Famalicão: Balcão Único do Prédio está em Mogege

Esta sexta-feira, o balcão itinerante do BUPI – Balcão Único do Prédio vai estar na sede da Junta de Freguesia de Mogege.
O atendimento decorre entre as 9 e as 18 horas, com o apoio de um técnico habilitado e será efetuado por ordem de chegada.
O BUPI um balcão físico e virtual, que permite aos proprietários mapear e identificar os seus terrenos rústicos e mistos, de forma simples e gratuita.
Saiba mais sobre o serviço em www.famalicao.pt/balcao-unico-do-predio ou contacte a sua Junta de Freguesia.

FC Famalicão elege, esta sexta-feira, José Pina Ferreira como presidente do clube

José Pina Ferreira será eleito, na noite desta sexta-feira, presidente do Futebol Clube Famalicão. O líder da Comissão Diretiva, eleita em junho passado, lidera a lista única apresentada a sufrágio, tendo na Assembleia Geral João Araújo, ex-presidente do clube. Ao Conselho Fiscal é candidato António Fernando Vieira.

A Assembleia Geral Eleitoral decorre na Universidade Lusíada. As urnas estão abertas entre as 20 e as 22 horas para a eleição da Direção, Assembleia Geral e Conselho Fiscal.

Podem votar os sócios com as quotas pagas, incluindo a relativa ao mês de setembro.

Famalicão: Marta Duque Vaz reedita “A Senhora Clap”

“A Senhora Clap”, da escritora famalicense Marta Duque Vaz, volta a ser editado, desta vez, sob a chancela Paulinas Editora. Danuta Wojciechowska ilustrou esta história que, em 2016, foi adaptada a peça de teatro no Brasil e que mereceu aplausos pelos palcos por onde passou, nomeadamente o Theatro Circo, em Braga.

O livro é apresentado este sábado, às 16 horas, na Galeria de Biodiversidade – Centro de Ciência Viva, no Jardim Botânico da Universidade do Porto, na Rua do Campo Alegre. A apresentação, a cargo do escritor Nuno Camarneiro, terá a presença da autora e da ilustradora.

Marta Duque Vaz começou no Jornalismo, passou pela Gestão e, pelo caminho, licenciou-se em Antropologia. Escreveu o monólogo «O lado esquerdo» e publicou o álbum ilustrado «História interminável». «Os anjos não morrem e tu morreste duas vezes» é o título da sua primeira antologia de contos.

“A Senhora Clap e o Mundo na Palma das Mãos” é, tal como consta da sinopse, uma história sobre a arte de bater palmas em situações alegres ou tristes… A Senhora Clap, quando bate palmas, abre muito os olhos. Tanto, tanto, que se vê tudo dentro dela, ficando totalmente transparente do lado esquerdo. Se é sabido que o bater de asas de uma borboleta pode causar um tufão do outro lado do mundo, o que podem causar as nossas palmas, se batidas com emoção e atenção verdadeiras?

Famalicão: Ribeirão tem jogo amigável com a equipa B do Vitória SC

Aproveitando a paragem do Campeonato de Portugal, pela realização de mais uma eliminatória da Taça de Portugal, o Ribeirão FC tem agendado, para este sábado, às 10 horas, um jogo amigável com o Vitória SC B.

A partida disputa-se no Estádio do Passal.

A formação vimaranense compete na série B do Campeonato de Portugal, e com 10 jogos soma 15 pontos e é quinta da classificação. Já a equipa de Manuel Monteiro, joga na série A, tem 9 pontos e é décimo primeira.

Foto arquivo (Facebook Ribeirão FC, SAD)

Famalicão: Tertúlia com Álvaro Santos sobre as Indústrias Criativas

A Alçapão Academia, de Requião, promove na noite de sábado, às 21h30, mais uma tertúlia.

Desta feita, o convidado é Álvaro Santos, diretor da Casa das Artes de Famalicão. Indústrias Criativas é o tema da conversa, numa iniciativa de entrada livre.

O conceito de Indústrias Culturais e Criativas (ICC) é lato, abarcando um conjunto de atividades que têm em comum a utilização da criatividade, do conhecimento cultural e da propriedade intelectual como recursos para produzir bens e serviços com significado social e cultural. As artes performativas e visuais, o património cultural, o artesanato, o cinema, a fotografia, a rádio, a televisão, a música ou a arquitetura são algumas das atividades que fazem parte deste conceito de ICC.

Famalicão: Atriz famalicense dá corpo e alma a tributo ao Minho e às suas mulheres

A Momento – Artistas Independentes, com sede na Lagoa, em Famalicão, apresenta esta sexta-feira, pelas 21h30, no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, a peça “Província”. Com interpretação integral pela atriz famalicense Luísa Alves, o espetáculo é uma homenagem ao Minho e às suas mulheres, num tributo que nasceu da necessidade de repensar não só território, mas também as tradições desta região.

A peça «não responde, não resolve, mas questiona sobre as tradições que queremos passar aos filhos, aos netos», explica o diretor artístico da companhia. Diogo Freitas, que é também o encenador da peça, dá conta que o trabalho que agora é exibido pesquisou as figuras femininas de Maria da Fonte (ou Revolução do Minho, o nome dado a uma revolta popular ocorrida na primavera de 1846), de Deu-La-Deu (personagem lendária que se tornou na principal figura de Monção) e, em Antígona (figura da mitologia grega).

Para este famalicense, o espetáculo confronta o público com «as tradições», com as «razões» que levam uma tradição a «perder-se no tempo» ou sobre a escolha daquelas que «precisam de morrer, as que precisam de ser salvas ou transformadas para passar de geração em geração».

Este projeto artístico que, na noite desta sexta-feira, sobe ao palco do Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, começou a ser preparado há dois anos e implicou investigações nesta cidade, bem como em Monção e Paredes de Coura, no distrito de Viana do Castelo; e em Riba de Ave, Vila Nova de Famalicão. Por este motivo, a peça será apresentada nestes quatro municípios. A 2 de dezembro, no Teatro Narciso Ferreira, em Riba de Ave, Vila Nova de Famalicão, segue-se, a 7 de dezembro, no Centro Cultural de Paredes de Coura e, dois dias depois, no Cine Teatro João Verde, em Monção.

Bilhetes à venda nos locais e na BOL: https://www.bol.pt/Comprar/Pesquisa?q=prov%C3%ADncia&dist=0&e=0