Famalicão: Tomás Araújo estreia-se pela Seleção Nacional

O jogador famalicense, que representa o SL Benfica, estreou-se, esta segunda-feira, pela Seleção Nacional. Lançado de início do jogo Croácia-Portugal (1-1), em Split, referente à 6.ª jornada do Grupo A1 da Liga das Nações, o defesa central de 22 anos foi substituído, aos 63 minutos, com queixas físicas, após um lance com Matanovic e José Sá, quando o resultado era de 0-1.

«Foi um dia muito feliz, sonhava com isto desde pequeno. Foi muito bom», referiu Tomás Araújo no final da partida. O jogador está a viver o momento mais alto da sua carreira, dado que também tem sido titular na equipa sénior do Benfica.

Foto: SL Benfica

Trofa Business Park: Drible assina Branding do novo empreendimento empresarial da Região Norte

A Drible, agência de marketing digital, branding e web, foi responsável pelo desenvolvimento do branding do Trofa Business Park, um novo parque empresarial situado no coração da Trofa. O empreendimento, promovido pela Medium, surge como uma solução estratégica e inovadora para empresas que procuram instalações modernas, funcionais e bem localizadas.

Composto por 16 armazéns com áreas entre 600 e 3000 m², o Trofa Business Park destaca-se pela segurança reforçada, estacionamento exclusivo e infraestruturas sustentáveis, como a pré-instalação de carregadores para veículos elétricos. O parque está localizado junto à EN14, com ligações rápidas à Maia e Famalicão, e encontra-se rodeado por empresas de renome como PROEF, Cerealis e Falual.

“Traduzir a essência do Trofa Business Park numa identidade visual que refletisse robustez, inovação e funcionalidade foi um desafio que nos inspirou,” afirma Vítor Brandão, CEO da Drible. “Inspiramo-nos na arquitetura moderna do parque para criar um logotipo com linhas geométricas e fortes, complementado por uma paleta de azuis que transmite estabilidade e confiança. O resultado é uma marca que reflete o caráter inovador e estratégico do empreendimento.”

A relação entre a Drible e a Medium, que já conta com anos de projetos conjuntos, continua a dar frutos. Além do branding do Trofa Business Park, a Drible é responsável pela gestão de redes sociais, angariação de leads e branding de vários empreendimentos da Medium, solidificando uma parceria assente na confiança.

O Trofa Business Park apresenta-se como uma solução empresarial de excelência, combinando localização estratégica e infraestruturas de alta qualidade para apoiar o crescimento das empresas da região.

Famalicão: Atletas da Jing-She são campeões nacionais de Wushu

Os atletas da Jing-She obtiveram dez títulos de campeões nacionais e dois segundos lugares em Wushu Moderno. Lara Marques, Miguel Vidal, Rafaela Marques, Tiago Mesquita, Tomás Marques e Tomás Nunes estiveram em destaque no Campeonato Nacional de Wushu Moderno da Federação Portuguesa de Artes Marciais Chinesas. A prova decorreu no sábado, dia 16, em S. João da Madeira.

No escalão até aos 9 anos, masculinos, Miguel Vidal, 8 anos, é campeão nacional na prova de Changquan (punhos longos); nos mistos, Rafaela Marques, 8 anos, é campeã nacional de Nanquan (punhos curtos). No escalão 12-14 anos, Lara Marques, 14 anos, obteve dois primeiros lugares nas provas de Jianshu (espada) e Qiangshu (lança) e é também vice-campeã nacional de Changquan (punhos longos). Ainda nesta categoria, Tiago Mesquita, 12 anos, é campeão nacional na prova de Changquan. Em juvenis masculinos, 12-14 anos, Tiago Mesquita é campeão nacional na prova de Gunshu (bastão do norte da China). Entre os 15-17 anos masculinos, Tomás Nunes, 15 anos, obteve o primeiro lugar do pódio em três provas: Nanquan, Nandao (sabre do sul da China) e Nangun (bastão do sul da China).

Tomás Marques faz as suas primeiras provas como sénior

Tomás Marques, 18 anos, passou a sénior e estreou-se neste nacional com o título de campeão nacional de Nandao, com a pontuação mais elevada de todo o Campeonato Nacional (9.50), e sagrou-se vice-campeão nacional na prova de Nanquan.

Tomás Marques pratica a modalidade desde 2010, tendo iniciado aos 5 anos na Jing-She, e compete pelo clube, em nacionais, desde os 7 anos; e representa a seleção desde os 9 anos. Possui mais de uma centena de pódios nacionais e regionais em Wushu moderno e Kungfu Tradicional, três títulos de campeão europeu, três de vice-campeão europeu e duas medalhas de bronze.

Os treinadores Alexandre Oliveira e Ana Rita Rego confessam o «orgulho» pelo empenho e esforço dos seus atletas na última competição da época. Encontram-se já a preparar o ano de 2025, que será intenso com campeonatos nacionais, europeus e mundiais.

Famalicão: Apesar de problemas na caixa de velocidades, JP Sousa faz pódio em Murça

No Rali de Murça, realizado no passado sábado, a dupla João Pedro Sousa/Tiago Silva, em Renault Clio RS, garantiu o pódio no Campeonato Start Norte 2RM e foi segunda no grupo X2.

Nesta prova, disputada em pisos de terra, a equipa teve problemas com a caixa de velocidades, pela quebra do suporte, dificultando a troca de velocidades. Mesmo assim, Sousa e Silva mostraram capacidade de improviso e trabalho de equipa. «Foi uma situação crítica, mas o Tiago conseguiu ditar as notas e, ao mesmo tempo, segurou a manete das mudanças para terminar a prova com um excelente resultado, mantendo assim a liderança do Grupo X2 e o 3.º lugar na classificação geral do campeonato», relatou o piloto João Pedro Sousa.

A temporada vai, agora, para a sua reta final, com o Rali de Águeda nos dias 7 e 8 de dezembro, onde tudo será decidido. A equipa está focada e pronta para lutar pelos objetivos, contando com o apoio dos seus patrocinadores.

Foto: Ricardo Oliveira

Famalicão: Câmara Municipal abre inquérito interno ao derrube não autorizado da “Acácia do Jorge”

A acácia do Jorge, como Camilo Castelo Branco chamava à árvore que fica em frente à casa do escritor, foi esta segunda-feira alvo de uma «intervenção desajustada e não autorizada por parte dos serviços municipais, que culminou com o seu derrube».

Tendo em conta o sucedido, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Mário Passos, solicitou de imediato a abertura de um processo de inquérito interno para apuramento de responsabilidades.

O município informa que os problemas com o estado de conservação da árvore da Casa Museu – «que se encontrava morta e em risco de queda» – tinham sido já identificados pela autarquia que estava, desde o primeiro semestre do ano, a elaborar um plano de intervenção que permitisse valorizar a acácia, «elemento icónico da casa onde Camilo Castelo Branco escreveu grande parte da sua obra».

Segundo publicação da autarquia, a ação passava pela preservação da árvore através da plantação de um rebento germinado – que tinha sido já realizada – e pelo seu aproveitamento através de uma intervenção artística, à semelhança de intervenções já realizadas, por exemplo, no Parque da Devesa.

Conseguirá a indústria dos casinos sobreviver se surgir outra pandemia?

A pandemia de COVID-19 que assolou todo o mundo entre 2020 e 2022 foi absolutamente devastadora para vários setores da atividade económica global e nacional. Uma das indústrias que mais se transformou e que sofreu o maior impacto com as medidas de combate à programação do vírus foi a dos casinos, que viu parte do seu negócio sofrer um verdadeiro colapso e uma outra a registar um pico de crescimento nunca antes visto.

Casinos físicos e casinos online: impactos totalmente diferentes

Os sucessivos confinamentos e fechos compulsivos das salas de jogo, a que se seguiam períodos de retoma com pesadas restrições na lotação dos casinos e nos protocolos de saúde implementados, bem como os naturais receios de contágio dos próprios jogadores, trouxeram três anos de elevados prejuízos aos casinos.

No geral, os casinos queixaram-se de quebras de receita muitas vezes a ultrapassar os 50% em comparação com o último ano sem registo dos efeitos da pandemia, precisamente 2019. Uma verdadeira catástrofe.

Em sentido inverso, os casinos online viram as suas receitas aumentar perto dos 60% logo no ano de 2020. O fecho dos casinos territoriais surgiu como uma grande oportunidade para os casinos que operavam digitalmente captarem os jogadores que estavam, então, impedidos de apostar presencialmente. Não por acaso, nesse ano e nos anos subsequentes foram lançados dezenas de novos casinos, como demonstram páginas e portais especializados no setor, como o legalcasino.pt/casinos-novos/.

Os grupos empresariais que exploram casinos territoriais em Portugal, mas que também exploravam na altura casinos online, conseguiram aproveitar esta oportunidade para canalizar os seus clientes para o jogo digital. Desta forma, conseguiram, de certo modo, minorar as acentuadas perdas e equilibrar as suas finanças que, naturalmente, e dadas as circunstâncias, se encontravam bastante depauperadas.

Sobrevivência: crescimento e apoios do estado

O impacto no setor foi verdadeiramente devastador, mesmo com esse alívio financeiro que, ainda assim, não conseguiu aplacar todos os prejuízos. Até porque nem todas as entidades exploradoras detinham sites de jogo. Para a necessária sobrevivência dos casinos territoriais portugueses foram essenciais dois grandes elementos: uma retoma superior às expetativas a partir de 2022 e, fundamentalmente, os apoios do estado português.

Neste âmbito, uma das medidas que mais apoiou os casinos territoriais portugueses foi o prolongamento, por dois anos, das concessões dos casinos, e da isenção do pagamento de contribuições devidas ao estado no decorrer dos anos de 2020 e 2021. Estes apoios estatais foram absolutamente vitais para a sobrevivência dos casinos e a principal razão para continuarem a operar hoje em dia.

Estarão os casinos prontos para outra pandemia?

Será sempre um exercício não só interessante como útil pensar na viabilidade dos casinos territoriais no caso de outra pandemia. A verdade é que passados dois anos de total recuperação e quase cinco desde o início desde tumultuoso e longo processo, os casinos ainda não atingiram os valores que registaram em 2019.

Apesar da forte e rápida recuperação, dados do ano de 2023 apontavam para um desempenho de 14,5% abaixo do período pré-pandémico. O conjunto dos 12 casinos continua, assim, sem ter recuperado completamente mesmo depois de passado tanto tempo. Ainda se aguardam, claro, os dados referentes a 2024, mas a tendência é clara: apesar da forte recuperação inicial, o ritmo de retoma abrandou.

Mais ainda, a transição de jogadores dos casinos reais para os casinos online, que poderia parecer temporária, tornou-se uma tendência definitiva. A pandemia foi o catalisador e acelerador de um fenómeno de migração para o digital inevitável e não apenas uma forma espontânea de contornar uma proibição momentânea. Os sites de jogo parecem, de facto e definitivamente, ter conquistado uma importante fatia dos jogadores aos casinos territoriais.

Dado todo este contexto desfavorável, parece ser relativamente pacífico afirmar que a sobrevivência dos casinos físicos a um segundo golpe pandémico seria bastante difícil e improvável. Pelo menos, sem mais uns anos de intervalo para consolidarem a sua recuperação financeira ou sem novas medidas de apoio do estado.

Uma eventual solução para reverter estas dificuldades será a dinamização e modernização dos espaços de jogo, fundamentalmente em conjunto e coordenação com a atividade turística, e a diversificação das suas fontes de receitas. Sobretudo através do investimento nas respetivas plataformas de jogo online, que, como vimos, conseguem escapar totalmente ilesas aos fenómenos pandémicos. Uma solução integrada, portanto, será a melhor forma de se preparem para uma segunda pandemia, que todos esperamos, não há de chegar tão cedo.