Famalicão: BE pede intervenção do Governo para ajudar trabalhadores da Sinovir

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda questionou, esta segunda-feira, o Governo sobre a situação dos trabalhadores da Sinovir, empresa de calçado de S. Simão de Novais que entrou em insolvência no início de outubro e deixou 80 pessoas no desemprego.

O BE mostra-se solidário e pede uma intervenção governativa, dado que «há salários em atraso, não têm qualquer apoio social e não podem procurar novos empregos por estarem ainda formalmente vinculadas à empresa».

Socorrendo-se de informações do Sindicato do Calçado, Malas e Afins, Componentes, Formas e Curtumes do Minho e Trás-os-Montes, o BE recorda que os trabalhadores, no final de setembro, foram informados do despedimento e de que todos os seus direitos seriam assegurados, «o que não está a acontecer». Esta situação coloca muitas famílias em dificuldades financeiras.

O Bloco de Esquerda considera que é preciso «uma intervenção do Governo, de forma a garantir todos os direitos» dos trabalhadores. No documento, assinado pelo deputado José Soeiro, o Bloco quer saber se o Governo tem conhecimento da situação «e que medidas está a tomar, ou pensa vir a tomar, de modo a garantir o cumprimento da lei nesta empresa».

 

Famalicão: Dois pares da Gindança são vice-campeões nacionais

Terminada a época desportiva, com a atribuição das classificações do circuito nacional e da final da Taça de Portugal, há dois pares da Gindança que se destacam. Eduardo Azevedo e Rita Silva são vice-campeões do circuito nacional em adultos intermédios standard e da Taça de Portugal em Standard; Pedro Castro e Yuliia Bakhovska conseguiram igual resultado no circuito nacional de juventude intermédios latinas.

A Gindança começa, agora, a preparar a nova época 2025, prometendo algumas estreias na dança desportiva.

Famalicão: Presidente do CDS espera que o 25 de Novembro seja assinalado todos os anos

Realizou-se hoje, na Assembleia da República, uma sessão solene para assinalar os 49 anos do 25 de Novembro. Foi proposta pelo CDS-PP e aprovada pelo PSD; Chega e IL, o PAN absteve-se e os outros partidos votaram contra.

O líder do CDS-PP, o famalicense Nuno Melo, espera que a data seja, doravante, assinalada todos os anos, porque entende que é «uma questão de memória histórica, sentido de gratidão e sentido de justiça». Realça que se «o 25 de Abril nos trouxe a mudança do regime, foi realmente o 25 de Novembro que permitiu a concretização do caminho para uma democracia parlamentar».

Nuno Melo, que esteve esta segunda-feira, no Parlamento, disse que celebrar a data tem também um sentido pedagógico, ou seja, «para que as novas gerações tenham noção do que assim sucedeu e daqueles que, para além de mais, verteram o seu sangue, perderam a vida para que pudéssemos ser livres e, em democracia, celebrar a liberdade». O dirigente centrista deixou, ainda, críticas aos ausentes, nomeadamente a deputados do PS, e lembrou que Mário Soares teve um papel importante no 25 de Novembro.

Famalicão: Esmeriz tem nova Casa Mortuária

A freguesia de Esmeriz, em Famalicão, inaugurou este domingo a nova Casa Mortuária com a bênção e entrega à população do novo edifício localizado junto à igreja.

O espaço, construído num terreno cedido pela paróquia, tem dois pisos: um superior preparado para as cerimónias fúnebres e um inferior destinado às atividades da paróquia e do centro social da freguesia.

A empreitada representa um investimento municipal da ordem dos 183 mil euros.

“Queremos apetrechar as nossas comunidades e aqui estamos a responder a uma necessidade da freguesia, com uma obra que vai trazer mais dignidade ao momento em que nos despedimos dos nossos entes queridos”, declarou Mário Passos, o Presidente da Câmara Municipal.

A bênção da nova Casa Mortuária de Esmeriz foi presidida pelo Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Braga, D. Delfim Gomes, e pelo padre da paróquia Nuno Vilas Boas.

“Era um projeto que há muito queríamos concretizar e que foi possível envolvendo a comunidade, a paróquia, junta de freguesia e onde foi fundamental o apoio municipal”, explicou o presidente da Junta de Freguesia, Armindo Mourão.

Na fachada principal está um painel artístico, da autoria da escola de cerâmica da Fundação Castro Alves, que pretende simbolizar todos os que se envolvem e têm contribuído na dinâmica comunitária da freguesia.

Famalicão: Coindu mantém produção em Joane, mas encerra unidade em Arcos de Valdevez

A empresa Coindu, responsável pelo fabrico de componentes para a indústria automóvel, vai encerrar a unidade de produção instalada em Arcos de Valdevez, no final deste ano, mas mantém ativa a produção em Vila Nova de Famalicão, na freguesia de Joane.

Recorde-se que a empresa foi comprada em outubro pelos italianos Mastrotto, especializados no design e produção de interiores para automóveis. Na época, a aquisição foi vista como forma de fortalecer a estabilidade financeira e operacional da Coindu.

No entanto, o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e Afins relevou esta segunda-feira que “a unidade dos Arcos de Valdevez da empresa Coindu vai ser encerrada no final do mês de dezembro” e que implica o despedimento de cerca de 350 pessoas, uma informação revelada a O Minho.

Do comunicado não consta informação relativa a alterações no funcionamento da unidade de produção na freguesia de Joane, em Famalicão, que em abril deste ano ficou com menos 55 trabalhadores por motivos de despedimento.