Os trabalhos incluem a limpeza e preparação do leito do ribeiro que ali passa, bem como o reforço da estrutura existente para garantir estabilidade e segurança a longo prazo.
Em comunicado, a ASAE adiantou que foi instaurado um processo-crime por fraude sobre mercadorias e contrafação e uso ilegítimo de marca, para além de ter apreendido perto de 1 500 artigos contrafeitos.
Para já, informa a autarquia local, os trabalhos são de alargamento da rua, construção dos muros e estruturas para escoamento de águas pluviais até ao Rio Veirão.
Com esta aquisição, a Coindu passa a fazer parte de um dos maiores grupos mundiais de curtumes, consolidando a sua posição no mercado e abrindo novas portas para o futuro.
Em comunicado, o Bloco de Esquerda recorda que a construção do nó já tinha um plano definido, com a Ascendi a assumir os custos da obra e as câmaras municipais de Famalicão e Póvoa de Varzim a financiar as vias de acesso.