Hipermercados estão impedidos de vender produtos não alimentares

A partir desta segunda-feira, dia 18, supermercados e hipermercados estão impedidos de vender artigos não alimentares como roupa, livros, objetos de decoração, jogos e brinquedos, artigos de desporto, acessórios de moda, calçado, etc.

Esta determinação surge porque estes produtos se vendiam nas lojas de rua e a retalho que foram encerradas neste confinamento geral.

Pelo que os supermercados e hipermercados «devem retirar os produtos, ocultar a sua visibilidade ou isolar as áreas de venda, naturalmente no sentido de impedir o acesso por parte dos consumidores», explicou o secretário de Estado do Comércio, João Torres.

O despacho que proíbe supermercados e hipermercados de venderem este tipo de produtos durante o confinamento não prevê qualquer contraordenação em caso de incumprimento, mas vai haver “vigilância atenta” da ASAE.

Padaria/Pastelaria ‘Desejos’ de Brufe assaltada

A Padaria / Pastelaria ‘Desejos’, localizada na freguesia de Brufe, localizada na rua Padre Domingos Joaquim Pereira, a par da N204, foi assaltada na última noite.

O crime terá ocorrido cerca das 00h00. Os assaltantes acederam ao interior do estabelecimento depois de partir o vidro da porta.

Ao que a Cidade Hoje apurou, o grupo terá destruído a caixa que recebe o dinheiro dos clientes e faz a gestão do troco, para além da máquina do tabaco.

Terão conseguido abandonar o local com uma quantia reduzida em dinheiro e tabaco.

O espaço dispõem de sistema de vídeo vigilância, pelo que o assalto terá ficado registado pelas câmaras.

A situação foi reportada à GNR.

Governo mexe no imposto dos combustíveis e dá ‘novo desconto’

O Governo aprovou uma nova redução do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP), com impacto direto no preço dos combustíveis.

A descida será de 1,5 cêntimos por litro no gasóleo e de 0,6 cêntimos na gasolina simples. Com este alívio fiscal, o aumento previsto para o gasóleo deverá fixar-se nos 8 cêntimos por litro, em vez dos 10 inicialmente estimados.

Já no caso da gasolina, o preço deverá subir cerca de 6 cêntimos por litro, ligeiramente abaixo dos 6,5 cêntimos previstos antes da redução do imposto.

GNR descobre 600 mil euros em tabaco ilegal

A GNR deteve três homens, com idades entre os 19 e os 54 anos, numa operação realizada em Guimarães, que resultou na apreensão de cerca de dois milhões de cigarros sem estampilha fiscal obrigatória e sem documentação que comprovasse a sua origem legal.

De acordo com a autoridade, os suspeitos estão indiciados pelo crime de introdução fraudulenta no consumo, tendo a ação ocorrido na passada quarta-feira.

O valor comercial da mercadoria apreendida ultrapassa os 622 mil euros, sendo que a sua colocação no mercado poderia representar um prejuízo de cerca de 449 mil euros para o Estado, em sede de Imposto Especial de Consumo (IEC).

 

Além do tabaco, os militares da GNR apreenderam ainda o veículo utilizado no transporte da carga ilícita e três telemóveis.

Trabalha-se mais em Portugal do que na maioria da Europa

Portugal está entre os países da União Europeia onde se trabalha mais horas por semana. Segundo dados da Pordata, a carga horária média no país atinge as 39,7 horas semanais, acima das 37 horas registadas no conjunto dos 27 Estados-membros em 2025.

No contexto europeu, Portugal ocupa a quinta posição, sendo apenas ultrapassado pela Grécia, Polónia, Roménia e Bulgária. Já em países como os Países Baixos, Dinamarca e Alemanha, a média semanal é mais reduzida, reflexo da maior expressão do trabalho a tempo parcial.

A análise, com base em informações do Eurostat, aponta ainda para níveis elevados de precariedade laboral, sobretudo entre os mais jovens. Em Portugal, cerca de 40% dos trabalhadores com menos de 30 anos têm contratos temporários, colocando o país entre os que registam maiores taxas neste indicador.

Apesar de uma elevada taxa de emprego jovem, os salários continuam abaixo da média europeia. Em 2024, o rendimento médio a tempo completo fixou-se nos 2.068 euros, bastante distante dos mais de 3.300 euros observados na média da União Europeia.

“Combustíveis vão cair a pique” promete Trump assim que terminar a guerra

Donald Trump voltou esta semana a fazer uma promessa ambiciosa sobre o mercado de energia: assim que o conflito no Médio Oriente chegar ao fim, os preços dos combustíveis irão cair a pique. A declaração foi feita durante uma intervenção pública do presidente norte-americano, que tem reforçado a narrativa de que a instabilidade geopolítica regional é o principal motor da escalada nos preços do petróleo.

A promessa soa bem nos ouvidos dos consumidores mas chega num momento pouco oportuno para os portugueses. A partir da próxima semana, os combustíveis voltam a encarecer em Portugal, e, na maioria das situações, deverão ultrapassar a barreira dos dois euros por litro.

O aumento previsto em Portugal está alinhado com a tendência dos mercados internacionais, que continuam pressionados pela incerteza no fornecimento de crude proveniente da região do Golfo.

Vem aí mais um grande aumento do preço do gasóleo

A próxima semana deve arrancar com um grande aumento do preço do gasóleo. De acordo com a imprensa especializada, a subida deverá rondar os 8 cêntimos por litro.

A gasolina também fica mais cara, uma subida que pode chegar aos 4 cêntimos por litro.

Estes aumentos continuam a estar relacionados com o conflito que se vive no médio oriente.