Açores e Madeira, e pela Federação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico. Os resultados partilhados esta terça-feira, dia 4 de maio, contam com respostas de cerca de quatro mil estudantes que se encontram a frequentar uma licenciatura ou mestrado nas instituições de ensino portuguesas.

As associações académicas revelaram que foi visível “um grande impacto causado pela covid-19”, retratando que cerca de um terço dos alunos afirmaram que as possibilidades económicas de que dispunham mensalmente foram condicionadas pela pandemia. Um em cada cinco (29,1%) estudantes inquiridos declararam que, após pagarem as suas despesas fixas, apenas ficam com 50 euros; 24, 9% apresentam pouco mais de 100 euros.

As dificuldades financeiras surgiram, segundo um terço dos universitários, depois da situação financeira familiar se ter agravado, por exemplo, com a perda de emprego por parte de um dos elementos do agregado familiar; 27.5% dos inquiridos relataram que os problemas financeiros desenvolveram-se quando os negócios de família começaram a ser afetados. Além disso, no último ano, cerca de metade dos alunos que pertenciam à categoria de trabalhadores-estudantes ficaram sem emprego ou entraram em lay-off. Face a estes cenários, 7% dos participantes do estudo assumiram pensar em deixar de estudar.

No que diz respeito às condições de estudo em casa, 130 alunos declararam não ter um computador pessoal e 9,5% afirmaram não apresentar um espaço propício para estudar. Adicionalmente, 20% relataram ter constantes falhas de rede durante o ensino online.

O estudo nacional também avaliou o impacto da pandemia na saúde mental dos universitários. No entanto, os resultados provenientes desse questionário ainda não foram partilhados.