
A Drible uniu-se ao Centro de Recolha Animal de Famalicão (CROA), estrutura municipal responsável pelo acolhimento e bem-estar de cães e gatos abandonados no concelho, para lançar uma campanha de sensibilização sobre adoção responsável. A iniciativa alerta para uma realidade que se repete todos os anos após a época festiva: adoções feitas por impulso que acabam em devoluções e abandono. A campanha materializa-se num vídeo divulgado este Natal, com uma mensagem clara: os animais não são presentes, são vidas.
A campanha surge num contexto sensível. Dados citados por entidades ligadas ao bem-estar animal indicam que 1 em cada 4 cães é abandonado após o Natal, sendo janeiro um dos meses com maior incidência de casos. A emoção do momento, aliada à falta de preparação, acaba por ter consequências graves para
os animais adotados.
Como resposta preventiva, o CROA de Famalicão decidiu suspender as adoções entre 14 de dezembro e 1 de janeiro, uma medida que visa travar decisões impulsivas e reforçar a importância da reflexão antes de assumir um compromisso para a vida.
O vídeo acompanha o percurso de um cão adotado sem a preparação necessária, uma situação que, segundo responsáveis do centro, acontece com demasiada frequência após a quadra natalícia. A narrativa pretende sensibilizar a comunidade para o impacto emocional e físico que a devolução tem nos animais.
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“Acreditamos que a comunicação também tem um papel social. Esta campanha nasce da vontade de chamar a atenção para uma realidade que continua a repetir-se todos os anos e que tem consequências muito reais na vida dos animais”, refere a equipa da Drible.
A iniciativa sublinha ainda que, mesmo quando a adoção não é possível, existem outras formas de ajudar os animais acolhidos no CROA, através de contributos como ração, mantas, brinquedos ou produtos de higiene.
Com esta ação, a Drible e o CROA de Famalicão procuram promover uma mudança de mentalidade na comunidade, lembrando que cuidar começa na forma como escolhemos.





















Jorge Manuel Costa Marques Concordo com sigo ,para deixar de haver animais mal tratados eles tambem tem sentimentos como nós.
A instituição,tem de cobrar uma grande multa por isto,as pessoas têm de saber se a quem vão oferecer o cão ou gato,tem condições e se querem tomar conta,um animal não é um objeto que no fim das festas se vai trocar por outra coisa qualquer,quem levar um patudo ou um gato,tem de ser responsabilizado,ao levar deixa uma caução,e se devolver só recebe metade,se não devolver,ao fim de um ano e meio recebe o seu dinheiro,depois de saber como está o animal..