
Já abriu o Espaço Cidadão de Brufe.

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A próxima semana começa com uma nova atualização no preço dos combustíveis. De acordo com a imprensa especializada, há boas noticias para os automobilistas que poderão abastecer o depósito dos carros a um preço mais reduzido.
A descida mais acentuada será no gasóleo, com uma redução de 12 cêntimos por litro, já a gasolina deverá ficar mais barata 6 cêntimos.

Os preços dos combustíveis deverão voltar a descer já na próxima semana em Portugal, com especial destaque para o gasóleo.
Segundo fonte da ANAREC citada pela CNN Portugal, a gasolina deverá baixar cerca de 6 cêntimos por litro, enquanto o gasóleo poderá descer aproximadamente 11 cêntimos. Esta evolução acompanha a queda recente do preço do petróleo nos mercados internacionais.
Esta descida surge depois de o Irão ter confirmado a assinatura de um acordo com os Estados Unidos para o fim da guerra no Médio Oriente, uma decisão também anunciada pelo presidente norte-americano Donald Trump.

O Governo está a estudar soluções para as freguesias onde não existem caixas Multibanco. Em alguns casos, pode ser as juntas de freguesia a dar dinheiro às pessoas que precisem de fazer levantamentos.
A ideia foi apresentada esta quarta-feira pelo ministro da Economia, Castro Almeida, no Parlamento, durante uma audição na comissão da Reforma do Estado e Poder Local. O projeto está a ser trabalhado com a Associação Portuguesa de Bancos, o Banco de Portugal e a SIBS, que gere a rede Multibanco.
O plano prevê instalar caixas Multibanco nas freguesias maiores. Nas mais pequenas, podem ser colocados equipamentos que permitem fazer pagamentos, mas não levantar dinheiro. Nesses casos, o levantamento de dinheiro ficaria a cargo das juntas de freguesia.
A Associação Nacional de Freguesias (Anafre) já mostrou dúvidas sobre esta solução, sobretudo sobre a capacidade das juntas para gerir a entrega de dinheiro.
O Governo está também a preparar um código autárquico para simplificar as regras do poder local. O objetivo é que o documento chegue ao Parlamento antes do fim da legislatura.

Uma empresa de refeições congeladas com sede na freguesia de Seide S.Paio, em Famalicão, foi obrigada pela Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) a pagar 112.389,13 euros a 97 trabalhadores, referentes a subsídios de trabalho noturno em falta.
A situação foi detetada após uma denúncia apresentada pelo Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Alimentação do Norte (Stianor/CGTP-IN). Segundo o sindicato, cada trabalhador irá receber, em média, mais de 1.150 euros.
Em reação ao caso, o Stianor sublinha que a reposição destes valores demonstra a importância da intervenção sindical na defesa dos direitos dos trabalhadores.

A deposição ilegal de resíduos numa zona florestal de Arnoso Santa Eulália, em Famalicão, junto ao lugar da Bola, está a causar preocupação entre os utilizadores daquele espaço, nomeadamente praticantes de BTT e caminhantes.
Segundo uma denúncia recebida, o local já apresentava há algum tempo vestígios de restos de obras abandonados. No entanto, a situação agravou-se recentemente com o aparecimento de vários sacos carregados de garrafas de vidro, que foram deixados no meio da floresta.
Além do impacto ambiental e visual, este tipo de resíduos representa também um risco para quem frequenta a zona, podendo provocar acidentes e contribuir para a degradação de um espaço natural muito utilizado para atividades ao ar livre.

O Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (S.TO.P.) convocou uma greve nacional da educação para esta quinta-feira, coincidindo com o dia em que será discutida no Parlamento a reforma laboral apresentada pelo Governo. O sindicato classifica o diploma como “um retrocesso demasiado grave”.
Além da greve, o S.TO.P. vai juntar-se à concentração organizada pela CGTP-IN em frente à Assembleia da República.
A paralisação não irá abranger as reuniões de avaliação final nem o exame nacional de Biologia e Geologia, que se mantêm assegurados.
O pacote laboral em discussão tem sido alvo de forte contestação por parte de vários sindicatos e já motivou duas greves gerais: uma em 11 de dezembro, convocada pela CGTP-IN e pela UGT, e outra em 3 de junho, promovida apenas pela CGTP-IN.
Entre os pontos mais contestados estão o alargamento dos contratos a prazo, as alterações às regras de dispensa para amamentação, o regresso do banco de horas individual e a não reintegração de trabalhadores despedidos de forma considerada ilegal.
Sem consenso na concertação social, o diploma segue agora para debate parlamentar na mesma data da paralisação.