Famalicão: Mau tempo previsto para sábado adia Mostra Comunitária do Louro

A Mostra Comunitária do Louro, marcada para este sábado, foi adiada devido ao mau tempo previsto para o fim de semana.

O programa festivo contemplava várias propostas, desde insufláveis para crianças, atuação de alunos do Centro Escolar, acender a fogueira e petiscos nas tasquinhas. A Arrancada dos Reis, pelo Grupo Coral e CNE, e a atuação de Augusto Canário e Amigos, às 21h30, são outros momentos desta mostra, tal como a abertura do bolo-rei gigante e vinho do Porto e a iniciativa Serventia de Queimada.

Famalicão: Autarcas perspectivam ano muito intenso

O Município de Famalicão retomou, na noite desta quinta-feira, uma tradição interrompida pela pandemia. O Jantar de Reis da família autarca de Famalicão, reuniu-se no Eugénios, em Calendário.

Mário Passos deu conta que o encontro é “mais um momento de coesão e união entre todos. O objetivo e propósito de cada autarca é o desenvolvimento da sua comunidade e, consequentemente, do concelho. É isso que nos move. O bem estar de todos os famalicenses'”. Depois de dois anos muito difíceis, por causa da pandemia, “vivemos novos tempos de grandes dificuldades socio-económicas e esta família, que são todos os autarcas, está pronta para não deixar nenhum famalicense para trás”. O orçamento recentemente aprovado “é prova da nossa preocupação e atenção pela coesão social”, disse Mário Passos.

Estela Veloso e Jorge Amaral, autarcas das uniões de Famalicão e Calendário e Arnoso (Santa Maria e Santa Eulália) e Sezures, corroboraram das palavras do presidente da Câmara. Este é um tempo de “particular atenção para os problemas das famílias. Vivemos tempos difíceis e temos que estar prontos, com o apoio da Câmara, para fazer o que tiver que ser feito para o bem-estar de todos”.

Os dois autarcas salientaram, ainda, o ambiente salutar entre todos que perdura ao longo do ano e não apenas nestes encontros.

 

Médico admite passar atestados falsos para renovar cartas de condução

Um médico acusado de fazer atestados falsos para a renovação de cartas de condução em Coimbra confessou hoje em tribunal a prática dos crimes, assim como uma proprietária de uma agência de documentação também arguida no processo.

“Estou profundamente arrependido do que fiz. Não devia ter acontecido”, afirmou o médico, acusado da prática de sete crimes de atestado falso num processo cujos crimes terão ocorrido em 2016.

Na primeira sessão do julgamento, que decorreu no Tribunal de Coimbra, o arguido referiu que há cinco anos teve um outro processo, que ficou suspenso provisoriamente mediante pagamento a uma instituição de solidariedade social.

Desde então, vincou, passou “a ser o mais rigoroso possível” nos atestados médicos e deixou de exercer medicina em Coimbra.

“Não tomei a melhor decisão na altura”, confessou o arguido, mostrando-se surpreendido por ser julgado novamente (face à suspensão provisória do outro processo), ao que o presidente do coletivo de juízes esclareceu tratar-se de um outro processo relacionado com outras pessoas.

Também a proprietária de uma agência de documentação, que trabalhava na representação de clientes na tramitação de processos de renovação de cartas de condução e de certificados de aptidão profissional de taxistas, confessou ter praticado os sete crimes de atestado falso de que está acusada.

“É verdade o que está aí e arrependo-me todos os dias”, disse a mulher, admitindo que cobrava 60 euros por cada renovação de carta, mas que 30 euros seriam para pagar a taxa de renovação no Instituto de Mobilidade e Transportes.

A arguida confessou também que dava cinco euros ao médico por cada atestado que passava.

Questionada sobre o porquê de ter praticado os crimes, a arguida referiu que “as pessoas queriam ajuda, o doutor não estava, e as coisas aconteceram”.

“Não deviam ter acontecido”, acrescentou.

Segundo o Ministério Público, os atestados médicos eram passados sem observar os condutores que solicitavam os serviços da arguida.

No processo, está ainda como arguido um motorista que terá beneficiado do atestado médico para a renovação da carta, mas que não esteve presente na sessão.

Os restantes, inicialmente arguidos, tiveram suspensão provisória do processo.

A leitura da sentença ficou marcada para 13 de janeiro, às 13:45.

Novas regras: “Ovo Estrelado” está de regresso e é obrigatório para novos condutores

Dia 24 de dezembro entraram em vigor as novas regras do Código da Estrada.

Das muitas alterações, destaque para o regresso do “ovo estrelado”, dístico utilizado para sinalizar condutores recém-encartados. Assim, a partir de agora, todos os portadores de carta de condução provisória (primeiros três anos) terão que ter o veículo onde circulam identificado com o dístico.

O dístico a utilizar será de modelo a definir em regulamento (Art.º 122.º).

 

 

Famalicão: PS diz que coligação PSD-CDS de Ribeirão vitimiza-se com os seus próprios erros

Em comunicado, a Concelhia do Partido Socialista e o Grupo de Trabalho do PS de Ribeirão afirmam que a renúncia da coligação PSD-CDS «não passa de uma artimanha com objetivos meramente eleitoralistas e significa uma traição grave à confiança da população». Eduardo Oliveira, que assina o comunicado, considera que «o presidente da Junta demissionário e os eleitos da velha coligação PSD-CDS querem vitimizar-se, tentando atribuir a outros a culpa dos próprios erros».

Para justificar o voto contra ao Plano e Orçamento da Junta de Ribeirão, o PS afirma que as forças políticas da oposição, de que faz parte, «com atitude democrática e sentido de responsabilidade, alertaram para um erro grosseiro nas despesas orçamentadas e ofereceram a possibilidade de ser convocada uma nova reunião da Assembleia de Freguesia para votação de um orçamento devidamente retificado». Avança que a coligação não aceitou a proposta de «assumir e corrigir os erros» e que o fez «por capricho eleitoralista».

Eduardo Oliveira adianta que a «gestão de dinheiros públicos é um assunto sério e não podemos compactuar com trapaças», referindo-se ao erro que implicou a duplicação do custo do elevador para a Junta.

Face à postura de não aceitar uma nova reunião, o PS diz que o presidente da Junta «demissionário não respeita o Estatuto da Oposição e tem uma postura antidemocrática, querendo fazer da Junta de Freguesia de Ribeirão um trono onde quer, pode e manda sem ser questionado».
O PS sublinha que esta demissão provoca instabilidade política e social e que as eleições intercalares significam mais aumento da despesa pública e o atraso no desenvolvimento da vila.

Relativamente ao futuro, o PS confessa estar empenhado em contribuir para uma alternativa política que «garanta a governabilidade da Junta de Freguesia, com espírito de serviço público e transparência, tendo sempre os ribeirenses em primeiro lugar num espírito de verdadeira democracia participativa que respeite e defenda os interesses da população».