Famalicão: Restaurante “Cubata” é assaltado, autoridades apanham ladrão 5 minutos depois

O Cubata, localizado na Rua de São Julião, nas proximidades do estádio municipal, em Vila Nova de Famalicão, foi assaltado esta madrugada.

Ao que a Cidade Hoje conseguiu apurar, o assalto aconteceu às 03h50, sendo levado a cabo por um homem que partiu o vidro da porta com recurso a uma marreta.

O sujeito conseguiu colocar-se em fuga depois de destruir a máquina de tabaco de onde levou parte do seu recheio.

Acabou por ser capturado pela PSP, cerca de 5 minutos depois do assalto, nas imediações daquele estabelecimento.

A contribuir para o sucesso desta detenção esteve o sistema de alarme que foi eficaz, a par da rápida intervenção das autoridades.

O detido tem cerca de 30 anos e encontrava-se em liberdade condicional.

Vermoim: “Recreio do João” denuncia falta de civismo da população

Encontros de jovens durante a noite, na parte exterior do “O Recreio do João”, na freguesia de Vermoim, poderão explicar o que é visível nas imagens.

A situação é denunciada à Cidade Hoje pelas responsáveis daquela instituição. Elas contam que apesar de já terem apresentado diversas denúncias às autoridades, esta é uma situação que se tem agravado com o passar das semanas.

As denunciantes dizem que, agora, naquele local que era habitualmente frequentado por crianças, encontram-se até fezes.

“O Recreio do João” reclama por isso uma maior e mais apertada fiscalização do espaço com o objetivo de garantir a limpeza, mas também a segurança das instalações.

Descida de 6 euros no gás? DECO diz que sim, é possível

A Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO) diz que existe a possibilidade de uma descida de seis euros no preço do gás de botija, com a desvalorização dos preços da matéria-prima nos mercados internacionais.

“O preço do petróleo tem estado a baixar desde final de 2019 – desceu de cerca dos 70 dólares para menos de 30 dólares por barril, no início de abril – o que se tem refletido nas cotações dos seus derivados, como o gás. Como tal, é expectável uma descida do preço do gás engarrafado já este mês“, explica a associação.

A análise da DECO aponta para uma queda do preço na ordem dos seis euros, segundo os dados divulgados:

“Ao analisarmos a evolução do preço do gás butano engarrafado, o mais utilizado em Portugal, concluímos que existe um desfasamento de cerca de dois meses entre a variação do preço de referência e o seu reflexo no valor pago pelo consumidor. (…) Dos dados, torna-se evidente que já este mês é expectável que se comece a refletir a descida e que o preço da botija de gás, atualmente num valor médio de 26 euros, se aproxime dos 23 euros“, adianta a DECO.

Covid-19: Alunos do 10.º ano vão ter estratégia para recuperar matéria

Os alunos do 10.º ano terão “oportunidade para ter recuperação de aprendizagens” no próximo ano, adiantou hoje o secretário de Estado da Educação, reconhecendo que o sistema não está a “funcionar bem nem de forma igual para todos”.

Em entrevista à revista Forum Estudante, feita através de uma emissão em direto na página na rede social Facebook da publicação, o secretário de Estado da Educação, João Costa, disse que tudo o que está a ser feito este ano devido à pandemia de covid-19 “tem implicações no próximo ano letivo”, mas adiantou que vão ser “desenhadas estratégias” de recuperação de conteúdos.

“Nós temos consciência que não estamos a ter o sistema a funcionar bem nem de forma igual para todos e por isso quem está no 10.º ano vai ter oportunidade para ter recuperação de aprendizagens. E, por isso, às vezes têm-me perguntado porque é que houve aqui um foco nos anos terminais, nos anos de conclusão. Porque esses já não vão ter oportunidade no próximo ano letivo de recuperarem o que ficou para trás. Portanto, mais do que alterações dos conteúdos é ter estratégias que vão ser desenhadas a seu tempo para recuperarmos”, disse.

O governante respondia a dúvidas colocadas pelos estudantes, que se centraram muito em questões relacionadas com os exames nacionais do ensino secundário, conclusão desse ciclo de ensino, nas suas várias vertentes e acesso ao ensino superior.

Refeições em escolas alargadas ao escalão B da ação social

O acesso a refeições nas escolas enquanto durar o seu encerramento para aulas presenciais vai também passar a ser assegurado para o escalão B da ação social escolar, adiantou hoje o secretário de Estado da Educação, João Costa.

Em entrevista transmitida em direto na rede social Facebook, o secretário de Estado adiantou à revista Forum Estudante que esta é uma das medidas para tentar contornar as desigualdades sociais criadas pela pandemia de covid-19 e o atual contexto de confinamento, que mandou todos os alunos para casa, onde nem todos têm as melhores condições para uma aprendizagem à distância, mas onde também faltam bens essenciais que a escola assegurava.

“Logo numa necessidade muito básica a nossa preocupação foi continuar a fornecer as refeições aos alunos do escalão A da ação social escolar (ASE) e agora vamos alargar às do escalão B, porque sabemos que muitas vezes, para muitas crianças a única refeição que têm no dia é a refeição que têm na escola”, disse João Costa.

O governante referiu o trabalho colaborativo da Educação com outras áreas do Governo, como as Migrações, a Cidadania e Igualdade e a Segurança Social para “garantir por todas as vias que estes alunos” que precisam de mais proteção e apoio “não ficam sozinhos”.

“Nós sabemos que a escola tem uma função importante de alguma proteção social. Infelizmente, nós sabemos que há lares onde há violência, onde há negligência, onde não há comida e a escola é um grande apoio para a identificação destes casos, para ajudar as famílias e para identificar por vezes até situações de violência que precisam de proteção especial. Angustia-me um pouco pensar que este elo de ligação, este elo de proteção, à distância não funciona tão bem”, disse.

João Costa referiu “inúmeras parcerias e disponibilidades” para apoiar estes alunos, vindo de empresas como os CTT, mas também de organizações não-governamentais (ONG), com as quais as escolas se têm articulado para chegar a bairros “onde é mais difícil” chegar, mas também as autarquias, “estruturas de proximidade” com as quais, em conjunto com as comissões de proteção de crianças e jovens se tem tentado encontrar “o máximo de soluções” para chegar a esses alunos.

Covid-19: Comércio deve reabrir em maio mas com material de proteção e transportes

O presidente da Confederação do Comércio Português (CCP) considerou hoje essencial que a progressiva retoma da atividade económica, a partir de maio, seja acompanhada pela existência de material de proteção e serviço eficaz de transportes públicos.

João Vieira Lopes falava após a reunião entre as confederações patronais e o primeiro-ministro, António Costa, em São Bento, sobre as condições para o relançamento da economia portuguesa, após ser ultrapassada a fase mais crítica do combate à pandemia de covid-19.

“Durante o mês de maio, deve haver condições para existir retoma da atividade económica. Na nossa opinião, essa retoma deve obedecer a algumas condições”, disse.

Segundo o presidente da CCP, para haver condições de segurança nessa reabertura da atividade, “o Governo tem de garantir que exista no mercado máscaras, luvas e material de desinfeção”.

“Tem de haver também um sistema de transportes públicos em condições adequadas ao atual momento”, completou.

Do ponto de vista económico, João Vieira Lopes advertiu também que, “para haver público consumidor, tem de haver uma retoma progressiva de confiança”, dizendo em seguida que há exemplos que Portugal pode seguir nesta fase pós-crise sanitária, como a Suécia, República Checa e Áustria.

Pela parte da Confederação da Agricultura de Portugal (CAP), foi transmitido aos jornalistas que o Governo demonstrou “abertura” o sentido de que a “eventual importação” de mais trabalhadores, tendo em vista fazer face às necessidades das colheitas, seja acompanhada por garantias de segurança em termos de saúde pública.