Alimentação: Mercadona com mais de 700 produtos sem glúten

A Mercadona tem mais de 700 produtos sem glúten, a pensar nos seus clientes intolerantes ou alérgicos a esta proteína.

Desta forma, esta cadeia de supermercados, brevemente também em Famalicão (junto ao Estádio Municipal), celebra o Dia Internacional do Celíaco, assinalado no domingo, dia 16 de maio.

Os produtos isentos de glúten estão identificados com um selo exclusivo da Mercadona (SEM GLÚTEN) na embalagem, com o objetivo de facilitar o ato de compra dos consumidores.

Para assinalar a data, esta cadeia de supermercado está com uma campanha, que teve início no dia 10 de maio e que culminará no dia 16, a que chama “Semana do Celíaco”. O objetivo passa, também, por promover o direito dos consumidores e desencadear ações de sensibilização da sociedade para esta doença.

De acordo com a Associação Portuguesa de Celíacos, estima-se que a doença afete 1 a 3% dos portugueses; no entanto, entre 10 e 15 mil casos foram diagnosticados, sendo uma doença genética largamente subdiagnosticada, já que se estima que o número real de celíacos possa oscilar entre os 70.000 e os 100.000 em Portugal.

O glúten pode ser encontrado em cereais como o trigo, centeio, cevada, malte; quem não o consegue processar pode apresentar diarreia, anemia, osteoporose, perda de peso, etc.

A Mercadona colabora em Portugal com a Associação Portuguesa de Celíacos (APC). «A empresa trabalha para oferecer produtos com a máxima segurança alimentar, a melhor qualidade a preços imbatíveis, seja com ou sem glúten», referem os responsáveis.

Além do selo Sem Glúten, a empresa oferece um serviço gratuito de apoio ao cliente para canalizar dúvidas e sugestões, encaminhando-as diretamente para os especialistas e fabricantes dos produtos.

Além de tudo isto, em abril deste ano, a Mercadona assinou um protocolo de colaboração com a DECO (Associação Portuguesa Para a Defesa do Consumidor), focado na satisfação integral dos seus “Chefes” (clientes), e que ajudará a reforçar o trabalho desenvolvido em conjunto por ambas as organizações e a materialização de ações formativas e informativas em benefício do consumidor.

Poderá encontrar mais informação sobre a doença celíaca na página da APC: https://www.celiacos.org.pt/

Há 80 carros por dia a chumbar automaticamente na inspeção

Mais de 80 carros estão a chumbar por dia na inspeção por um motivo simples: não fizeram o “recall” obrigatório das marcas.

A regra entrou em vigor a 1 de março e, em apenas 40 dias, já levou à reprovação de cerca de 3.500 veículos.

Em causa estão falhas técnicas identificadas pelos fabricantes, que obrigam os proprietários a ir à oficina. Quem não resolve o problema, chumba automaticamente na inspeção, logo à chegada.

As autoridades alertam: antes de ir à inspeção, confirme se o seu carro tem algum “recall” por fazer.

Padaria/Pastelaria ‘Desejos’ de Brufe assaltada

A Padaria / Pastelaria ‘Desejos’, localizada na freguesia de Brufe, localizada na rua Padre Domingos Joaquim Pereira, a par da N204, foi assaltada na última noite.

O crime terá ocorrido cerca das 00h00. Os assaltantes acederam ao interior do estabelecimento depois de partir o vidro da porta.

Ao que a Cidade Hoje apurou, o grupo terá destruído a caixa que recebe o dinheiro dos clientes e faz a gestão do troco, para além da máquina do tabaco.

Terão conseguido abandonar o local com uma quantia reduzida em dinheiro e tabaco.

O espaço dispõem de sistema de vídeo vigilância, pelo que o assalto terá ficado registado pelas câmaras.

A situação foi reportada à GNR.

Governo mexe no imposto dos combustíveis e dá ‘novo desconto’

O Governo aprovou uma nova redução do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP), com impacto direto no preço dos combustíveis.

A descida será de 1,5 cêntimos por litro no gasóleo e de 0,6 cêntimos na gasolina simples. Com este alívio fiscal, o aumento previsto para o gasóleo deverá fixar-se nos 8 cêntimos por litro, em vez dos 10 inicialmente estimados.

Já no caso da gasolina, o preço deverá subir cerca de 6 cêntimos por litro, ligeiramente abaixo dos 6,5 cêntimos previstos antes da redução do imposto.

GNR descobre 600 mil euros em tabaco ilegal

A GNR deteve três homens, com idades entre os 19 e os 54 anos, numa operação realizada em Guimarães, que resultou na apreensão de cerca de dois milhões de cigarros sem estampilha fiscal obrigatória e sem documentação que comprovasse a sua origem legal.

De acordo com a autoridade, os suspeitos estão indiciados pelo crime de introdução fraudulenta no consumo, tendo a ação ocorrido na passada quarta-feira.

O valor comercial da mercadoria apreendida ultrapassa os 622 mil euros, sendo que a sua colocação no mercado poderia representar um prejuízo de cerca de 449 mil euros para o Estado, em sede de Imposto Especial de Consumo (IEC).

 

Além do tabaco, os militares da GNR apreenderam ainda o veículo utilizado no transporte da carga ilícita e três telemóveis.

Trabalha-se mais em Portugal do que na maioria da Europa

Portugal está entre os países da União Europeia onde se trabalha mais horas por semana. Segundo dados da Pordata, a carga horária média no país atinge as 39,7 horas semanais, acima das 37 horas registadas no conjunto dos 27 Estados-membros em 2025.

No contexto europeu, Portugal ocupa a quinta posição, sendo apenas ultrapassado pela Grécia, Polónia, Roménia e Bulgária. Já em países como os Países Baixos, Dinamarca e Alemanha, a média semanal é mais reduzida, reflexo da maior expressão do trabalho a tempo parcial.

A análise, com base em informações do Eurostat, aponta ainda para níveis elevados de precariedade laboral, sobretudo entre os mais jovens. Em Portugal, cerca de 40% dos trabalhadores com menos de 30 anos têm contratos temporários, colocando o país entre os que registam maiores taxas neste indicador.

Apesar de uma elevada taxa de emprego jovem, os salários continuam abaixo da média europeia. Em 2024, o rendimento médio a tempo completo fixou-se nos 2.068 euros, bastante distante dos mais de 3.300 euros observados na média da União Europeia.

“Combustíveis vão cair a pique” promete Trump assim que terminar a guerra

Donald Trump voltou esta semana a fazer uma promessa ambiciosa sobre o mercado de energia: assim que o conflito no Médio Oriente chegar ao fim, os preços dos combustíveis irão cair a pique. A declaração foi feita durante uma intervenção pública do presidente norte-americano, que tem reforçado a narrativa de que a instabilidade geopolítica regional é o principal motor da escalada nos preços do petróleo.

A promessa soa bem nos ouvidos dos consumidores mas chega num momento pouco oportuno para os portugueses. A partir da próxima semana, os combustíveis voltam a encarecer em Portugal, e, na maioria das situações, deverão ultrapassar a barreira dos dois euros por litro.

O aumento previsto em Portugal está alinhado com a tendência dos mercados internacionais, que continuam pressionados pela incerteza no fornecimento de crude proveniente da região do Golfo.