Famalicão: Relvado do Estádio Municipal é de primeira

Os delegados da Liga Portugal têm atribuído nota máxima ao relvado do Estádio Municipal em vários jogos referentes ao principal campeonato do futebol português. A pontuação máxima (5 estrelas) foi obtida com o Moreirense Futebol Clube, Futebol Clube Arouca, Gil Vicente Futebol Clube, Rio Ave Futebol Clube e Boavista Futebol Clube. A estes registos máximos, somam-se ainda apreciações muito positivas (próximas da nota mais elevada) em várias partidas da I Liga, «num claro sinal da eficácia da intervenção efetuada no relvado do Estádio Municipal de Famalicão na pré-temporada», pode ler-se numa comunicação do clube que consta das redes sociais.

Recorde-se que para além das melhorias realizadas em épocas anteriores, o recinto foi alvo de uma grande intervenção no início da presente temporada. Quanto ao relvado, foi colocado um tapete proveniente de um dos melhores viveiros da atualidade na Europa, localizado no sul de Espanha, ao qual é reconhecida alta qualidade e durabilidade.

Os trabalhos incidiram, ainda, nas estruturas integrantes do sistema de um relvado natural, nomeadamente ao nível de rega, drenagem e base, sobre uma estrutura com mais de 40 anos.

A SAD do Futebol Clube de Famalicão reporta que as várias intervenções observaram os requisitos recomendados pela UEFA para a construção de relvados desportivos.

Famalicão: Segundo jantar solidário da Academia Sénior de Nine

A Academia Sénior de Nine realiza na noite do dia 12 de abril o segundo jantar solidário. O encontro decorre a partir das 20 horas, na quinta do Outeirinho, no Louro.
Este jantar serve de angariação de fundos para a instituição continuar a desenvolver o seu plano de ação junto dos seniores de Nine e de freguesias vizinhas.
Refira-se que o programa das Academias Seniores, dinamizado pelo Município de Vila Nova Famalicão, visa a melhoria da qualidade de vida da população sénior famalicense, a promoção do envelhecimento ativo e o combate à exclusão social e ao isolamento, através de práticas de aprendizagem e de sociabilização.

Para além de Nine, este projeto já se estende a Requião, Carreira e Bente, Gavião, Gondifelos, Joane, Oliveira Santa Maria, Pedome, Riba de Ave e TUSEFA e a Academia Sénior de Vila Nova de Famalicão.

Famalicão: Riba de Ave já tem a sua colónia de gatos

A freguesia de Riba de Ave tem, desde esta semana, uma colónia de gatos. O primeiro gatil, que está na Rua 1.º de Maio, resulta de uma parceria entre a Junta de Freguesia e a Câmara Municipal.

A autarquia ribadavense fala de «uma mais-valia para a população e para o bem-estar animal», porque promotora «da convivência sadia entre o ser humano e a comunidade animal». A Junta de Freguesia agradece que quem conhecer outras comunidades de gatos espalhadas pela freguesia, que informe.

Este projeto municipal, que já chegou a várias freguesias, foi iniciado em agosto de 2021 com o objetivo de apoiar o controlo da população de felídeos e reduzir focos de insalubridade, relembrando que as colónias de gatos são bastante importantes para o território, nomeadamente para o controlo de pragas de ratos.

Famalicão: Riba d´Ave eliminado da Taça pelo FC Porto

Na noite desta quarta-feira, o Riba d´Ave/Sifamir foi eliminado da Taça de Portugal, após derrota caseira, por 2-4, com o FC Porto. A equipa ribadavense foi capaz de suster uma entrada forte do adversário, conseguindo colocar o marcador numa igualdade, 2-2, aos 37 minutos, com golos de Pedro Silva e Rémi Herman. Os comandados de Raul Meca levaram até ao fim a discussão pela passagem aos quartos de final que acabaria por pender para o Porto.
No próximo domingo, às 18 horas, regressa o campeonato, com a receção à Juventude Pacense/Divercol, em jogo da 20.ª jornada do Campeonato Placard.

Famalicão: Pró-Nacional regressa com dérbi entre Joane e Ninense

Depois de uma pausa, para os oitavos de final da Taça AF Braga, o pró nacional prossegue no próximo sábado, com a disputa da jornada 24. O grande destaque, no que às equipas famalicenses diz respeito, vai para o dérbi entre o Joane e o Ninense, marcado para as 15 horas, tal como as restantes partidas.

O Joane, segundo classificado, com 45 pontos (menos um jogo), a dois do líder Maria da Fonte, recebe a formação ninense que ocupa o décimo primeiro posto, com 31 pontos.

Nesta jornada, o Bairro (16.º, 21 pontos) recebe o Forjães (8.º, 32 pontos) e a Oliveirense (3.ª, 43 pontos), que também joga em casa, defronta o Amares (18.º, 4 pontos).

Também no sábado, às 15 horas, joga-se a jornada 21 da divisão de honra e, na série B, o S. Cosme (11.º, 23 pontos) joga em casa do Taipas (10.º, 28 pontos).

Na 1.ª divisão joga-se a jornada 18, com o líder Lousado, com 38 pontos, a jogar em casa do Celeirós B. Outras partidas: Delães-Louro, Mouquim-Ruivanense, Figueiredo-S. Cláudio, Operário-Gondifelos, Calendário-Fradelos.

Famalicão: Padre e ‘freiras’ condenados a prisão entre os 12 e os 17 anos podem não ir presos

O padre e as três “freiras” condenados a penas de prisão, entre 12 e 17 anos, por escravizarem noviças durante cerca de três décadas, na Fraternidade Missionária de Cristo Jovem, na freguesia de Requião, podem não cumprir pena de prisão efetiva.

O Tribunal de Guimarães condenou os arguidos, em julho de 2022, mas esta quinta-feira o Jornal de Notícias revela que as penas poderão ser atenuadas ou extintas, já que o tribunal refere a existência de crimes cuja pena admite suspensão por não ultrapassar os cinco anos de cadeia.

O padre Joaquim Milheiro, agora com 91 anos, e as arguidas Maria Arminda Costa, Maria Isabel Silva e Joaquina Carvalho, com idades entre os 71 e os 75 anos, estavam acusados pelo Ministério Público (MP) de nove crimes de escravidão, incluindo a escravidão laboral, contra nove vítimas, que à data dos factos tinham idades entre os 12 e os 20 anos.

Maria Arminda Costa foi condenada a 17 anos de prisão, Joaquim Milheiro a 15 anos, Maria Isabel Silva a 14 anos e Joaquina Carvalho a 12 anos.

Segundo a acusação do MP, entre dezembro de 1985 e início de 2015, os arguidos sujeitaram as jovens a agressões físicas, privações, injúrias, pressões psicológicas, tratamentos humilhantes, castigos e trabalhos pesados.

No entanto, o JN refere que os crimes pelos quais os arguidos foram condenados são, agora, considerados de maus-tratos, ofensas à integridade física simples e injúrias, com penas de prisão entre um a cinco anos. Já a possibilidade de considerar os crimes como escravidão foi descartada.

Com esta alteração, as defesas têm dez dias para se pronunciarem. Findo o prazo será proferido um acórdão.