Uma empresária de Vila Nova de Famalicão processou o Estado e exige uma indemnização de 15.500 euros, após ter estado detida durante mais de 28 horas por alegado engano das autoridades.
De acordo com a ação apresentada no Tribunal Administrativo de Braga, a mulher foi alvo de um mandado de detenção emitido pela Procuradoria Europeia no âmbito de uma investigação por suspeitas de fraude fiscal qualificada, associação criminosa e branqueamento de capitais.
A detenção ocorreu a 2 de julho de 2024. A empresária permaneceu nas instalações da GNR até ser ouvida por procuradores europeus delegados. Durante o interrogatório, os magistrados escutaram uma gravação áudio e concluíram que a voz presente na chamada não correspondia à da detida.
Após perceberem o erro, os procuradores pediram desculpa à empresária e ordenaram a sua libertação imediata.
Na ação judicial, Vera Amaral defende que esteve privada da liberdade “injustificadamente” durante 28 horas e 20 minutos e pede agora uma compensação pelos danos sofridos.
Aqui calor, vem verão 🙏🏖️🏖️
Boa, venha ela que cá a esperamos ansiosamente…😃😃🙏❤️👍
O Orror 😅😅😅😅
O drama, a tragédia 🙂
Será que desta vez o IPMA acerta na “previsão”.
seca e seca ninguém fala……tudo ao fundo
Quem dera que viesse